NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

30 de jun de 2011

UM ACERTO (MELHOR, DOIS) DA DIRETORIA. ALELUIA!

Como diz um amigo meu (e não sei se a frase é dele ou de alguém e ele só a repete): o subdesenvolvimento é a incapacidade de acumular experiência.  O JEC é subdesenvolvido porque não aprende com os erros, não acumula experiência, mas acumula experiências, quase todas fadadas ao mais portentoso insucesso.


Mas eis que não mais do que de repente, pasmem, o JEC vê os erros do passado e resolve não cometê-lo de novo. Falo na recusa da contratação do Atchimrson, grande jogador há 10 anos, até o escândalo de seu doping. A  partir desse momento, nunca mais foi o mesmo jogador (por que será?).
Porra, um jogador (velho) de nome tá por aí, dando sopa. Vamos oferecê-lo a alguém acostumado a contratar ex-jogadores com nome (César Prates, Galeano, Paulo Miranda, Marcão, Márcio Santos, etc), já sei, vamos oferecê-lo ao JEC!, pensam os espertos.
E não é que ofereceram e o JEC recusou o veterano? Puta que o pariu, aprendemos com os erros!!!! Que grande passo. Um pequeno passo para  um homem, um grande salto para a humanidade tricolor.

O segundo acerto ocorreu há uns 10 dias: A contratação de Luiz Gonzaga Milioli. Cara vencedor, um dos responsáveis por títulos do profissional e dos juvenis do Criciúma é, sem nenhuma dúvida, uma ótima contratação. Dêem um ano, um pouco mais, para o Miliolli, e acredito que os resultados surgirão (ele prevê que ao ano pelo menos 4 jogadores da base sejam utilizados no time de cima). Contudo, não lhe dêem só tempo, mas respaldo, estrutura (veja seus primeiros pedidos, simples - um roupeiro e um massagista).
Por falar em estrutura relembro a questão do dinheiro oriundo da Lei de Incentivo ao Esporte para custeio da nossa base: a grana já chegou? Já foi feita a captação? Não vi mais se falar nisso - e tirando a amnésia alcóolica bissexta - eu não esqueço das coisas.

Só uma pulguinha atrás da orelha com a contratação do Miliolli: ele era o eterno interino do Criciúma. Bastava cair um técnico qualquer, e o Milioli assumia o Tigre. Temos agora, no clube, um técnico oficial - Little Artur - e dois outros técnicos de futebol em funções diferentes (Lazarento e Miliolli). Não quero ver eles se tornarem sombra para o nosso "professor", e espero que nossos dirigentes não tenham agido maquiavelicamente, já contratando um estepe (ou até mais de um) pro caso de alguma coisa desandar com o Arturzinho (bato na madeira trezentas vezes).
Quando fazem merda, a gente xinga. Quando acertam, aplaudimos.
Sobre o jogo de sábado, falo amanhã. AVANTE (E PARABÉNS PELO TIRO NA MOSCA), JEC!

28 de jun de 2011

PRA MIM, A SELEÇÃO JOGA NO SÁBADO (E NA ARENA).

Não me venham dizer que a seleção joga no domingo. A nossa seleção joga no sábado, contra o Brusque, pela final da Copinha, e não contra a Venezuela, no domingo, pela Copa América, até porque seleção mesmo era essa aí ao lado (tirando Valdir Peres e Serginho).
Não nego que há um grande prazer em ver não a seleção brasileira, mas jogadores como Ganso e Neymar jogarem bola, mas o meu grande prazer futebolístico é acompanhar o Tricolor da manchester catarinense. Nem que os jogo fossem no mesmo horário eu deixaria de me acomodar no meu cantinho lá nas descoloridas arquibancadas da Arena.
Até posso fazer, como fiz durante a Copa do Mundo (lá de forma bastante extensa) algumas considerações sobre a disputa sulamericana aqui no blog, mas nada que deixe o JEC de lado.

Vencer a Copinha é muito mais o cumprimento de uma obrigação do que a conquista de um título. Nosso time é melhor, nosso orçamento maior, as responsabilidades de nosso clube mais graves que a da turma que cria marreco.

São alguns os fatores que agora nos obrigam à conquista:
 1. Deixou chegar, agora agüenta: fizemos um primeiro turno horroroso e um bom segundo turno. Esperemos ainda mais crescimento nesses dois jogos finais.
 2. Estamos na preparação para a série C, cada jogo é importante, e temos mais duas partidas para ver se o time vai engrenando. Sempre é tempo de arrumar alguma coisa, corrigir posicionamento, melhorar, enfim.
 3. É importante formar um time com mentalidade vencedora: já perdemos algumas copinhas para o Brusque, e dentro da Arena. Já é tempo de vencer jogos decisivos em casa, e se precisarmos, buscarmos resultados fora. Esse time de comportamento não assustadiço anda em falta no JEC, pelo menos em jogos decisivos.
4. O JEC é o JEC, o Brusque é o Brusque. E isso basta. SOMOS FAVORITOS.

Se (eu nem deveria usar o condicional, mas faço a concessão aos fatos recentes) vencermos a Copinha, espero que o Arturzinho ou o capitão do time se dirijam até a torcida que estiver lá em Brusque, levantem e mostrem a taça para a galera, a ponham embaixo do braço e voltem imediatamente para Joinville e a depositem na (inexistente) sala de troféus, sem volta olímpica (até porque no acanhado Augusto Bauer seria um caminhada olímpica), sem comemoração, sem nada, porque não nos esqueçamos que essa foi APENAS a NOSSA PREPARAÇÃO para a SÉRIE C, que agora, realmente, se aproxima, e onde depositamos, tal qual Dickens, Grandes Esperanças no ressurgimento que torcemos seja definitivo no Joinville Esporte Clube. É na Série C que se definirá o futuro do JEC, e não nos próximos dois finais de semana.
Não quero ouvir nego arrotando, dizendo que provaram para a imprensa ou para a torcida ou para qualquer crítico alguma coisa qualquer. Só vou aceitar desabafo quando estivermos classificados para a Série B.

Vamos aguardar o julgamento do Lima, hoje à tarde. Se jogar, melhor (nem comentei apropriadamente, mas o nosso avante já empatou com o Zé Carlos Paulista como segundo maior artilheiro da história Tricolor); se não jogar, o Arturzinho vai ter de mostrar serviço até para esboçar um time para a eventualidade (cartões, contusão) de não contar com nosso melhor jogador em alguma partida da Terceirona.

Ah, e Dácio, finalmente acabaram minhas férias. Estou de volta, e prevejo dias ainda melhores para o blog, agora que nos aproximamos da Série C, onde tenho certeza que assunto não vai faltar para o blogueiro e nem para os estimados comentaristas deste espaço. AVANTE, JEC. SÁBADO, TODOS À ARENA.

Ficha técnica: Metropolitano 0 x 0 Joinville, Gigante do Vale, Indaial , 26/06/2011.

Joinville: Ivan; Renato Santos, Linno e Pedro Paulo; Eduardo, Mateus, Ricardinho (Enio), Ramon (Jaílton) e Gilton (Jocinei); Lima e Ronaldo Capixaba. T: Arturzinho.
Metropolitano: Dalton (Flávio); Marcus Vinícius, Elton e Leonardo; Johnny (Danilo), Alex Albert, Andrei, Edimar e Márcio Goiano (Jonatas); Selmir e Rafael Costa. T: Lio Evaristo.

23 de jun de 2011

GLÓRIA E FRACASSO: A HISTÓRIA DE UMA PAIXÃO, por ALEXANDRE PERGER

Finalmente li, agora que gozo merecidas (ou não) férias, a obra de Alexandre Perger sobre o JEC:  Glória e Fracasso: a história de uma paixão.
Primeiro, é de se dizer louvável a iniciativa de se fazer uma obra sobre o Joinville Esporte Clube, e acho que é o o primeiro livro exclusivo sobre o Tricolor. Parece que há um do Anderson Miranda, mas eu não conheço - falha minha.

É possível também fazer alguma pesquisa no Livro "Show de Bola: a História do Futebol em Joinville e Santa Catarina", de Edson dos Santos, que traz dados resumidos sobre todos os campeonatos jogados em SC de 1910 a 2003, mas não há muito mais do que isso. É necessário recorrer aos jornais e à memória viva do Clube, de que falarei no último parágrafo.
O formato e a diagramação do livro ficaram muito bonitos, a edição é bem feita, com disposição do texto em colunas e o livro é mais largo do que alto, invertendo a lógica adotada nos volumes tradicionais.

PROBLEMAS:Isto posto, a meu ver o livro tem alguns problemas, que não tiram, contudo, seu mérito. Há erros de português indesculpáveis (imprencindível, por exemplo), gerundismo, alguns atropelos na cronologia, erros de digitação. Coisas simples que um revisor poderia ter evitado. O tom pessoal às vezes se sobrepõe ao conteúdo informativo.
As fotos retratam um período curtíssimo da história do JEC, em que aparecem Claudemir, Carlinhos Santos umas quantas vezes, e até o esquecível e esquecido Eder. A meu ver, só há uma fotografia relevante no livro, que é aquela que retrata a frase pichada nos muros da Arena, de que "A Série C é obrigação". Aposto que há um acervo fotográfico imenso a ser pesquisado, e está oculto por aí.
O LIVRO EM SI:
No primeiro capítulo "apresentação" o autor faz um resumo de suas experiências no estádio, das vitórias contra Marcílio e Criciúma, em 2000 e 2001, e resume o recente  período de derrotas pela série B, série C, Catarinense, etc. Trata da crônica falta de dinheiro - diz que em 2000 só tínhamos um patrocínio, e de 15 mil. Ataca a gestão Bartholi, corretamente, ao dizer que "ele pegou o Joinville na Série B e o deixou sem série", bem como pega no pé em razão da intromissão da política no clube, principalmente dos erros crassos do então prefeito Tebaldi e sua trupe.
Em "os antepassados", fala brevemente de Caxias e América, que ganharam 8 títulos catarinenses, mas estavam falidos quando da sua fusão que originou Tricolor.
Em "o nascimento" esmiuça as tratativas para a união dos elencos profissionais do Galo e do Gualicho, trata dos pioneiros que ficaram a frente do projeto, com destaque para João Hansen Junior, fala de nosso eterno presidente Waldomiro Schutzler, e dá a impressão que o JEC nasceu com o apoio da comunidade joinvillense (apoio hoje que é, no máximo, de parte de nossa comunidade). Menciona o primeiro título, conquistado no Estádio do América, menciona o carnê JEC Ouro, que por 12 anos foi nossa fonte maior de renda (chegou a 30 mil compradores, segundo o autor)
Em "a hegemonia", o autor fala de nosso período áureo, do octacampeonato, de grandes times, de o maior salário do clube ser de dez salários mínimos (pouquíssimo)- para o Nardela. Em "o título isolado", falou de 1987.

Em "agora a festa acabou", discorre sobre a perda da hegemoina, do fim do "JEC OURO", da falta de estruturação do Clube [pra variar apenas fazíamos times, o clube estava desorganizado, vivia em casa alheia - o Ernestão], a dependência dos bingões, a saída de Waldomiro e a chegada do atrapalhado Vilson Florêncio (cita o episódio de 1996, em Chapecó), a ingratidão para com nosso eterno presidente Schuetzler.

Em "uma nova era" elogia a construção do CT, por Florêncio, e abraça a tese esposada por Vogelsanger de que a partir desse momento, mesmo em dificuldades, começa a ser formar a torcida do JEC, pois até então o que havia eram espectadores de um time vencedor, Relata a debandada dos empresários que ajudavam o JEC após a saída de Waldomiro. Relata melancolicamente a década de 90 e início deste século.
Em "os apaixonados" faz um apanhado das torcidas organizada que o JEC já teve, e conta a história da relação de alguns torcedores com o Tricolor.
Trata ainda, superficialmente dos números do JEC, e faz uma crônica apaixonada do Ernestão [quem não tem saudade?], encerrando a sua obra.
 Só posso crer que a "história de uma paixão" seja a história da paixão de Alexandre pelo JEC - o que não é pouco. O problema é que na contracapa, a obra é anunciada como um livro que busca "resgatar os principais momentos decisivos dos 33 anos de vida do Joinville Esporte Clube". Infelizmente esse objetivo a obra não alcança.
Não quero ser tachado de chato ao apontar alguns pontos que poderiam ser melhores no livro; pelo contrário, tais vícios só fazem ressaltar o mérito de Alexandre Perger, estudante de jornalismo que escreveu a obra. Com muito pouco dinheiro, captado junto ao Município e Estado, produziu uma boa reportagem sobre o JEC.

Há muito a avançar na pesquisa (e escritos) sobre a história do Tricolor. E urge que se faça, porque a história viva de nosso Clube ainda está por aí. Acredito que todos os presidentes ainda estejam vivos (de vez em quando vejo o Waldomiro Schuetzler pela rua, e fico, de longe, o admirando), e outros dirigentes importantes também (Virmond, Sagaz, Fontan, etc.) estão a nosso redor. Infelizmente João e Cau Hansen já se foram. O Giuliari também já morreu, e teria de ser ouvido - quem se habilita a freqüentar uma mesa branca?
Muitos dos radialistas que acompanharam o surgimento do JEC continuam na ativa (França, Mira, Marco Antônio, Maceió, Ricardo Passos, entre outros).
Ex-jogadores importantes se reúnem vez em quando, muitos moram por aqui, e outros, dada a facilidade dos meios eletrônicos poderiam ser contactados.
Seria importante uma obra de maior vulto, com maior foco historiográfico (a obra de Perger, como ele mesmo diz, é um livro-reportagem - e nisso não vai demérito, só a distinção entre uma e outra coisa), e que aproveite além das fontes escritas - jornais, principalmente, e os arquivos do clube - fontes orais que ainda estão por aí, mas não se sabe por quanto tempo. Quem se habilita? NÃO PERCA A MEMÓRIA, JEC!

22 de jun de 2011

AU REVOIR... TIRO UMA SEMANA DE FÉRIAS DA VIDA E DO JEC

Vai dar pra curar a frieira!
Aproveitando as férias que o Sandro já anunciou que vai tirar - é um traíra consumado -, achei por bem também dar um descanso "pras" idéias, e saio hoje e volto só na segunda-feira próxima. Não sei se escreverei neste período (vou ver se escuto os jogos no laptop e respondo aos comentários), mas deixei uns dois posts programados para publicação, um sobre o livro do Alexandre Perger sobre o JEC (Glória e Fracasso), que li por estes dias, e outro sobre um assunto qualquer (o 3-5-2, talvez).
Não sei se ouvirei o jogo contra o Marcílio, boa sorte pra quem vai à Arena, e acho que nem será preciso, pois venceremos o fraco time "in the navy".
Contra os boys do subterrâneo, também estarei distante, mas ai já tenho um certo receio, pois se trata de um jogo decisivo, e sabeis vós (que chique) como o JEC anda se comportando em partidas desse naipe. Que ganhemos para evitar uma parada muito longa até o início da terceirona.
Espero estar aqui de volta para acompanhar as finais da Copinha contra o Bruxqui, dês que façamos o nosso papel nos próximos dois jogos, pois somos (inegavelmente) o time mais forte dessa competição. Não chegar à final será incompetência clara.

Voltando às férias, eu até conjecturei ir a Maceió para descansar, mas aí pensei bem e vi que não seriam férias, mas karma, e desisti. Quem aguenta o ano inteiro de alagoas não merece tal suplício nas férias. Vou então pra Mafra caçar curió, e depois pra Massaranduba, pescar cará na arrozeira. Se tudo der certo, volto na segunda com dois quilos de pescado pra guardar na geladeira à querosene. Não deixem o blog às moscas - para isso já basta eu (como disse, tentarei responder aos comentários). AVANTE, JEC (que eu tô parando)!

20 de jun de 2011

QUEREMOS MESMO CHEGAR À DECISÃO? E PARA QUÊ?

Então a hora de jogar bem - na Copinha -  chegou. Fiquei três dias sem escrever porque o JEC está mais parado que olho de vidro. Mas finalmente alguma coisa de relevante aconteceu, então é hora de voltar à pena.

Pois não é que o Metrô foi a Concórdia e meteu três bagas no Concórdia? (Olha a merda de não ter vencido o fraco time do Oeste!) Assim, ficamos na obrigação de não perder nesses próximos dois jogos. E mais, é indispensável que vençamos o fraco Marcílio Dias no feriado e no mínimo empatemos com o Metrô fora de casa para vencer o returno da Copa Santa Catarina e assim chegarmos à final. E isto é obrigação, se não quisermos ficar três ou quatro semanas sem adversários, tendo que procurar amistosos para não perder ritmo até a estréia na Série C (se perdermos ficaremos parados entre o dia 26.06 e a estréia em 24.07; se ganharmos jogamos a segunda partida da final em 10.07).
Ora, se a Copinha servia para preparação à Série C, então a hora de acelerar a preparação é exatamente agora, e para isto, o importante é classificar para a final, pois então teremos mais dois joguinhos contra o Brusque, o time melhorzinho dessa competição, para aprontarmos nosso time. Ficarmos parados será uma merda.
Espero que os responsáveis pelo "planejamento" tricolor saibam disso, incutam essa obrigação no elenco, mas, no caso de perdermos do Metrô (e ficarmos de fora da final), estes já tenham no bolso um plano B, ou seja, já tenham alinhavados um ou dois amistosos nesse período que podemos ficar parados.
Não quero, na eventualidade da derrota para o time de Blumenau, ouvir, logo após o jogo, que agora não temos calendário, e teremos que buscar adversários para amistosos, pois essa derrota não constava de  nosso "planejamento". Ora, planejar é exatamente isto, avaliar as possibilidades, conjecturar, e estar pronto para agir nas mais diversas hipóteses. AVANTE, JEC! 

17 de jun de 2011

JEC VENCE BEM, FINALMENTE

Já foram tantos os JEC x Brusque ou JEC x Metrô desde que comecei com o blog, que dá um certo enfado em ficar comentando esses joguinhos, mas ontem (pelo menos ofensivamente) fomos bem.
Entregando o "tutu" de bandeja para o Gualicho.
Um jogo bom de se ver, uma boa noite para ir à Arena, malgrado aos três minutos nossa defesa (com três zagueiros) tenha falhado terrivelmente e deixado o Brusque abrir o placar. Não tem desculpas, embora talvez haja explicação: início de jogo, dia frio, zaga desentrosada - não havia o homem da sobra. Temos que corrigir.
Mas logo em seguida o Lima empatou, de pênalti. A partir daí o JEC tomou conta do jogo, já saiu vencendo o primeiro tempo por três a um (Gilton e Capixaba), e aos 42 do segundo tempo fechou o jogo em 4x1.
Além disso, metemos mais duas bolas na trave (Ricardinho e Jailton).
Lima e Capixaba se entenderam bem, o passe do Lima para o segundo fazer seu gol (possível impedimento) foi uma pintura. Ricardinho jogou bem (acho - e torço para isso - que terei de repensar meus conceitos se o Little Richard jogar sempre assim), e a meia-cancha com ele e Ramon também funcionou.
Uma pena que apenas 2500 torcedores foram à Arena ver a boa apresentação tricolor.
Arturzinho foi bem na entrevista, dizendo que qualquer avaliação seria prematura só por esse jogo, e que viu problemas a serem resolvidos, pois se nossos objetivos são grandiosos, temos de melhorar muito, principalmente na marcação direta e na recomposição defensiva.

Ah, e no segundo tempo o Pantico entrou no Brusque, só reclamou, levou bordoada de todo lado, e foi muito vaiado. Parece que sua presença por aqui não agradou nem à torcida nem aos ex-companheiros de time.

Por fim, são de lascar (e de envergonhar a diretoria) as declarações do dono cavalo vermelho, de que não foi sequer procurado para patrocinar o JEC, de que não tem interesse, neste momento, de patrocinar o JEC, embora "não tenha nada contra a diretoria".
Porra, tanto se reclama de falta de dinheiro no Clube, e dentro do Conselho tem um cara que tem a grana (cem "conto"), mas este prefere repassá-la ao Caxias.  Por quê? AVANTE, JEC!

Ficha técnica: Joinville 4x1 Brusque, Arena, 16.06.2011, 2459 pagantes.
Joinville: Ivan; Pedro Paulo, Enio e Renato Santos; Eduardo, Mateus, Ricardinho (Jaílton), Ramón (Thiago Real) e Gilton; Lima e Ronaldo Capixaba (Aldair). T: Arturzinho.
Brusque: Wender; João Neto, João Vitor (Tayron), Tiago Couto e Pereira; Fabinho (Pantico), Leandro Leite, Wellington Simião (Thiago Cristian) e Marcelinho; Aloísio e Leandrinho.  T: Hélio Vieira.
Gols: Lima, 5', Gilton 31' e Ronaldo Capixaba aos 37 ' do 1º T, e Lima, aos 42 do 2ºT.

15 de jun de 2011

A CRÍTICA DA CRÍTICA DA CRÍTICA (OU O OBSERVATÓRIO DOS ONANISTAS)

Os fatos acontecem, a imprensa critica ou comenta, alguém faz a crítica da crítica. E aqui estamos nós, fazendo a crítica da crítica da crítica. Haja saco e tempo para perder com coisas desimportantes, mas gozando (ui!) minhas férias, vamos em frente!
Não é o observatório do "gavião", como se vê pela coruja.

Eu e alguns amigos usamos uma expressão, para quando alguém não tem o que fazer ou falar, e faz algo apenas para enrolar ou encher lingüiça: este aí está "a punhetare". Pois OBSERVO que andamos (ou anda-se) a punhetare sobre o JEC.

Dando notas para jornalistas, chamando um ou outro de urubu, criou-se no site que embora não oficial, é no mínimo oficioso do JEC - pois mantido todos sabemos por quem - um caso típico de masturbação ideológico-clubística, que pode até dar algum prazer para o autor, mas não cria nada, não acrescenta nada, só tumultua, joga a imprensa ainda mais contra o clube (ou contra a diretoria), entre outros contratempos. 

A meu sentir, trata-se de diversionismo puro, de um meio de desviar a atenção e a discussão daquilo que é importante. Só pra mencionar: técnico novo; adoção de um esquema nunca pensado quando feitas as contratações anteriores (Giba não cogitava o 3-5-2); esta semana já se fala em três novas contratações (e evidentemente deve haver novas dispensas); o Jocinei foi posto de escanteio; conseguimos a proeza de novamente empatar com o lanterna do Catarinão; o Chris parece que caiu novamente em desgraça; etc, etc.

Mas cada um faz o que quiser com seu tempo livre (hehe)!

Não quero ser contraditório, porque aqui no blog também se mete a lenha na imprensa, de vez em quando, mas o que acontece e que eu sou um MERO TORCEDOR, não tenho cargo no Clube, não falo em nome do clube contra a imprensa, não tenho uma estrutura de ASSESSORIA DE IMPRENSA, que em tese, é quem deveria fazer o contato entre clube e a mídia. (A propósito, sugestão para reduzir gastos do clube: demitam os assessores de imprensa, porque imagino que são figurativos, dados os últimos acontecimentos).

Concluo: se fôssemos dar nota às atitudes de diretoria, qual seria a nota? E ao Diretor de Marketing? E aos 7 técnicos demitidos? E àqueles que administram o clube com um déficit constante? E aos jogadores que treinam na Sibéria? Posso apostar que se dependesse do JEC, o bordão "DEZ, NOTA DEZ", de Carlos Imperial sequer existiria.

Ah, e não adianta vir aqui retrucar e querer me dar lição sobre alguma coisa, porque este blog é completamente amoral e já se considera nota zero, à esquerda. A PUNHETARE, JEC!

13 de jun de 2011

ESTOU SERIAMENTE PREOCUPADO COM O ALAGOANO...

Mas não sei se a preocupação não deveria ser comigo mesmo, com este blog. Estou em crise existencial severa a partir de hoje!
Crise existencial no traço genial de Angeli!
A razão é que, não sei exatamente porque, o alagoano saiu, assim do nada, da letargia que o atacava há anos, e enfileirou três ou quatro colunas boas, corretas, chegando-se ao cúmulo de a coluna "dele" desta segunda-feira última, por outras palavras, dizer quase o mesmo que escrevi no post da madrugada de domingo. Ando concordando demais com o Menestrel!

Torço, sinceramente, para que não seja um espasmo criativo do "mestre", um tumor cerebral que tenha afetado para melhor o seu raciocínio. Eu, sem dúvida,  gostaria que ele voltasse a exercer sua profissão de modo interessado - E CONSTANTE - sem se preocupar com Ayres Marchetti, Robertinho imbitubense, Zunino, Maicon Sizenando, Fernandinho Santa Clara ou outros personagens comuns no seu texto que só a ele interessam, e que não trazem nenhuma informação relevante para os leitores joinvillenses (a grande maioria dos leitores do jornal é desta cidade), quanto mais para os torcedores do JEC.
Agora, vejam bem, de nada adiantará o lampejo jornalístico se amanhã ou depois ele voltar àquelas colunas com erros factuais, opiniões descabidas, elogios inexplicáveis às pessoas acima citadas (hoje já voltou a puxar o saco do Zunino). Não estou absolvendo plenamente o alagoano por algumas colunas boas, mas apenas concedendo um sursis.

De qualquer forma, a minha maior preocupação é que não seja o texto do Maceió que esteja melhorando, e sim este blog piorando a olhos vistos (e só eu não vejo)! Se isto acontecer, me avisem imediatamente, que eu paro! 

Voltando a falar sério, o maior desejo do blogueiro é de que a nossa imprensa melhore a cada dia, seja ótima e profissional, sem bajulação ou ocultação de erros, e com isso, pressione o clube e os dirigentes, mostre as mazelas do Joinville, aponte soluções, etc.
Nesse quadro o blog perderia importância, e eu confesso não ficaria nenhum pouco frustrado com a concretização dessa remota hipótese, e eu poderia me dedicar exclusivamente a torcer para um time, que nessa conjuntura, tenho certeza, seria melhor do que é hoje. CONTINUA ASSIM, MACEIÓ! AVANTE, JEC!

MAIS UM JOGO PERDIDO (EMBORA EMPATE) E UMA BOA REPORTAGEM DE AN.

Tá meio chato acompanhar o JEC!
Ouvi só o segundo tempo do jogo contra o Concórdia - parece que o JEC esteve melhor na primeira etapa - e até os 39' perdíamos por um a zero para um time que, lembremos, foi rebaixado no Catarinense, quando Lima (sempre ele) empatou o jogo com a ajuda do irregular gramado de Concórdia e do goleiro reserva (Segala - vulgo "o gramático" - foi vendido) do frango d´oeste.
Como sempre diz o Karpanno no twitter, o time é Lima e mais 10. Eu, na verdade, perguntaria: é Lima e mais quem? - Porque a turma não anda ajudando.

Não adianta ficar discutindo essa mesmice que o JEC está mostrando nos últimos jogos. Obviamente o Arthurzinho não teria como mudar tudo em três ou quatro dias (é a diretoria que muda tudo quando bem quer), e a equipe foi a mesma coisa de sempre, o mesmo time titular, as mesmas substituições (Aldair, David, Tiago Real), logo os comentários são os mesmos de sempre, e me escuso de fazê-los para não cansá-los.
Teremos pouquíssimo treino até o jogo de quinta-feira (contra o Brusque - que já é líder de novo) em que a vitória é imprescindível se ainda queremos algo na Copinha. Se der pra acertar alguma coisa em três dias, será na vontade - que anda em falta - e na conversa. A perspectiva para o próximo jogo, portanto, não é "grandes coisa". O negócio é que alguma coisa precisa mudar - espero que só a atitude, pois de time e técnico já cansamos de mudar -  para que não comecemos nossa competição mais importante do ano - a óbvia Série C - de cabeça baixa, com maus resultados. Será que teremos mudanças no time já na proxima partida?

E neste domingo saiu uma reportagem muito boa em ANotícia, do Lucas Balduíno. Não é foi uma coisa apressada, um texto daqueles automáticos, que estamos cansados de ler por aí. Perguntou a especialistas em esporte sobre os problemas da administração  e coletou depoimentos antigos dos técnicos demitidos na atual gestão do futebol Tricolor.
É claro que todos foram demitidos, e quem toma um pé na bunda sempre fala umas e outras, mas a constância e uniformidade das análises falam po si sós. Será que todos os técnicos estão errados e só a diretoria e o clube certos? Vejam as frases dos "professores" que ganharam o bilhete azul, em ordem cronológica:

"Eu já queria pedir a dispensa dele, que estava lá por causa do pai, que é dirigente. Ele não tem condições de jogar no JEC. Nunca passei por uma situação dessas, de ter um jogador por imposição de dirigentes" - Leandro Campos.

"Em virtude do resultado, isso é normal do futebol. O time precisa de uma mexida - Gelson Silva.

Se eu ficasse, o Joinville seria campeão. Eles não tiveram paciência. Era normal a queda de rendimento da equipe após o título do primeiro turno - Sérgio Ramirez.

Fui contratado para um projeto de longo prazo. Se eu soubesse que seria assim, eu não teria treinado o Joinville - Mauro Ovino (a propósito, atual campeão catarinense).

Não entendi a demissão. Eles me deram um grupo e jogadores que não tinham condições de entrar em campo. Mesmo assim, o trabalho estava sendo feito" - Edinho Nazareth.

O problema são as pessoas que pensam futebol no Joinville. O JEC é maior que essas pessoas que precisam repensar como estão fazendo futebol" - Leandro Machado.

"A diretoria do Joinville é torcedora, principalmente o Márcio. O clube precisa fazer contratações seletivas e evitar despesas com tantas rescisões" - Giba.

Quem não teve oportunidade de ler, vale a pena conferir no AN na internet. As conclusões de nosso técnicos traçam um quadro sombrio da forma de condução dos destinos do JEC nos últimos tempos. AVANTE - E PROFISSIONALIZA - JEC!

Ficha técnica: Concórdia 1 x 1 Joinville. Concórdia, Domingos Machado de Lima, 12.06.11.  

JEC: Ivan; Enio, Pedro Paulo e Linno; Eduardo, Mateus (Aldair), Ricardinho (Tiago Real), Ramon e Danilo Tarracha (David); Ronaldo Capixaba e Lima. T: Arturzinho. 
Concórdia: Darlan; Tomas, Charles e Sig; Maurício, Machado, Rodolfo, Toldi (Lucas) e Brasa; Moretto (Sertão) e Murilo (Mariano). T: Ilton de Almeida.
Gol:  Lima, aos 39/2º tempo.

     

9 de jun de 2011

POR QUE MOISÉS NÃO ENTROU NA TERRA PROMETIDA?

Na bíblia, Moisés não pode entrar em Canaã (a terra prometida) pois teria desobedecido ao altíssimo, e em vez de falar com a rocha da qual sairia água, nela bateu com seu cajado - partiu pra ignorância sem a aquiescência divina. Não cumpriu a ordem estrita que lhe foi dada.  Mudando o que deve ser mudado, o nosso Moysés não obedeceu ao Poderoso Chefão do JEC.
Resumindo, ele desobedeceu a ordens da direção.
Nereu disse que ficou determinado que ele, o cândido, fizesse viagens a Belo Horizonte e Porto Alegre, para avaliar jogadores de Cruzeiro e Internacional. Além disso, ele deveria fazer a ligação entre a divisão de base e o profissional, devendo gastar metade de seu tempo para cuidar da base, e metade para cuidar dos profissionais. Não que o JEC seja a terra prometida (na verdade, passa bem longe disso), mas o Cândido perdeu seu empreguinho e foi pro beleléu por não cumprir ordens.
As intenções da diretoria - cuidar da base, principalmente - eram corretas e importantíssimas. Não fazer esse trabalho vai contra o "projeto" de futuro do JEC, de cuidar da gurizada para criar jogadores profissionais e fazer caixa (se não fosse o Ramires estaríamos ainda mais quebrados do que estamos hoje).

São essas razões explanadas pelo Diretor de Futebol suficientes para a demissão? Pode-se dizer que sim, pode-se dizer que não.
Se alguém que trabalhasse para mim descumprisse uma ordem, eu também ficaria puto da cara. Continuaria com o empregado?
Tudo é uma questão de análise de custo-benefício. O cara é bom pra caralho? Releva, conversa, reforça a ordem e exige cumprimento, e toca em frente se ele rever seu erro e se dispor a cumprir a ordem. O cara é meia-boca, relapso, e não quer se emendar, manda pra puta que o pariu. Tchau e bença.

Eu acho que o cara era bom, e dava pra contornar o problema. Mas o Márcio é linha-dura e não aceita insubordinação, então, na cartilha marciana, Moysés praticou um pecado mortal, não um mero pecadilho venal. Então, o JEC é assim, e o Cândido, talvez até para afirmar sua autonomia gerencial, avaliou mal a situação e resolveu agir como entendia ser o correto.
Embora eu - e aí é subjetivo, ou seja, cada um pode achar o que quiser - considere que Moysés deveria ficar, até compreendo a demissão, e com o passar dos dias parece mais justificável a demissão do gerente do que a do Giba - pois este é apenas o presente e Moysés também deveria cuidar de nosso futuro.
Vamos ver se o Lazarento (ops, Nazareno) cumpre as ordens, e faça essa porra dessa divisão de base dar resultados (mas não esqueçamos que isso não vai acontecer em 4 ou 5 meses, que tem sido o prazo de validade da pessoas ligadas ao futebol do JEC).

É isso, não é fácil tirar leite de pedra. E se quiseres fazê-lo, é melhor falar com a pedra, e não bater nela, porque alguém pode ficar puto.

Antes de terminar, quero falar de uma coisa, adivinha onde ela anda... (desculpas, por um minuto viajei com o Milton Nascimento). Quero falar de algo de que o JEC não tem culpa alguma -, e por isso, aqui a reclamação não é com o JEC, mas com a FELEJ e com a imprensa (que repercute sem crítica) - mas é que se trata de uma (ou duas) mentira que todo dia é repetida nos programas esportivos, durante o "Momento FELEJ": a FELEJ arrota que cuida da Arena.
Cuidar da Arena é um exagero. Nosso Estádio Municipal está pela hora da morte, no canto ali onde ficava a "desorganizada da curva", está nascendo, na arquibancada, pasmem, uma árvore. Não é mato, não é arbusto, é uma árvore. Vou tirar uma foto no próximo jogo - se eles não lerem e arrancarem - e vou postar aqui. 
E há ainda outra mentira, e dupla - anunciam que foi instalado pela FELEJ um placar de alta definição. Dupla porque o placar foi instalado pela Tupy (pela merreca de 50 contos) e não pela FELEJ, e se aquilo é de "alta definição", minha vó é uma bicicleta, como dizia o pequeno-grande Miguel Livramento (sempre é bom rir e ver esse vídeo aqui, que já postei anteriormente, é um bálsamo). AVANTE, JEC!

7 de jun de 2011

AS EXPLICAÇÕES DO GIBA E SE NÃO TEM ARTUR NETTO...

Não tô muito bom de raciocínio (e sem muito saco), só vou relatar o que o Giba disse ontem. As conclusões são com vocês - aliás, nesse último post os comentários foram em número recorde - obrigado.
O Giba ontem foi de uma educação ímpar, deu entrevistas para todo mundo e não colocou panos quentes, não contemporizou, disse o que sentia, e o que aconteceu, inclusive que já entregara anteriormente o cargo. Se era o melhor técnico do mundo? Não era - mas veio e disse algumas coisas que precisavam ser ditas. E foram ditas não por esse blogueiro, ou qualquer palpiteiro, mas por alguém que estava lá.
Não era esse?
O DESGASTE:
Gilberto explicou seu desgaste com o presidente.
O primeiro confronto se deu quando se decidiu -conjuntamente, ou seja, Diretoria + Comissão Técnica - pelo afastamento de alguns jogadores. No entanto, aos atletas foi dito que o Presidente queria que os jogadores ficassem, e que apenas o treinador queria que eles saíssem. Isso gerou um péssimo clima dentro do vestiário, sentindo-se Giba "aborrecidíssimo" com isso. Citou Souza e Pantico como jogadores que estavam nessa situação.
Depois, em relação ao Daniel, no jogo contra o Concórdia, o presidente queria o afastamento e Giba precisava dele em razão da viagem do Eduardo (falecimento da mãe) e a recente chegada de David, que ainda não tinha ritmo de jogo, era um jogador novo e desconhecido do treinador.
Continou o ex-treinador: essas discordâncias podem acontecer, são normais no futebol, mas isso não pode passar para fora do Clube. Que algum jornal da cidade (até aí tudo bem, imprensa fazendo seu trabalho) deu detalhes pormenorizados disso que houve dentro do Clube (aí tudo mal, tinha alguém vazando informações).

SOBRE O PLANEJAMENTO:
Que o processo administrativo do Joinville para se desfazer de jogadores - decisão que refoge à alçada do treinador - é muito estranho. Esse negócio de deixar os jogadores, por aí, treinando, mesmo sabendo que não fazem mais partes dos planos do Clube, não leva à nada.
Na opinião do Giba, o processo de dispensa deveria ser muito simples. Não vai aproveitar, paga o que deve (onde está  o dinheiro, hein?) e libera. Não fica com os caras dentro do clube, treinando em separado.


Giba disse o JEC precisa de um projeto de médio ou longo prazo, e isso é inviável com um elenco com idade média de 30 anos, que ele encontrou quando chegou a Joinville (seria necessário uma média de idade por volta de 22 ou 23 anos). Ontem, quando Giba deixou o clube, disse que deixou a média de idade dos atletas do JEC em 24 anos. Se se quer um planejamento mais a longo prazo, deve-se buscar atletas emergentes, não velhos. O jogador tem seu auge entre 22 e 28 anos. Claro que há exceções que rendem além disso, mas a regra deveria ser essa, contratar gurizada.
Todas as contratações - com exceção do Capixaba - Ênio, Tarracha, Glaydson, Ivan, Ricardinho (Giba disse que adorou - ui! - este jogador) tiveram participação do Gilberto.

Que o Clube tem chance de subir, com o elenco que esta aí, mas não sabe se estruturalmente o clube tem condições de disputar a série B. Se o Clube não tem condições de inscrever jogadores na Copinha, não sabe se o clube teria como se organizar numca competição muito mais difícil, se teria como arcar com despesas de uma série B, muito mais cara.
O Joinville precisa de um projeto. O Joinville não tem esse projeto. Palavras conclusivas do Giba.

QUEM NÃO TEM ARTUR NETTO, CAÇA COM ARTURZINHO.
Não vou conjecturar. Arturzinho é nome conhecido, mas não sei de detalhes sobre seu trabalho. É esperar pra ver. Tô cansado de ficar imaginando algum futuro, se nem o clube pensa no futuro. Mas pra economizar na rescisão, sugiro que o contrato tenha apenas 4 meses de duração.
E o Nazareno Silva? Muitas reações contrárias a ele no twitter. Também não tenho opinião sobre mais um salvador, como disse o França (Moysés, Nazareno, e acrescento o Edinho Nazareth). Vamos ver se as especulações se confirmam. É ISSO, POR HOJE. MUITA FÉ, JEC!

6 de jun de 2011

(DES)PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO II - GIBA E MOYSÉS CÂNDIDO DEMITIDOS

FALANDO DIRETO DO REINO DA UTOPIA:
Agora vai! Agora tudo vai dar certo! Todos os problemas do JEC foram resolvidos em uma só canetada, e como que por encanto, entramos no caminho certo! Com a demissão de Giba e Moysés Cândido (o otimista, epíteto que se confirma ao acreditar no "projeto" do JEC), tudo entra nos eixos. Daqui pra frente, tudo vai ser diferente, como diria o Rei Roberto Carlos.

NO MUNDO REAL:

E assim ficamos, planeja-se até chegar a um beco sem saída.

Penso eu que tudo começou por causa do afastamento, pela Diretoria, do Daniel - com o qual o Giba não concordou - e acho que de birra o Giba tirou o David do time e ressuscitou o Eduardo.
E agora? O planejamento para a série C não passava por contratações requeridas pelo Giba, e muitas delas agitadas pelo Moysés? O que fazer com Pedro Paulo, Júlio Bastos e tantos outros que eram homens de "confiança" do demitido - e só dele?

A Copa Santa Catarina não era um treino? Por que se demitir um técnico que está apenas treinando o time, quando em tese os resultados não eram importantes? Por que demitir exatamente depois de uma vitória?

Todos os problemas do JEC foram diagnosticados pelo Todo Poderoso Márcio Vogelsanger, que tomou sua decisão: todo mundo pra rua. O Mira afirmou ao meio dia que a demissão foi por incompatibilidade do Treinador Gilberto com o capo. Não seria a primeira vez. Ramirez, Leandro Machado, Leandro Campos, Edinho, quem mais vem por aí?
E o jornalista ainda quis dizer que o Moysés não mostrou a que veio, por vias transversas apoiando o presidente - e, ainda bem, o Gabriel Fronzi imediatamente defendeu nosso ÚNICO DIRETOR PROFISSIONAL, elogiando seu trabalho. Se tá ruim com profissionais, imaginem com amadores.
E se esses caras demitidos eram uns merdas, quem eles contrataram (ou endossaram a contratação) são bons e vão continuar por aí? E a turma da Sibéria (Souza, anãozinho, Daniel, Maximus, Paulo Sérgio) vai ser reintegrada ao elenco?

O Giba era o Rinus Michels, o Pep Guardiola, o José Mourinho? É claro que não, é um técnico medíocre - no sentido de mediano, de não ser uma maravilha, escalava erraticamente e substituía mal durante as partidas. Mas quem é que (com gabarito) por uma merreca qualquer vai vir treinar o Tricolor? Querem o Felipão? Beleza: custa 700 paus por mês - e o JEC arrecada 450.
O Benazzi e o Márcio Goiano pediram mais de 100 mil pra treinar o Tigre na Série B, e olha que não são nenhuma Ferrari.

Sugiro também àqueles que viram "tempestade em copo d´água" em críticas da imprensa e dos torcedores ao desempenho do Joinville, que mostrem aquela defesa do "planejamento" aos próprios dirigentes, porque aquele blog que tanto endossou nossa visão estratégica deveria servir de inspiração aos mandantes do clube. Nem veio água, mas a tempestade está aí, em copo meio cheio ou meio vazio.

HIPÓTESES:
Vamos contratar o Argel Fücks? Foi um puta de um cabeça-de-bagre, sujo, batia até na mãe quando era jogador, e seus times se notabilizaram por descer o cacete, baixar a porrada (o Criciúma tinha jogador expulso a toda hora). Vai ser assim o JEC da série C? Talvez seja essa mesma a melhor solução; quanto mais feio, quanto mais porrada, melhor, e quem sabe o diabo escreva certo por linhas tortas.

Agorinha na Rádio Clube aventaram até o Itamar Shulé... Já deu errado por aqui e não faz muitos anos. Mais do mesmo, de novo?
Haverá uma coletiva agora às 15 (daqui a meia hora) e nenhuma notícia deverá ser alvissareira. Escutaremos ladainha já conhecida(falta de resultados, incompatibilidade, não utilizava bem os atletas contratados, etc.), e que a hora de corrigir o rumo era agora, antes do início da Terceirona, etc, etc, etc, etc, etc.

CONCLUSÃO:
A lógica, essa insuportável que costuma estar certa em grande parte das vezes, indica que não vai dar certo.
Proteja-me santo - e serve qualquer dos santos das causas impossíveis - dessas pessoas ruins. Já temo, antecipada e seriamente, pelo pior, e ficarei contente com o ruim.

Sou um tremendo idiota, e acredito sempre que vai dar certo. Daqui a meia hora ouvirei o rádio, porque sou um crédulo. Vou ouvir o nome do novo treinador e concluirei: com esse vai!
Mas dessa vez, fico com um pé um pouquinho mais atrás. Na verdade, a cada vez vamos ficando mais com os pés (ambos) para trás.
Há um texto da Marina Colasanti que começa assim: "Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia".
Destaco algumas frases da escritora e depois parafraseio. Primeiro quem tem talento:
"A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá".

Agora este blog: A gente se acostuma a times ruins, porque acha que é assim mesmo; a gente se acostuma a fazer campanhas medianas no Catarinão, porque poderia ser pior, e sermos rebaixados; a gente se acostuma à troca de técnicos, porque acredita que a diretoria sabe o que faz. Mas essa nossa sucessão de acomodações, de maus costumes, faz com que nos acostumemos ao errado, a perder. E de tanto se acostumar a perder, a gente esquece como é ganhar.  SEMPRE ANDANDO PRA TRÁS, JEC! É FODA!

5 de jun de 2011

GANHAMOS NA BOLA PARADA. MAS...

Não fui ao jogo contra o Metrô, não sei exatamente o que aconteceu, só acompanhei por alto, na rádio, mas mesmo assim cabem alguns palpites.
Reconheço, a contragosto, que os dois gols tricolores nasceram de bolas alçadas à área, exatamente pelo Little Richard, e de jogadores que, em princípio, são reservas (Capixaba e Pedro Paulo) - é uma evolução e é bom contar com opções efetivas no banco de reservas.
Vou torcer para que tal fato vire uma tendência, e, fervorosamente, acreditar que Ricardinho tenha passado giz no taco, nesse tempo em que esteve lá pras bandas do Piratininga. Ademais, que ele não esqueça de que esses passes para gol serão importantes lá adiante. Agora é à brinca, não à vera; na Série C, será.

Não posso deixar de notar que sofremos gol também de bola parada, sempre preocupante.

Mais uma vez tivemos um jogador expulso. Lá em Brusque foram para a rua Lima e Zanutto, aqui o Renato Santos de uma de cabaço e conseguiu ir pra rua com 15 minutos de jogo.
São pequenas coisas que temos de ir acertando, fazendo sintonia fina, pois cada detalhe pode ser decisivo lá adiante, não podemos fazer cagada na Série C, pois cada passo em falso pode ser definitivo numa competição curtíssima.

O horário da partida: tudo muito legal, jogo às 10h, um bonito dia de sol, mas a experiência não deu certo, infelizmente. Pouco mais de 1700 torcedores foram à Arena. É claro que a culpa não é só do horário, pois no jogo JECXFLU, na Série B/98, 11 mil pessoas foram ao Ernestão sob chuva, ou seja, a culpa também é do JEC que jogou um jogo-treino contra o Metrô na Copinha Santa Catarina. Temos que voltar a jogar contra os grandes. Do jeito que está é dose pra leão. Deu mais gente na Catedral, aposto. AVANTE NO RETURNO, JEC!

Ficha técnica: Joinville 2 x 1 Metropolitano, Arena, 05.06.2011
Público: 1.773 (total) Renda: R$ 8.290,00 (prejuízo na certa)JEC: Ivan; Eduardo, Linno, Renato Santos e Danilo Tarracha; Júlio Bastos, Diego Zanuto (Tiago Real), Ricardinho e Jaílton (Pedro Paulo); Aldair (Ronaldo Capixaba) e Lima. T: Giba.Metropolitano: Dalton; Marcus Vinícius (Mateus), Elton e Leonardo; Nequinha, Alex Albert (Andrei), Juliano (Artur), Edimar e Márcio Goiano; Jonatas e Willian. T: Lio Evaristo.       
Gols: Ronaldo Capixaba, aos 21/2º tempo e Pedro Paulo, aos 26/2º tempo (Joinville).

4 de jun de 2011

MISSA DAS DEZ

No tempo em que eu acreditava em coisas inacreditáveis, havia a missa das dez, na Catedral, não sei se ainda há; Amanhã, pra quem busca uma desculpa para faltar à reza, há uma perfeita: o crássico JEC x Metropolitano, às 10 horas da madrugada deste domingo.
Pára de rezar, putada, e vamos pro jogo!
De qualquer maneira, a saudação final do padre, "vamos em paz e que o senhor nos acompanhe" é um bom lema para o jogo de amanhã.

Minha memória é falha, mas se não me engano (e o google me ajuda) já jogamos pela manhã na Série B de 1998, contra o Flu, no Ernestão; disputamos contra o XV de Piracicaba pela Série C de 1995 e perdemos nos pênaltis, em um dia de muita chuva; e a Recopa de dois anos atrás, que ganhamos e pude assistir pela Rede Vida.
Portanto, as lembranças  de jogos matutinos são boas. Naquele 1998 fizemos boa campanha na Série B; em 1995, conseguimos o acesso à segunda divisão, apesar da eliminação (vários clubes, vejam só, desistiram da Série B de 1996 e fomos convidados); e em 2009, ganhamos um título, chinfrim, mas um título.

No time, naturalmente volta o Lima. Somente agora saiu o time titular:  Ivan; Eduardo, Linno, Renato Santos e Danilo Tarracha; Júlio Bastos e Diego Zanuto, Ricardinho  Jaílton, Aldair e Lima.

Vamos fazer um domingo diferente, ver o JECÃO no domingo pela manhã, provavelmente com um belíssimo dia como o que está fazendo hoje. Depois, até dá para fazer uma moral com a patroa e almoçar com a família. Mas, antes disso, vem o JEC. AVANTE, JEC!

2 de jun de 2011

MARCÍLIO E JEC - COMO FOI NOSSO TIME "NOVO"?

Em resumo: jogou como nunca; deixou de vencer como sempre!
Pra onde vai esse time?

O Rafa, meu amigo, até me ligou para irmos a Itajaí ver o jogo, mas, convenhamos, seria dose pra leão, ao menos antes de o jogo começar, fazer a viagem.
Jogada a partida, o que se pode dizer?

O Mira, no intervalo elogiou, disse que faltou um atacante matador - esse já sabemos quem é - e houve o mais importante - muita vontade. Até que enfim o time esfregou a bunda no chão. Pelo menos nos primeiros quarenta e cinco minutos - parece que no segundo tempo também, embora eu pense que o time tenha perdido fôlego no final. Fizemos um bom jogo.

Ouvi na rádio, tentei assistir na twitcam (não sei se a minha conexão é que é ruim, mas com a imagem pausando não consigo ver), e aparentemente melhorou - também, se piorasse depois das últimas duas partidas seria o fim.

No segundo tempo, embora aparentemente tenhamos ficado com a bola quase todo o tempo, tomamos o gol em chute de longa distância.
Corremos atrás e aos 39 empatamos, com um pênalti mal batido (na verdade, pênalti mal batido é o que não entra, logo esse foi perfeito) pelo nosso camisa 10. O pênalti se originou em jogada com a participação do Chris. Peço encarecidamente: não deixem o Chris no ostracismo, esse cara ainda vai ser titular, pois a melhor dupla de ataque que tivemos por aqui, em muito tempo, foi Lima e Chris, e os dois estão aí, não vamos desperdiçar!!!
Aos 42' Tiago Real poderia ter virado, mas chutou por cima.
Acabou empatado.


Considerações:
Vou começar uma campanha tal qual a do Mário, nosso comentarista aqui do blog (Profissionaliza Já): Tira a bola parada do pé do Ricardinho!!!!!!!!!!!! A bola sempre vem à meia altura, bate na barreira, não acontece porra nenhuma. Quem vem batendo bem na bola são Jocinei e Aldair, mas ambos serão reservas na Série C, pelo que entendo das idéias do Gilberto. Então achemos alguém que consiga jogar essa bola - sempre - dentro da área, na marca do pênalti, pois com Lima e Chris faremos gols de bola parada - desde que ela chegue.

Vamos tratar da bola parada!
Já cansei de dizer, e repito: na Série C a bola parada será importantíssima. O Giba tem que achar alguém que consiga botar essa merda de bola dentro da área. Não admito que a bola parada pare na barreira, quando se busca o cruzamento.

E minha profecia se realizou: empatamos, e o Giba, entrevistado, disse que viu melhorias, gostou da estréia de alguns jogadores, que estamos evoluindo, etc... Pode até ser verdade, mas a entrevista não podia ser mais previsível.

Nardela, o mito, disse que o time evoluiu: então eu acredito. Disse que o time foi MUITO (palavras dele) superior ao Marcílio, mas faltou um atacante.
Opinião minha, só depois de domingo, pois eu vou, sim, à Arena no domingo, ver o JEC contra o Metrô. Não consigo boicotar esse time. Hoje reproduzi o que disseram na rádio. 
Vamos deixar essa turma de hoje pegar ritmo, entrosar, para ver se vai dar liga. Pelo menos, deixamos a lanterna para o Concórdia (e o Brusque já ganhou o Turno). É uma "grande" evolução. AVANTE, JEC!

Ficha técnica: Marcílio Dias 1 x 1 Joinville, Hercílio Luz, 02.06.11
Joinville: Ivan; Eduardo, Linno, Renato Santos e Danilo Tarracha; Júlio Bastos, Glaydson (Tiago Real), Ricardinho e Ramon; Aldair (Jailton) e Ronaldo Capixaba (Cris). T: Giba
Marcílio Dias: Fabiano; Rogerinho, Ferreira, André Luís e Renan; Leandro Melo, Nilson Sergipano (Baraca), Ildemar e Maicon (Maicon Jr); Joelson e Leonardo (James). Técnico: Joceli dos Santos.
Gol: Ramon aos 39 do 2T.

TEREMOS UM NOVO TIME EM ITAJAÍ... E, QUEM DIRIA, COM EDUARDO.

Eis o novo time, mais uma vez. Agora resta saber se esse time é bom. Seis mudanças serão feitas: Ivan, Eduardo, Tarracha, Glaydson, Ricardinho (como eu temia) e Capixaba devem sair jogando. Ou seja, teremos um time sem entrosamento, que não deve fazer um grande jogo, como é natural de um grupo que nunca jogou junto.
Mas, finalmente, teremos os novos contratados à disposição. Agora é com o Giba.

De qualquer forma, temos um fato novo: Eduardo.
A escalação de Eduardo é uma supresa. E uma surpresa muito, mas muito estranha. Enquanto o Daniel esteve por aí, o Eduardo não tinha sequer chance na ala direita, ou seja, só posso pensar que segundo o Giba, o Daniel era MELHOR que o Eduardo, e mesmo assim a diretoria preferiu jogar na cova dos leões (rectius, deixar treinando em separado) o antigo titular.

Daí, contrataram o David, do Palmeiras B, uma promessa, um jogador jovem, etc... O cara faz um jogo em Brusque - numa jornada lamentável de todo o time -  e "perde" a posição pro Eduardo?

Então, assim, de repente, o cara que era a 3ª opção para a lateral-direita, em uma semana vira titular?
Porra, não tô entendendo mais nada, o JEC é muito complexo para mim. 
Não sei se o Giba tá de birra com a diretoria que afastou o Daniel contra a sua vontade; ou se ele realmente agora (depois de meses) descobriu o futebol do Eduardo; ou se o David é tão ruim (conclusão após apenas um jogo?) que o Eduardo é a opção menos pior.
Ah, é bom não esquecer que o Daniel tá ali na Sibéria treinando. Não ficarei surpreso se um dia desses ele for reintegrado.
Bom, quem conseguir desvendar o mistério que me explique.

No mais, o jogo contra o Marcílio é mais uma daquelas partidazinhas rame-rame, que a vitória será só cumprimento de uma obrigação, o empate ocasionará considerações do Giba na entrevista pós-jogo, dizendo que viu coisas boas, viu evolução da equipe (sem explicar exatamente qual a evolução), e a derrota terá a justificativa (usual) de que estamos ainda em período inicial de treinos para a Série C, e que não há porque se preocupar por agora, o time ainda não entrosou, o importante não é iniciar bem, mas terminar bem.
E logo disse à Torcida: põe aqui o olho e vê a minha
escalação; não sejas incrédulo, mas crente. Esse time vai
funcionar, Tomé!
Bom, quero continuar acreditando que estamos nessa fase de testes para a Série C, e que temos vários jogos da Copinha pela frente, os jogadores não estão nas suas  melhores  condições, e portanto, que está tudo sob controle.
Que não é hora de forçar o grupo, é só manter o time jogando para não perder ritmo e preparo físico, e no returno da Copinha, quando se aproximar a hora da Estréia na Terceirona, o time estará na ponta dos cascos fisica e tecnicamente, quando será a hora da escolha dos titulares e configuração da forma de jogar da equipe.

Mas tá chegando a hora em que ficarei tal qual São Tomé, e vou querer ver para crer, ou seja, para que eu possa acreditar, esse time vai ter que me mostrar alguma coisa. Por enquanto, estou cego: não vejo merda nenhuma! AVANTE, JEC!

1 de jun de 2011

APROVEITAMENTO DE 40% NO ANO - NÃO É SUFICIENTE NA SÉRIE C

Tive um estalo durante o jogo de Brusque x JEC, por um ouvinte do jogo, que se não me engano passou uma mensagem para Cacá Martan (que chique o nome francês!!), de que o Joinville, neste ano do senhor de 2011, só havia ganho 7 partidas. Fui conferir, e é a mais pura e triste verdade.
Ganhamos de times sérios só duas vezes (Avaí e Chapecoense, em casa). Depois ganhamos de timecos, como Imbituba - lá e cá, Concórdia - lá, Marcílio - lá e Brusque - aqui.
No mais, foram 7 empates e 8 derrotas. Disputamos 69 (ui!) pontos e fizemos 28, com um aproveitamento 40,58%.

Com um aproveitamento nesse patamar, tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que seria difícil sermos rebaixados para a Série D, pois faríamos 9,7 pontos, ou seja, ou 9 ou 10 pontos na primeira fase da Série C (mas e bom se ligar, pois houve um time que caiu mesmo com 10 pontos).
A ruim é que com esses 10 pontos, é quase certo que não classificaríamos para a segunda fase. Ninguém se classificou com 10 pontos, ano passado.

Há um agravante: nossos maus resultados em casa, ultimamente.
Digo isso porque um aproveitamento de 50% na Série C, em cada fase, pode ser suficiente para o acesso, penso eu. E isso significa que "apenas" vencer TODOS os jogos em casa seria bastante para subirmos para a Série B. Mas estamos pífios na Arena.
Em 3 dos 4 grupos da primeira fase da Série C-2010, doze pontos bastaram para a classificação à fase seguinte. Só em um grupo, muito desequilibrado, foram necessários mais do que 12 pontos. Mas, se alcançarmos 4 vitórias, classificaríamos pelo critério de número de vitórias em quatro de cinco grupos. Portanto, vencer na Arena é quase uma obrigação, mas que tem sido muito difícil de cumprir. Confira aqui como foram os grupos da Terceirona ano passado para ver o que nos espera.
A conclusão é uma só: nessa toada, vamos fazer figuração na Série C, ou seja, precisamos nos três meses da Série C MAIS DO QUE FIZEMOS nesses primeiros cinco meses de 2011.
Que o "novo" time - que o Giba ainda não colocou em campo - seja realmente melhor do que este dos "quarentinha por cento" se quisermos alguma coisa, até porque não vamos mais pegar babas como Imbituba, Concórdia, Marcílio e Brusque na Terceirona. A turma que vem por aí é carne de pescoço. E na Copinha, até agora, estamos com menos de 20% de aproveitamento. REAGE, JEC!