NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

15 de jul de 2010

EFEITO ORLOFF 2ª PARTE - ANÁLISE DA SÉRIE D

Buscando na internet notícias sobre nossos adversários na primeira fase da série D, pude apurar o seguinte:
O Oeste de Itápolis contratou uns 25 jogadores (ou seja, não havia ninguém lá), fez quatro amistosos. Venceu o Norusca, perdeu do clube-empresa Olé Brasil, de Ribeirão Preto, venceu o Linense, empatou com o Penapolense. Ia jogar com o Marília, mas pelo jeito o amistoso foi cancelado. O elenco tem 28 jogadores - todos ilustres desconhecidos para nós aqui do Sul. O time já está há mais de três meses sem jogar uma partida oficial.
O Operário/PR, conhecido como Fantasma (bom nome), não tinha jogador sob contrato, mas renovou com boa parte do elenco que disputou o paranaense. Fez um jogo treino contra a equipe amadora Guarany e sapecou 8x0; contra o Iraty, também integrante da série D, neste sábado último, empatou por 0x0. O time formou-se recentemente, e as principais queixas são de que não se tem por lá um camisa 10, um meia pensante (lembra muito um outro time que eu conheço). Enfim, seu jogo deve se basear em correria e força. Não se pode esperar muito mais do que isso na série D.
O São José/RS estava inativo após o gauchão, e sequer era possível encontrar alguma notícia recente e relevante sobre esse pequeno time de Porto Alegre, com o elenco tendo sido apresentado em 15.junho, e treinado por Luis Carlos Winck (ex jogador de Inter e Seleção). Fez uma peleja contra o Pelotas (também disputante da série D) após apenas 5 treinos, e perdeu por 2X1, e mais nada. Vai pro jogo de estreia, no sábado (jogo antecipado), contra o Operário de Ponta Grossa pra ver o que vai dar.

Assim, como nosso time chegou montado na série D, com preparo físico em dia, temos que começar o campeonato a toda.
Reforços: como bem ouvi Nardela dizer outro dia na rádio, precisaríamos de um LE canhoto, um meia armador eficiente (ainda mais que Emerson se bandeou pro Japão e o Miro Bahia recebeu o bilhete azul). Eu acho que além vinda do Marcelinho, precisaríamos realmente de um meia criativo, que ditasse o ritmo de jogo, bem como um atacante rápido para jogar pelos lados - acho que o Pantico fará bem esse papel. Por fim, seria necessário um zagueiro que chegasse para ser titular incontestável (sobre nossos zagueiros ainda não tenho conceito definitivo).
Mas, para a primeira fase, acho que o grupo está fechado, com o time titular mais ou menos assim: Fabiano, Tesser, Renato Santos(?), Fernando e Eduardo; Carlinhos Santos, Luis André, Ricardinho e uma grande dúvida na meia-cancha, com a saída do Miro Bahia (Elton? Nenê? Lira?), Lima e Pantico (Marcelinho, quando puder ser regularizado, jogará na meia ou no ataque).
Com o time montado, o JEC faz sua estréia em casa contra o Oeste com obrigação de vencer para não começar o campeonato já contra as cordas. Uma eventual vitória fora nos dois jogos contra Operário e São José (times em formação, sem entrosamento adequado, sem preparo físico ideal) e nossa classificação poderá estar muito bem encaminhada já no turno da primeira fase.
Há muito ainda a tratar sobre nosso caminho na série D, que inicia no domingo próximo. AVANTE, JEC!

Um comentário: