NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

31 de mai de 2010

LIMA, LIMÃO, LIMONADA, LIMOEIRO: 5 a 2 NO BRUSQUE


O panorama do jogo de domingo contra o Brusque - primeira partida da final do turno da Copinha - mudou, em oito minutos, pelo menos quatro vezes.
Aos 40 segundos de jogo o Chris perdeu um gol feito, após passe de Lima (bom pra nós). Aos 3 min, 1X0 Brusque, após entregada do Luis André - volante que não jogou tão bem ontem (bom pra eles). Aos 4 e 8, empatamos e viramos com Lima e Emérson - ótimo pra nós, duas vezes.
Aí, o jogo assentou, e o JEC tomou conta da partida, com o Brusque falho na marcação, principalmente no 1º tempo. Com 4 gols de Lima e um de Emérson (que fez sua melhor partida pelo Joinville), chegamos naturalmente aos 5X1, tendo o Brusque se salvado de tomar o sexto gol com a ajuda da trave. No final a turma da Fenarreco descontou. Resultado final 5 X 2 (daí a boa sugestão ao lado).
A se dizer sobre o Lima, que este realmente é um jogador diferenciado para o nível do futebol catarinense. Um gol de pênalti, dois de cabeça; outro de primeira, chutando de fora da área; uma assistência para o Chris, que como já assinalei, conseguiu perder o gol aos 40 segundos de jogo, além de outro chute de primeira, na trave, o que fecharia o caixão Brusquense com o sexto gol. Já é o sexto maior artilheiro da história do JEC, e com uma média muito superior aos demais grandes goleadores, aproximando-se deles a grande velocidade. Fontan é o próximo a ser superado, com mais três gols.
Duas ou três semanas atrás, nosso avante vivia de cara fechada, fazia o gol e não comemorava, esteve até no banco (principalmente porque gripado), jogava sem aquela vontade toda, culpava a imprensa por um certo disse-me-disse. Daí pra frente, alguma coisa mudou na sua cabeça e ele voltou a estar de bem com a imprensa, com a torcida e, mais importante, com a bola.
Em resumo: um jogo muito bom, que nos dá enorme vantagem, o JEC podendo perder por até dois gols em Brusque na quinta-feira. É bem verdade que o Brusque reverteu um placar desses contra a Chapecoense, mas convenhamos, o JEC não é a Chapecoense, somos muito maiores, nosso time atual é melhor.
O acanhado Augusto Bauer, um estádio modesto, tem, segundo colhi na internet, um campo com dimensões normais, equivalentes às da Arena; ou seja, seria falso que o campo é pequeno e fica difícil jogar; o que dá a impressão de pequenez é a proximidade das arquibancadas, do alambrado. Se isso for verdade - e o é, pelo menos segundo opiniões colhidas com a ajuda do Google (a imprensa já deveria ter apurado isso há muito) - então espero não mais escutar a tão comum desculpa sobre a dificuldade de jogar num campinho (é só um estadiozinho, o do Brusque, com um campo de tamanho normal).
Por fim, apercebi-me do fato de que o returno da Copinha será disputado durante a Copa do Mundo da África do Sul, o que leva à tendência de que os times da Capital, primordialmente o Figueirense, utilizem o time principal para obter a vaga na Copa do Brasil. Tal fato ressalta a importância de vencermos (ou não perdermos por três gols) na quinta-feira, pois há grandes chances de enfrentarmos o Figueirense no returno e em eventual final da Copinha na disputa por tal vaga na competição nacional. AVANTE JEC!

28 de mai de 2010

A "NOSSA" IMPRENSA. E AGORA VEM O BRUSQUE!

Voltando a um dos pontos de partida desse blog, que era o de analisar a imprensa, objetivo que ficou um pouco esquecido, trato da cobertura sobre JEC 2X0 Criciúma.
Assim, depois da difícil vitória ontem, hoje fui procurar a repercussão da partida na nossa imprensa, e quase nada achei, e o que encontrei não é sequer digno de nota.
O vetusto, o "craque", o "latente" Maceió sequer falou sobre o jogo. Imagino que dada sua provecta idade já estivesse dormindo às 22h30, quando terminou a partida.
O Juca Miguel, em seu blog da Gazeta, também está em silêncio até o meio dia dessa sexta-feira.
O Marco Antônio só falou em "dramático", em "sufoco", enfim, fez o de sempre: reclamou e nada mais. Elogiou o Lima, mas aí, também, é chover no molhado. Um gol, bola na trave, jogadaça defendida pelo goleiro, outra bola raspando a trave, além da habitual qualidade no domínio e proteção da bola.
Em "A Notícia", o que há é uma foto enorme do Chris e um textículo primário, só com o apontamento dos lances dois gols, ao passo que deu uma página inteira para a troca de figurinhas da Copa do Mundo. Êta inversão de prioridades para um jornal joinvillense! Tem mais notícias sobre crianças e velhos trocando figurinhas do que sobre o Tricolor.
Passo ao jogo: uma partida realmente difícil, com o Criciúma bem postado e recuado, embora com poucos valores individuais. Uma imutável linha de três zagueiros dificultando as ações de nossos dois atacantes, nossos meias em noite pouco inspirada (como bem disse o Ênio Alexandre na RIC, o Ricardinho bate faltas como ninguém, mas com a bola rolando...), a habitual e quase única jogada pela direita com o Tesser (por onde foi a jogada que originou o bisonho pênalti cometido pelo zagueiro do Tigre, que depois de furar, caiu com a mão sobre a bola).
Um gol no início da partida, derivado desse pênalti infantil, e então 75 minutos de sufoco até que o Miro Bahia, que embora perdendo a bola infantilmente em alguns lances, entrou bem na partida, dando mais movimentação ao time, caiu pela esquerda, driblou dois, passou para Ricardinho que chutou a gol. O arqueiro bateu roupa, e Chris, na "reba", cutucou e guardou.
Vi nosso time seguro na defesa, sofremos poucos riscos, o maior em um bom chute na metade do segundo tempo, a bola veio fazendo curva, e o Fabiano pegou no susto, em boa intervenção. Luis André me parece um volante muito bom, que fará grande dupla, acredito, com Carlinhos Santos.
Vitória garantida, passagem à final, malgrado a vantagem de decidir em casa e do empate caiba ao Brusque, única e exclusivamente em razão do esdrúxulo regulamente da FCF - quase não consigo acreditar que realmente o Delfim tenha sido professor de Direito.
Primeiro jogo é domingo, na Arena! Mais uma vez, a vitória é necessária para jogar com alguma folga na terra da Fenarreco. AVANTE, JEC!

27 de mai de 2010

JEC x TIGRE II - A REVANCHE

Hoje à noite, às 20h30, estaremos frente ao time que nos derrotou três dias atrás, e precisamos devolver a derrota por dois gols de diferença para nos classificarmos para a final do primeiro turno da Copinha.
O Criciúma é um time em formação, ao passo que nosso grupo está junto no mínimo desde o início do Catarinense, mas não é demais afirmar que esse time - com uma ou outra reposição - já joga junto há um ano, e, portanto, temos que fazer valer esse entrosamento e vencer bem a peleja que se aproxima.
Como já disse, quando pude conversar com uma pessoa bastante próxima à diretoria do JEC, foi-me dito que nosso Clube está dando grande importância à conquista da Copa SC, para garantir no mínimo a série D do ano que vem (oxalá seja isto, depois, desnecessário, dês que conquistemos o acesso para a C neste ano), bem como a participação na Copa do Brasil (considerando um jogo bom, com lotação máxima - chutemos 20.000 pessoas, embora tal público nunca tenha se concretizado - dá para obter uns 600.000,00 de renda, com ingresso médio a R$30,00. Se avançarmos uma ou duas fases, quase dá para garantir a folha do semestre com dois ou três jogos.
Mas, tudo isso passa por uma vitória hoje à noite, por dois ou mais gols de diferença. O Criciúma botou 5.000 no H. Hulse. Precisamos de mais gente do que isso para empurrar nosso time para a final, provavelmente contra a Chapecoense, que hoje enfrenta o Brusque podendo até perder por dois gols. AVANTE, JEC!

25 de mai de 2010

UM JOGO RAZOÁVEL, TRÊS FALHAS


Às vezes nosso Tricolor consegue me irritar profundamente. Em um jogo equilibrado fora de casa, contra o tigrinho, nosso contumaz freguês nos últimos tempos, tivemos uma capacidade inimaginável de entregar a rapadura. O que era pra ser um bom resultado virou um problemaço.
Foram três (ou quatro) falhas medonhas de nosso time:
1. O pênalti do primeiro tempo que o Lima perdeu - a paradinha será proibida daqui a cinco dias, portanto, Lima, chega dessa besteira, já é o segundo pênalti que perdes - e o rebote igualmente desperdiçado (segunda cagada em menos de dois segundos).
2. Depois, uma falha dantesca do Fabiano, que depois de tentar socar a bola ficou vendido no meio da área, não tendo o atacante do Criciúma nenhuma dificuldade para abrir o placar.
3. E, por fim, uma furada do Renato Santos dessas que nem eu, lá na minha pelada semanal, cometeria.
Desse modo, um jogo que poderia ser tranquilo aqui na Arena virou uma missão dificílima para nosso time, nesta quinta-feira próxima. Como já dissera num post anterior, um amigo ex-jogador do Tricolor me alertou, no jogo contra o Figueira, que o Renato Santos não era confiável, e desconfio dele cada vez mais. Temos que virar o jogo, embora neste ano, em finais, nosso time tenha quase sempre derrapado.
Quinta-feira é dia de encher a Arena. AVANTE, JEC!

23 de mai de 2010

AGORA EU TENHO CERTEZA, BEZERRA


Sempre se dá o benefício da dúvida ao árbitro, não se pode presumir, de cara, a má-fé do assoprador de apito.
Mas, ontem, vendo Palmeiras 4X2 Grêmio, quando um jogador do Grêmio quase arrancou a perna do Armero dentro da área, e o Bezerra - a dois metros de distância - deixou de dar o pênalti em favor do Palmeiras, lembrei imediatamente do lance de JEC 1X3 Avaí, na primeira partida da final, em que o Cesar Prates sequer encostou no atacante avaiano e o vaquinha na mesma hora apontou a marca da cal.
Aqui na Arena esse desgraçado, torcedor do Avaí(tenho um amigo que estudou com ele e se eu for chamado a responder por essa afirmação tenho testemunha dessa "tendência" do árbitro) apitou com tal convicção o que não houve, que meu amigo falou na hora: "o seu coração avaiano falou mais alto".
Não jogamos porra nenhuma contra o Avaí, é fato. Mas contra um time mais forte e um apitador que ainda torce por esse time, realmente fica difícil.
Mas, deixa pra lá. Encaremos o Criciúma amanhã. Nosso time ganhou consistência tática com o Edinho, e um empate lá será um ótimo resultado. AVANTE, JEC! Rumo à conquista do primeiro turno da Copinha, para buscarmos a vaga na Copa do Brasil-2011 e assegurarmos, no mínimo, nova participação na série D do ano que vem.

20 de mai de 2010

EFEITO ORLOFF. ANTES DO AMANHÃ, A SÉRIE D 2010 - PARTE I

Como discorri em post anterior tratando sobre a terceira divisão (http://jecmania.blogspot.com/2010/05/serie-c-2010-eu-sou-voce-amanha.html), a série C não é muito diferente da D, ao menos na qualidade dos times; é tudo muito parelho - por baixo - e não há grande diferença entre ascender da D para a C ou da C para a B. Mas como o hoje vem antes do amanhã, é importante pensarmos primeiro no presente, para evitar a ressaca futura.
Pois bem: o Campeonato Brasileiro da 4a Divisão começou para o JEC com a divulgação da tabela e regulamento. Analiso:

Na primeira fase (Grupo A9), jogaremos contra o Oeste de Itápolis, Operário de Ponta Grossa e São José de Porto Alegre. Jogamos a primeira partida em casa, a segunda e terceira fora, quarta e quinta em casa, e fechamos a primeira fase fora novamente.
No ano passado, em todos os grupos, com exceção de um, em que o quarto colocado só perdeu, dez pontos foram suficientes para a classificação em segundo lugar. Em alguns grupos mais equilibrados até 8 ou 9 pontos foram suficientes. Dessa forma, três vitórias em casa e um ou dois pontinhos fora classificam para a segunda fase.
Manifestei preocupação decorrente do fato que ultimamente o JEC voltou a perder sistematicamente fora de casa (Brusque, duas vezes; Avaí B, Figueirense B, Criciúma), e isso terá de ser diferente na série D, não dá pra cruzar o Pórtico da saída da cidade e esquecer o futebol por aqui, sob pena de naufragar já na primeira fase, ou então, estar sempre em grande risco nos mata-matas.
Na outra chave do Sul (A10), estão Iraty, Metropolitano, Marcílio Dias e Pelotas. Desta chave sai o nosso adversário na segunda fase (primeiro mata-mata), pois se enfrentam em cruzamento olímpico os primeiros da A9 com os dois primeiros da A10, compondo assim as chaves B9 e B10.

Os vencedores da B9 e B10 cruzam-se novamente, no Grupo C5 (terceira fase). Nessa fase, em mata-mata de que reduz os contendores a 8 entre 10, o importante é não perder os dois jogos, pois se classificam os cinco vencedores e, estranhamente, também os três melhores perdedores. Nessa etapa, jogaremos novamente contra um daqueles sete times dos grupos aqui do Sul, eis que como acima demonstrei, o cruzamento volta a ser entre os integrantes dos dois grupos sulistas da primeira fase.
Dessa forma, para chegar à FINAL (para mim a final já é a disputa que garante o acesso à série C - e são quatro os que sobem), somente estes sete times (Oeste, Operário, Zequinha, Marcílio, Iraty, Metrô e Pelotas) estarão em nosso caminho. Só nessa FINAL é que pegaremos outro time, e aí ainda não dá para saber quem pode ser nosso adversário. Vamos chegar até lá, e então encararemos quem vier. Não dá pra chegar contra esses timecos? Eu acredito. AVANTE JEC!

18 de mai de 2010

SÉRIE C 2010 - EU SOU VOCÊ AMANHÃ

Lembrando-me do comercial da famosa Vodka Orloff, o nosso amanhã (2011) poderá ser algo como o que segue abaixo.

Eis os 20 clubes participantes da série C de 2010:

Grupo A - Águia (PA), Fortaleza (CE), Paysandu (PA), Rio Branco (AC) e São Raimundo (PA)
Grupo B - ABC (RN), Alecrim (RN), Campinense (PB), CRB (AL) e Salgueiro (PE)
Grupo C - Gama (DF), Luverdense (MT), Ituiutaba (MG), Macaé (RJ) e Marília (SP)
Grupo D - Brasil (RS), Caxias (RS), Chapecoense (SC), Criciúma (SC) e Juventude (RS)



Na série C deste ano, de cada grupo de cinco times classificam-se os dois primeiros, portanto, oito times; o último vai rebaixado. Esses oito classificados jogam mata-matas (quatro chaves de dois). Os ganhadores desses mata-matas já ascendem à série B.
Puta que o pariu, que campeonatozinho moleza. Não teríamos time para subir numa baba dessas? Em 2011 - ano que pretendemos disputar a terceirona - não será muito diferente.
É bem verdade que a nossa chave seria a D, com jogos difíceis contra times tradicionais aqui do Sul, mas, passando pela primeira fase, teríamos apenas um mata-mata decisivo, provavelmente com Gama ou Marília (o cruzamento dar-se-ia entre grupos C e D) pra decidir o acesso.
Como se vê, os degraus da série C para a B são poucos (oito jogos na primeira fase, mais dois no mata-mata, e já se decide quem sobe), menos até do que no acesso da série D para a C (doze jogos, com a única vantagem de um mata-mata (de dez para oito clubes - explicarei essa maravilha num post futuro sobre nossas aspirações na série D, tão logo seja divulgado o regulamento, provavelmente na semana que vem) não ser tão difícil.
Ou seja, em dois anos, serão necessários somente 22 jogos para nos levar de novo ao local onde deveríamos desde sempre (ou pelo menos desde 2004) estar - a série B, (des)enterrando definitivamente o vodu que está fincado no gramado da arena. AVANTE, JEC!

17 de mai de 2010

VITÓRIA, LIDERANÇA, CLASSIFICAÇÃO


O time misto/juvenil do Figueiresse veio a Joinville sem muitas pretensões e amargou um dois a zero, num jogo chocho, apesar da vitória
Fizemos um a zero a um minuto do final do primeiro tempo, com um gol do zagueiro estreante Fernando (tem boa estatura, parece bom jogador), e completamos o placar no segundo tempo com mais um gol do Lima, de cabeça, tendo ele entrado só no segundo tempo, após recuperar-se de gripe.
A propósito, não senti nenhuma vibração no Lima ao marcar seu gol; não sei o que se passa com nosso artilheiro, que, de qualquer modo, excetuada a falta de empolgação pós-gol, entrou, jogou bem, e mostrou que é o titular da camisa 9, não podendo nem se imaginar que ele fique no banco e joguemos só com um atacante, como foi no primeiro tempo.
Assisti ao jogo no estádio ao lado de um ex-jogador tricolor, com cinco passagens bem-sucedidas no JEC, e que ajudou o Joinville a subir da terceira divisão para a série B em 1995, tendo sempre sido muito querido por nossa torcida. Ele ficou preocupado com as falhas do Renato Santos - foi o jogador que destoou, pois saiu duas vezes vendido da grande área, foi lá na lateral e deixou furos na zaga (inclusive no gol impedido do Figueira).
No mais, vencemos, já estamos classificados para provavelmente pegarmos o Avaí na semifinal, e na final (se passarmos, é claro), são grandes as chances de se enfrentar o Brusque (que pega ou Chapecoense ou Figueirense na semi, sendo que estes se enfrentam no Scarpelli na última rodada desta primeira fase).
Para se decidir quem tem a vantagem na final do turno, será feita a média aritmética dos pontos obtidos na primeira fase e nas semis (eis que o grupo de lá tem 5 times e o nosso grupo só quatro). Vencendo o Imbituba - e é obrigação ganhar bem, goleando - pois saldo é o segundo critério de desempate), ficaremos com média 3pts/rodada, igual a da Chapecoense, e as semifinais é que decidirão quem tem a vantagem final.
Assim, se nas semis empatarmos um jogo e ganharmos outro, e do outro lado o Brusque perder fora e empatar em casa, a final será em Joinville. Se os resultados forem idênticos, as médias ficarão iguais, e salvo se metermos uma enxurrada de gols nesses três jogos até a final, a vantagem será do Brusque. Se o Brusque perder as semis, as finais serão em Joinville.
AVANTE, JEC! TODOS À ARENA NA QUARTA-FEIRA, ÀS 20H30.

12 de mai de 2010

MUDANÇAS NO ELENCO

Algumas mudanças importantes vêm ocorrendo no nosso elenco. O time e o grupo já têm uma cara nova; precisamos ver no que isso vai dar. Parece-me que esse time ainda não é o da série D, mas apenas para a Copinha. Para o Brasileiro devem vir novos (e melhores) jogadores.
Andre Luis e Bruno Garcia (goleiros), Samuel e Lacerda (zagueiros) tiveram seus contratos encerrados com o Joinville Esporte Clube, e não mais jogam na Arena.
O ex-Goleiro do Atlético Ibirama Paulo Sérgio foi contratado no lugar do bom André para a reserva do Fabiano, mas garante que vai lutar pela titularidade.
Carlinhos Santos tem duas propostas - Figueirense - na série B, e Grêmio Prudente (ex-Barueri) - na série A.
Sobre esse jogador algumas palavras. Fez um ótimo campeonato Catarinense. Já está no JEC há um bom tempo e é ídolo da torcida, mas agora, parece, quer sair. É direito dele almejar jogar num time de série A ou série B, com mais visibilidade, com salários induvidosamente maiores. Tem 26 anos e nada mais justo que pense no seu futuro. Não adianta falar da boca pra fora que ele deveria ficar por amor à camisa.
Pense e responda sem hipocrisia: você, no lugar dele, não trocaria um time da série D por um da série A, ganhando mais dinheiro?
O importante foi que enquanto aqui esteve, Carlinhos fez o que pode com a camisa do Joinville. Se outro lugar lhe for melhor, que bem o aproveite.
O Martinelli tá certo, contudo, em exigir uma contraprestação financeira para a liberação, afinal o jogador tem contrato, cresceu muito aqui no JEC, e com a grana que vier mais os salários que já são pagos ao Carlinhos (e serão pagos a outro jogador que chegar em seu lugar), dá pra contratar um igual ou até melhor. AVANTE, JEC! Domingo encaramos o expressinho do Figueira. Vamos à Arena.

11 de mai de 2010

A SELECINHA: DUNGUICES


PQP, é a maior besta do Brasil!
Passaremos de hoje até o início da Copa - ou pelo menos até o terceiro jogo, duvido que até o sétimo - ouvindo as palavras "comprometimento", "coerência", etc, etc., que fazem parte do minúsculo vocabulário Dunguiano.
Nos poucos minutos em que ouvi sua coletiva pós-convocação - meu fígado supurou de raiva e desliguei - essas palavras foram vociferadas à exaustão, além de uns "com nós" que fizeram meus ouvidos doerem.
Só posso concluir que Dunga está comprometido com Josué, Gilberto Silva (reserva), Júlio Batista (reserva), o filho de Kleber - Kleberson (reserva do Mengo), Robinho (até outro dia reserva do Manchester City), Gilberto (andava encostado no Tottenham até voltar ao Cruzeiro), Felipe Mello em má fase além de outros botinudos de mesma estirpe.
Essa coerência, esse modo insistente de ser, não caiu por terra na final da Copa das Confederações por puro aborto, eis que tomamos dois gols da "forte" seleção americana e depois viramos com gols de Luis Fabiano e por fim Lúcio. Se fosse um time de verdade, como a Itália, Inglaterra, Alemanha, já era - não virava nem a pau. Basta lembrar da final de 1998, em que a França meteu três a zero (por que não viraram quando estava dois a zero?) num time em que essa besta do Dunga era titular do meio campo.
Enfim, uma boa defesa, um ataque razoável, mas um meio de campo absolutamente burocrático, em que o único que cria alguma coisa (na corrida, em contra-ataques, não se espere que ele pense o jogo, cadencie, dê ritmo) é o Kaká, parecem formar uma equipe fadada ao fracasso.
Não reconhecer o momento esplendoroso por que passam Ganso e Neymar, para ficar nos exemplos mais óbvios não é coerência, é compromisso com o erro, é burrice. Se o pastor Kaká, o Renascido, zicar, quem é que vai comandar a meiuca?
Cito três frases inspiradas sobre a coerência:
"A coerência é a virtude dos imbecis" - Oscar Wilde
"Ser coerente significa ser tão ignorante hoje como há um ano atrás" Bernard Berenson.
"Coerente: um sujeito que nunca teve outra ideia" Millor Fernandes.
Dessa forma, como a seleção não é a pátria em chuteiras porra nenhuma (eu torço muito mais para o JEC, dia após dia, semana após semana, do que para a seleção em amistosos esparsos ou competições a cada quatro anos), e se perdermos ou ganharmos a Copa o Brasil nem piora nem melhora, penso sinceramente em torcer contra essa seleção que parece muito mais uma convocação da Alemanha do que um chamado do escrete canarinho.
Estamos à beira do abismo. Um passo à frente, por favor.
Pra frente Brasil!

10 de mai de 2010

BOA ESTRÉIA, EDINHO!


Uma boa estréia do Edinho no comando do Tricolor. Pelo que vi na TV e li nos periódicos, parece que o time ficou mais forte na defesa, o que é boa notícia para o JEC - chega de gols bobos, de contra-ataques que nossa defesa não é por zona, mas uma zona; ou gols de escanteios e faltas bobas. Estrearam nesse setor Souza e Luis André, além da entrada do Lira na meiuca.
Continuamos, de toda forma, com a jogada do Tesser sendo a mais importante de nosso ataque - além da colaboração dominical do Serginho (ex-JEC, filho do nosso roupeiro) dando uma manchete dentro da área, fazendo o pênalti com que abrimos o placar.
Contudo, depois do empate deles, fizemos um gol com aproximação pelo meio, em tento anotado por Carlinhos Santos. Repito: o gol saiu de uma tabela pelo meio de campo e não de um chutão para a frente ou de um cruzamento do Tesser. Se isso não é dedo do técnico, não sei o que seja.
Todos de nossa "imprensa (marrom) esportiva" - como tem gente ruim se achando jornalista, mas é mero palpiteiro ou secador - destacaram a qualidade dos treinamentos dados pelo Edinho, e agora depois do jogo, que a meia-cancha ficou mais compacta, e aparentemente, a defesa mais sólida.
É verdade que foi só um jogo (até o Granitti era capaz de acertar um bom jogo), mas o horizonte promete.
O Nazareth foi um grande zagueiro - 3 Copas do Mundo - e se ele não puder acertar nossa zaga e o sistema de marcação, aí tá tudo perdido. Se não acertar, o problema não é dele, é dos jogadores que então devem ser considerados ruins. Domingo, vencendo o Figueirense B - o principal joga na sexta pela série B, indo a 6 pontos, praticamente garantimos a presença nas semifinais do turno da Copinha. AVANTE, JEC!

E, por favor, Lima, ou caga ou desocupa a moita (o mesmo vale para a Diretoria em relação ao nosso atacante). Ou quer ficar, ou quer sair; ou tá tudo bem, ou tem problemas particulares para resolver. Decide de uma vez, porra.

7 de mai de 2010

E COMEÇA A COPINHA! - TÉDIO COM T MAIÚSCULO


Obviamente que com apenas quatro treinos não dá para dizer o que Edinho - não o filho do Rei - vai fazer no JEC, mas alguma coisa diferente já se vê que ele vai tentar.
O primeiro treino foi na terça; um coletivo na quarta pela manhã e um tático à tarde; outro coletivo na quinta, um treino hoje na Arena; outro matutino amanhã, e depois viagem até o longínquo velho Oeste pra enfrentar a indiada.
Parece que realmente no começo dos trabalhos com o novo "professor" devemos manter a base do Estadual, que só por isso tem de ser mais forte do que o ajuntado da rebaixada Chapecoense (é verdade que há reforços na bugrada, mas aí, no mínimo, o time está sem entrosamento); contudo, já houve algumas mudanças. Umas por contusão (Lima - que também precisa se motivar novamente e Paulinho Dias), outras por opção - Renato Santos, Souza, Lira e Luis André.
O time que vem treinando é o seguinte: Fabiano; Rafael Tesser, Renato Santos, Souza e Eduardo; Carlinhos Santos, Luís André, Ricardinho e Lira; Miro Bahia e Chris.

Por fim, cuido que essas duas semanas que o Edinho pediu para avaliar o grupo antes de eventuais dispensas configuram, a meu ver, mais uma atitude de bom senso do treinador. Embora alguns dos que iriam na barca tricolor venham desagradando a torcida há tempos, é de se dar essa trégua a tais jogadores para ver se o Nazareth vê neles alguma qualidade e, mais do que isso, os orienta para que joguem melhor do que vêm fazendo.
Chiquinho é um exemplo - bom com a bola nos pés, dispersivo na marcação. Logo, não pode jogar de lateral se não houver cobertura efetiva para ele. Alguém (treinadores antigos) viu isso? Vale a pena tal opção? Os meias estão dispostos a sempre dar cobertura na Avenida Chiquinho?
Vide o exemplo do Flamengo. Juan e Leo Moura são mais alas do que laterais, e o time, em função do poderio ofensivo de tais jogadores se desdobra para cobri-los. Essas coisas (sorte semelhante de observações vale para o Samuel) tem de ser analisadas, conversadas, e aí, com juízo formado, o Edinho poderá optar pelos atletas que devem permanecer no elenco. Domingo, todos ligados no rádio para ouvir a peleja lá das lonjuras do Oeste. AVANTE, JEC!

4 de mai de 2010

Edinho Nazareth - Lose Hurts



Temos um novo técnico. Veja-se que agora chegou alguém que pelo menos tem estofo, tem carreira, já treinou times grandes, com uma carreira relativamente vitoriosa.
Um amigo meu que torce para o Figueirense disse que a pasmaceira do time do Estreito – estava há 21 anos sem ganhar um catarinense sequer, até vencerem em 1994 – acabou quando contrataram técnicos novos (e além disso, em outras letras, apareceu dinheiro), fora daquela panelinha catarinense que até outro dia era Ladinho, Lauro Búrigo, Granitti, Nasareno Silva, Vacaria, etc., e hoje é Gonzaga Millioli, Sérgio Ramirez, Ovelha, Suca, Macuglia e quejandos.
Só para exemplificar, nestes últimos anos o Figueirense já teve Muricy (três títulos brasileiros), Dorival Júnior (campeão agora com o Santos, cinco estaduais em seis anos de carreira), Adilson Batista (Cruzeiro – Libertadores), o “rei do acesso” Benazzi (o único que esteve por aqui), PC Gusmão, Cabralzinho. O Criciúma teve seu auge com Felipão, com Levir Culpi. O Avaí se deu bem com Silas e Queimarrusca.
O último técnico desses de fora que tivemos foi o Artur Netto, que parecia um puta de um chato, vivia brigando, mas entendia do riscado. O Benazzi era tachado de retranqueiro por nossa torcida (acho que o que faltava era jogador). Também veio o Valdemar Lemos, mas a parceira com o Luxa não deu muito certo e o cara foi embora logo – aquela turma carioca não entendeu o futebol catarinense.
Bom agora habemus Edinho. Veja-se que o cara jogou pra cacete, foi um grande zagueiro, esteve em três Copas do Mundo, defendeu o Flamengo, o Fluminense, a Udinese. Segundo a Wikipédia, treinou Flamengo, Fluminense, Botafogo e Grêmio, pra ficar entre os grandes. Também deu as caras em Portugal, comandou Vitória, Lusa, Bahia, Goiás.
Foi CAMPEÃO da série B, em 2004, com o Brasiliense; ganhou umas Taças Guanabara, um Baianão, um Goiano, uma copa Centro-Oeste.
Tem nome, tem títulos, é tarimbado, e é um nome de fora desse eterno círculo de enganadores a que estamos acostumados.
Vai dar certo? Não sei, mas acho que a chance é grande, desde que o meu mantra (e o de qualquer um que entenda um pouquinho de futebol) – “É NECESSÁRIO QUALIFICAR O ELENCO” – seja também o pensamento obsessivo dos dirigentes de nosso Clube. Um bom técnico e um timezinho ajeitado (mais ajeitado que o atual) podem começar a nos tirar do buraco em que nos metemos nos últimos anos. AVANTE, JEC

2 de mai de 2010

EU JÁ SABIA


Placar final - 5X1 para o Avaí

Eu já pensava ser impossível fazer três gols lá, mas não precisava avacalhar de vez com a brincadeira. Como diz um amigo meu, jogando assim nem precisava viajar até Floripa, bastava entregar os pontos antes do jogo, pois tava mais que anunciada nossa derrota na Ressacada, o que se confirmou com uma escalação patética - dois ou três jogadores sem qualquer ritmo, uma postura tenebrosa. Dessa forma, poderiam nos poupar um pouco da raiva com nosso desempenho na final do campeonato.
No intervalo, assistindo aos melhores momentos do jogo, vi um show de horrores. Escapamos só no primeiro tempo de tomar uns quatro gols (fizeram só dois). Aí parei. Se três era impossível, cinco só se a Terra girasse ao contrário.
No segundo tempo, foi só lutar para evitar uma derrota (mais) acachapante - facilitado pelo forma de jogo do Avaí, só cozinhando o galo (ou o Coelho) - do que a já imposta no placar agregado das finais. Mais um ano sem volta olímpica.
Tirando a má postura na final, fizemos um bom campeonato. Agora é jogar a Copinha, mas sempre e só de olho na série D. Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima, como já disse o Vanzolini. AVANTE, JEC!

1 de mai de 2010

O TERCEIRO SEGREDO


Quem tem ouvidos, que ouça!
Aguarda-se ansiosamente daqui de onde escrevo, para o dia 02.05.2010, entre às 16 e 18h, em um pedaço retangular de gramado medindo 70X100 metros, localizado na Costeira do Pirajubaé, Zona Sul da Ilha do Desterro, a revelação do terceiro segredo (um verdadeiro milagre) de Fátima - essa aí do lado era uma das guardiãs do segredo, já falecida, como se pode ver na foto.
Os profetas respondem por onze nomes, e tem por objetivo meterem três esferas dentro de uma área retangular de 7,21m por 2,43 defendida por cruzados vestindo azul e branco, sem que o mesmo aconteça no espaço equivalente por eles guardado. Estes profetas que realizarão o indizível trajam preto, branco e vermelho. Quando às 18 horas, se eventualmente o milagre acontecer, posso predizer que ouvir-se-ão fogos em terras da Colônia D. Francisca, lugarejo de imigrantes bárbaros, bem como por uma gente estranha do Desterro, que se veste de preto e branco. Se o segredo não vier à tona, e for revelado somente em anos vindouros, os estrondos serão ouvidos apenas na ilha maldita, pelos azuizinhos do capeta.
Por isso afirmo sem medo de errar: os tricolores ganharão um objeto que se não é Santo Graal, é alguma coisa de valor parecido, ao menos para seus seguidores. Ou não.
E tenho dito. Ass: Michel de Nostradame, vulgo Nostradamus.