NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

30 de mar de 2010

ÔÔ, O TRICOLOR VOLTOU!! VOLTOU??


Na linha do que eu escrevera, esse jogo contra o Avaí era o ponto da virada. Ou o time se reerguia ou entornava o caldo de vez, e a crise se aprofundaria.

A verdade é que parece que o Ovino achou o time, mudando o esquema para 3-5-2, embora eu tenha achado o Lacerda um pouco perdido em campo, e o Carlinhos Santos tenha errado uns passos que pelamordedeus! Samuel esteve muito bem.

O tal de Miro Bahia ainda não me convenceu, apesar de ter feito um bom segundo tempo (no primeiro só escorregou, com a chuteira errada para o campo pesado), com um cruzamento perfeito para o gol do Lima. O Miro prende muito a bola, carrega demais, dá tempo de a marcação chegar nele. Parece um pouco ciscador. Aguardemos um pouco para uma opinião definitiva.

O tal de Emerson, que eu ainda não vira jogar pois no outro jogo ficou em campo 5 minutos, e contra o Brusque não pude ir, me pareceu mais jogador, mais incisivo, toca de primeira, e sempre em direção ao gol.

O time convenceu e jogando desse jeito é candidato sim, a vencer a final do campeonato! Torçamos pra que não seja fogo de palha, e contra Jumentus e Indiada não voltemos a praticar aquele futebolzinho merreca dos últimos dez jogos.
O Fabiano cavou o terceiro amarelo e o Lima foi expulso, não jogam contra o Jumentus - já rebaixado, em teoria uma vitória fácil. Essa expulsão não merece qualquer reprimenda. Não se podia deixar o babaca do Patrick mandar a nossa torcida ficar quieta impunemente, e o Lima foi lá e tomou nossas dores, tornando-se ainda mais ídolo da torcida tricolor.
Acho, enfim, que o tricolor do começo do campeonato voltou. Espero não estar enganado. AVANTE, JEC!

26 de mar de 2010

PISCINA E POÇO SEM FUNDO

Não há o que dizer sobre a derrota de quarta-feira. Perder numa chuva daquela é tão normal quanto ganhar, ainda mais quando tínhamos sete desfalques, e vimos jogadores que sequer lembrávamos que aqui estavam (veja-se Daniel, por exemplo). Prova do que falo vem do fato de que um de nossos gols foi contra, e o gol deles foi um nosso auto-gol (o popular gol contra do Lacerda).
Em resumo: a derrota na piscina não me incomoda.

Agora, o poço sem fundo que se anuncia em caso de falta de vitória no domingo, esse sim, me preocupa, e muito.
Se a campanha que tivemos nos últimos dez jogos fosse nas primeiras dez rodadas do campeonato, estaríamos pau a pau com o Juventus e a Chapecoense, lutando pra não cair.
Mas não adianta brigar contra os fatos. Começamos bem, ganhamos o primeiro turno, garantindo o vice-campeonato (atualmente, não há como disputarmos a finalíssima em casa), posição que cada vez mais acredito nos estar reservada. Do jeito que andam as coisas, ganhar o título é uma quimera (sei que a ingratidão, essa pantera, é minha companheira inseparável).

Não quero ser o secador corvo Edgar, do brilhante Xico Sá, escritor da Folha de São Paulo, e secar nosso JEC, mas nossa campanha recente beira o ridículo.

Acho que há dois caminhos: ganhamos domingo, e contra os dois lanternas do certame (Jumentus e Indiada) fazemos mais seis pontos para chegar no quadrangular do segundo turno, na quarta colocação, com dois jogos fora de casa, logo com poucas chances de sermos campeões, mas com garra, deixando o time na ponta dos cascos; ou, não ganhando, abandonamos essa porra de segundo turno, e vamos preparar o time pra finalíssima, poupando todo mundo e treinando pra cacete, para que o time venha em dois jogos e aposte tudo, jogue como dizem meus amigos do baralho (poker), um all in, tudo numa só chance.

Se eu fosse o Clint Eastwood, apostaria tudo num último disparo E se a aposta for furada, pelo menos corremos os riscos, e tentamos, até a última gota de suor, levantar o caneco, jogar a Copa do Brasil do ano que vem, e entrar na série D com algum favoritismo, desde que alguns bons jogadores (melhores do que os que estão aí) qualifiquem o nosso elenco. Nosso horizonte encurtou. Tomara que nossas perspectivas voltem a se ampliar. AVANTE, JEC.

22 de mar de 2010

A TRAGÉDIA DOS ERROS E A FALTA QUE VOCÊ FAZ


Hoje, dois assuntos: a comédia que foi a arbitragem do José Pascácio da Rocha e os defeitos do nosso time.

1. O que o José Acácio fez aqui ontem se compara a uma arbitragem de um JEC X Figueira, lá na década de 90, quando nossa torcida pôs abaixo o alambrado do Ernestão, e uma outra do tal de João da Silva (nenê ou dedé, por apelido), contra o Avaí (0X3), na Arena.
Seis cartões amarelos, dois vermelhos, tirando quase todo nosso time do próximo jogo. Isso sem falar que na expulsão do Renato Santos nosso zagueiro, que na verdade foi quem sofreu a falta, e não a cometeu. Ainda houve um possível pênalti sobre o Charles. Pra não dizer que só o critico porque nos prejudicou, hoje li que o José "pascácio" conseguiu dar dois amarelos para o Tesser e não expulsá-lo.

2. O time: pouca coisa mudou da gestão do Uruguaio para a do Ovino. O time continua dependendo só do Tesser e do Eduardo pra criar alguma coisa. Sem os laterais ficamos acéfalos.
Ricardinho e Lira parecem um jogador só, e mesmo sendo um só, jogam como se fossem nenhum. Ficam um ao lado do outro, parece que um marcando outro, mas não criam nada, só toques de lado, procurando se livrar da bola, ou dando um bago em direção ao ataque, ou passando pra quem realmente joga no Joinville (a meu quem tá jogando alguma coisa são Samuel e Lacerda, Tesser, Eduardo, Carlinhos Santos e Chris, logo temos uns cinco fazendo só figuração). Agradeçamos ao Ricardinho seu gol contra o Avaí, mas deu.
O Lira estudou na escola Bandoch de ser, como lembrou meu amigo Carlos. Esse modo de ser consiste em sempre estar longe das jogadas, longe da bola, e por isso nunca ter culpa do que acontece de errado no jogo.
Outra coisa: eu queria saber quem disse para o Ricardinho que ele deve ser o homem da bola parada do JEC. Não acerta uma, não lembro de um gol que tenha saído de alguma cobrança de falta ou escanteio batidos por ele. Ontem o Tesser bateu um escanteio e o chiquinho uma falta (na trave) e foram bem melhor.
Na meia-cancha, então, temos dois jogadores mal. Aí sou obrigado a lembrar que há duas semanas mandamos embora WILLIAM e CLAUDEMIR. Não estaríamos melhor com esses dois em campo do que as outras duas nulidades? REPITO: A DIRETORIA PISOU FEIO NA BOLA, ao dispensar esses dois jogadores.
Dirão os áulicos da diretoria que dois meias foram contratados em substituição; ocorre que o Juninho veio com um só joelho, e já foi embora em 24 horas, e o Emérson "bichou" ontem com cinco minutos de jogo.
Tudo posto, o jogo não foi uma tragédia completa. Fomos prejudicados pela arbitragem, e criamos muitas chances de gol, mas com o Charles fica difícil. Se o Lima não pirou como se aventou ontem na rádio, dizendo que ficaria lá no RN (ou outro estado qualquer), precisa urgentemente voltar a jogar com o ímpeto que parece anda um pouco esquecido.

É isso. Teremos uma difícil semana. Metrô em Blumenau com mil desfalques, e Avaí aqui, no próximo domingo. Avante JEC!

18 de mar de 2010

RETOMADA E JOGOS COM HORA MARCADA


Mauro (the sheep) assumiu. Só fico um pouco em dúvida se realmente este é o original ou o genérico. O original pra mim é esse aí da foto ao lado.
O fato é que voltamos a vencer, num sufoco desgraçado, é verdade, mas ganhamos. Agora temos mais um jogo em casa, contra o Ibirama, e poderemos dar uma boa melhorada na tabela, chegando a oito pontos. Hoje, o segundo colocado tem apenas sete. Dá pra chegar ao menos entre os quatro, encaminhando a classificação para as semifinais do segundo turno.
Hoje só estamos atrás do Avaí na classificação geral. Acho que o melhor será por exemplo, um cruzamento entre Figueirense e Avaí nas semis, para ganhando o Figueira, termos a vantagem de jogar a finalíssima em casa.
Mudando de saco pra mala: a tal vereadora Dalila Leal que se meta com o que entende (só pra ver o quanto ela (não) entende de futebol, ela apoiava o nome de Tebaldão para a Arena), e deixe o JEC pra lá. Já sabemos o monte de merda que deu nos últimos anos quando os políticos se meteram na vida do Joinville. Vi no seu site que ela é professora e do que (presume-se) entende é de educação; então, porra, não queira fixar horário para os jogos do JEC.
Uma coisa é fazer uma lei desta em São Paulo, onde se mora longe pra caralho, e se demora pra voltar pra casa depois do jogo (mesmo assim discordo da lei). Mas nunca é demais dizer que a lei aprovada no edil foi vetada pelo Prefeito Kassab. Aqui, sabemos, não se mora tão longe do estádio.
Depois, ser mais realista que o rei, e ignorar contratos com a televisão, que são uma receita para o Clube é um grande desconhecimento de causa. Qualquer dinheiro é bem vindo, e perder dinheiro do pay per view em nada ajuda nosso clube. Meter-se no que não é chamado nunca dá em boa coisa. Parece que a nobre vereadora, que deve ser daquelas grã-finas com nariz de cadáver, muito bem descritas pelo imortal Nelson Rodrigues, que chega ao estádio e pergunta quem é a tal da bola, ignora os usos e costumes do futebol, e o fato inegável que a grande maioria de nossos jogos ocorre exatamente às 20h30, quando não às 19h30 (este horário, por exemplo, dificulta a chegada ao estádio de muita gente que trabalha até as 18h).
Peço-lhe, portanto, um favor, nobre vereadora: ESQUEÇA O JEC!!!!

8 de mar de 2010

RAMIREZ FORA! WILLIAM (E CLAUDEMIR, E VALENÇA, E LINO) FORA! SEI NÃO!


Após a vexaminosa derrota em Florianópolis, começara a escrever um post atribuindo culpa ao Ramirez pela má campanha, apesar da discordância de alguns de meus amigos sobre tal assunto (só o Alceu, agora cuidando de seu herdeiro, concordava comigo), e dizendo que o William tinha que voltar ao time.
Parece que a diretoria, embora esteja cagando e andando para nossa opinião, com ela concordou em parte e demitiu o Ramirez. Junto com ele, quase toda a sua comissão técnica. Nesse ponto o Nereu e o Márcio acertaram (mais abaixo aponto o que considero um grande equívoco).
Penso que o principal defeito do time era a previsibilidade de nosso jogo, só pelas laterais (bastava congestionar os lados do campo, marcando o Tesser e o Chiquinho para o time parar de jogar, eis que só o Ricardinho não consegue armar o time, sendo incompetente para municiar o ataque). Some-se a isso a retirada de William do time que, bem ou mal, era o jogador que caía para ambos os lados do campo, auxiliando as jogadas dos laterais, e dando alguma criatividade ao nosso pouco criador meio campo.
Não bastasse tirar o William do time, agora o mandaram embora. Considero esse um grande erro da direção do JEC. Pra mim é um jogador imprescindível, que malgrado passando por uma má fase técnica, é um ótimo futebolista, e vai nos fazer muita falta durante o campeonato e na série D.
Valença (nem sei quem é) e Lino não vão fazer falta. Acho que o Claudemir seria um jogador útil para compor o elenco, não sei por que foi mandado embora. Só sei que o vi, no sábado, após o jogo - ou seja, nem foi relacionado para ir a Floripa - no supermercado, junto a uma repórter da RBS (que presumi ser sua namorada - essa se lascou, pediu transferência de Blumenau pra cá e agora o namorado ficou sem emprego).
Todos nós sentiremos falta do William, inclusive aquela cambada de corneteiros das Cadeiras da Arena, que o vaiava toda vez que tocava na bola.
Agora, saio do ar por uma semana, pois estarei viajando. Nas outras vezes que viajei, saí de Joinville com o JEC bem, e quando voltei a maionese tinha desandado. Esse ano, notícias diferentes, a desgraça já chegou comigo por aqui. Espero que daqui a uma semana, quando eu voltar, já tenhamos vencido o jogo de segunda-feira, provavelmente sob o comando de Mauro Ovelha - que, lembremos, esse ano foi demitido da Chapecoense com uma campanha ridícula.
Vamos ver o que acontece com o Ovelha e esses dois jogadores (meias) que estão prometidos pelo Martinelli para apresentação ainda no dia de hoje.
Saí desse corpo, capeta. Exorcismo já em nosso time. Avante, JEC!

5 de mar de 2010

WE WANT BEER!!

ESSE É O PRIMEIRO POST SEM QUALQUER FOTO OU IMAGEM, EIS QUE AGORA, ACIMA DOS DEZ MIL SÓCIOS, ESTÁ A FOTO DO WE WANT BEER, OU, PRA BOM ENTENDEDOR, NÓS QUEREMOS CERVEJA NO ESTÁDIO.
A FOTO QUE ENCONTREI NA INTERNET, COPIADA DIRETAMENTE DA DÉCADA DE 1920 OU 1930, NOS EUA, DURANTE A LEI SECA, REPRESENTA TUDO QUE EU PENSO SOBRE O FUTEBOL E PASSA A SER UMA IMAGEM PERMANENTE EM NOSSSO BLOG. CERVEJA E FUTEBOL, É COMO A rede globo (para eles o mote é furado), tem TUDO A VER. AVANTE, JEC.

FIGUEIRA, VAI "TOMÁ" NO ...


Essa figueira já deu o que tinha que dar, é árvore seca, morta, mas não podemos descuidar completamente (o JEC já ressuscitou muito defunto em nossa história recente). O jogo amanhã novamente é com nosso ataque à meia-bomba, com o Lima fora, provavelmente com Chris e Leandro, que foram bem na ultima partida. Não sei o que o Ramirez vai fazer com o Chiquinho e o William, muito cedo substituídos no último jogo - terão eles moral para se recuperar dentro do elenco e do time?
A nosso favor, o fato de que o Figueirense, embora com quatro pontos, não está com essa bola toda. Sofreu cinco gols nos dois jogos do returno, ganhando do Brusque, em casa, no sufoco, depois de empatar com o Imbituba, no Sul.
Só uma vitória nos interessa, eis que aparentemente o Avaí não perderá em Chapecó, porque a indiada do Oeste não vem jogando porra nenhuma, é o segundo pior time da competição.
Se seguirmos nessa toada, com o Avaí ponteando o campeonato, teremos que decidir a finalíssima fora de casa, o que não traz bons augúrios. Ser vice-campeão, além de garantir a série D do ano que vem - se não conseguirmos acesso para a série C nesta temporda, - nada mais vale, sequer uma vaguinha na Copa do Brasil.
Depois de cinco empates (olhando com otimismo, já temos vários jogos de invencibilidade), chegou a hora de vencer - tomara que não seja a hora de perder, pois aí o título do returno (bem como a primeira colocação no geral) que já está difícil, ficará praticamente impossível. Avante, JEC!

4 de mar de 2010

UM MAU RESULTADO E CERVEJA CLANDESTINA


O jogo não foi bom, malgrado emocionante. Chuva fina, pouco público, horário ingrato (19h30 é cedo para chegar ao jogo, ao menos para quem trabalha até as 18h), dois a zero para o adversário em poucos minutos, um time apático nos primeiro tempo.

De saída, achei que o Ramirez escalou mal, pois o Charles não tinha ritmo de jogo para iniciar uma peleja (e essa constatação nada tem a ver com o fato de o Charles ter sido expulso infantilmente no segundo tempo, quando tínhamos um jogador a mais). O Leandro Costa que está muito mais no ritmo do time deveria ter sido o titular (tanto há prova disso que ele entrou bem no jogo, ainda no primeiro tempo, junto com Eduardo, em substituição a Chiquinho e William).

O que vale é que no segundo tempo, com base em raça, empatamos o jogo e poderíamos até ter ganho, não fossem algumas chances perdidas, ou por termos parado em defesas espetaculares do goleiro imbitubense.

Mas isso tudo é o de menos! O triste é a falta da cerveja por uma babaquice do MP, PM e FCF; muitas letrinhas e pouca inteligência. Já escrevi inclusive sobre a ilegalidade de um acordo como este, até já declarada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina.

Isso me levou a comprar uma cerveja, antes do jogo e fora do Estádio, nos fundos da padaria existente perto da Arena, e lá beber, junto a outros torcedores, como se fôssemos todos uns bandidos, escondidos para tomar uma cervejinha. Essa medida das "otoridades" é tão idiota (não fosse ilegal) que chega ao cúmulo de permitir que se beba na rua ou em frente a estabelecimentos comerciais absolutamente regulares, que pagam seus impostos, empregam, e com certeza tem como parte importante de sua receita aquilo que conseguem vender no dia dos jogos. Impor uma ordem destas por "acordo" - um termo de ajustamento de conduta, para ser mais exato - sem que o obrigado participe do tal acordo , é de uma tremenda ILEGALIDADE e, ademais, de repressão à livre iniciativa que fere, pra dizer o menos, a Constituição da República.

Quero ser um mico se a violência da polícia, com cavalaria (sempre quis saber pra quê aquela cavalhada toda perto da Arena) e truculência para coibir que se beba na rua ou nos estabelecimentos próximos à Arena não é maior do que a suposta violência que se busca coibir.

Repito o que já disse outro dia: essa onda de politicamente correta é uma chatice sem tamanho.

Avante, JEC, e liberem nossa cervejinha!

1 de mar de 2010

NA ÚLTIMA CHICOTADA, AMANSAMOS O TIGRE


Parece que a coisa realmente mudou. Por muitos anos, nossa sina era tomar gols nos últimos minutos, nunca fazê-los. Nos dois últimos jogos, um gol aos 48m57s, e outros aos 44 da segunda etapa nos trouxeram dois empates importantíssimos. O primeiro, já histórico, foi o do título do primeiro turno. O segundo evitou uma derrota e nos fez começar bem o segundo turno, com um pontinho fora de casa, que cresce em importância devido ao fato de termos cinco dos próximos oito jogos em casa. Na próxima rodada temos o Imbituba e o Avaí joga contra o Juventus, e dificilmente retomaremos a primeira colocação na pontuação geral, mas o importante é ficar na cola do time da capital, para quem sabe, ganhando o jogo contra eles na Arena, garantirmos definitivamente a melhor campanha para decidir o Praieirão em casa.

Outra conclusão possível decorrente desses empates é a de que acabou aquela história de que nosso time cansa no segundo tempo. Poderíamos incorporar o horroroso bordão "sou jequeano, não desisto nunca", hoje aplicável tanto à nossa torcida, que mesmo com o título praticamente perdido não deixou a arena, e ao nosso time, que luta até o minuto final.

Quanto à expulsão do Lima, confesso que embora possa ter havido a agressão, as câmeras não conseguiram mostrar mais do que uma dura disputa de bola entre o nosso atacante e o zagueiro deles. Acredito que o Lima apenas terá de cumprir a automática, o que é uma pena, eis que continua pendurado com dois amarelos, não jogando contra o Imbituba, e se forçar o terceiro cartão contra o Figueira, mais uma vez ficará de fora de um jogo na Arena, onde só não marcou, neste ano, contra o Avaí. Avante, JEC!