NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

8 de dez de 2014

28 ANOS DE SOLIDÃO - O POST DO TÍTULO (AGORA COM A TAÇA).

Passada uma semana desde o título, que deveria ter vindo contra a
Luverdense, em casa (mas tava um calor que até cachorro na bunda sua), fomos campeões mesmo perdendo para o Oeste. Um pequeno, porém irrelevante anticlímax em nosso título maior.
E digo que mesmo tendo diminuído o ritmo após a vitória contra a macaca, na Arena, o caneco seria nosso porque o adversário direto era a própria Ponte Preta, a famosa come-ninguém, nunca ergueu uma taça, nem no dominó, e não seria na nossa vez. Vai o texto, então:

"Muitos anos depois, em frente ao pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo". 

Não são cem, no nosso caso. São 28 (nas minhas contas, com margem de erro do IBOPE) anos sem disputar a primeira divisão campeonato brasileiro (porra, eu tinha 9 anos de idade e hoje ando perto dos 40).  
No campeonato brasileiro de 1986, entre 48 clubes, o nosso JEC terminou numa muito honrosa 12ª posição, por exemplo, à frente de Vasco, Grêmio, Internacional, Sport, Botafogo, entre outros menos cotados e, certamente, disputaria o Brasileirão de 1987 (até porque vencemos o Catarinense daquele ano). 
Acontece que o certame de 1986 foi uma zona completa, e os maiores clubes de então resolveram, para 1987, criar a Copa União, e alijaram da primeira divisão, por exemplo, o vice-campeão de 86 - o Guarani, o quarto colocado - América-RJ, e o glorioso Tricolor, que foi artificialmente "rebaixado". Começava aí a desgraça que parecia nunca ter fim. Nunca mais disputamos a primeira divisão. ATÉ AGORA. Estamos como a Chape, que anunciou em seu twitter, brilhantemente: "nunca fomos rebaixados".

Não é hora de louvar nosso time, nosso presidente, nossa comissão técnica, etc. É hora de nos vangloriamos. Sim, nós. A nossa torcida. Eu, você, o torcedor anônimo ao seu lado.

28 anos sofrendo. Dois míseros títulos estaduais. Uma Série C. 25 anos sem ganhar nem torneio valendo um porco e duas caixas de Brahma. Série D. Time "fora de série". Comemoração de "Copinha". Foi foda, nego. E, sim meninos, eu vi.

Conto um pouco da minha relação com o Tricolor, e você aí terá, certamente, a sua história pra contar. 
A primeira vez a que fui ao "campo do JEC", ou seja, ao Ernestão, deve ter sido por volta de 1983 ou 1984, não tenho recordação exata, tinha 5 ou 6 anos. Lá em casa não se dizia "vamos pro Ernestão". Dizia-se "vamos pro campo hoje?".

Quando chegamos no poleiro, já disse ao meu pai - que não está mais aí para ver o JEC na Série A, e vaticinava, em 2008, que o o JEC era um time prestes a acabar (e realmente era): "- Eu não subo nessa montanha". O velho provavelmente já ficou puto, mas deve ter me aliciado com um refri ou pipoca. Ainda não começara a beber, só comecei aos 9 anos (hehe).
No intervalo, meu pai me dizia que pedi pra dar uma cagada. Imagina o desespero do homem. 
Não me lembro quem era o adversário, quanto foi o jogo, e na verdade, só me lembro de ver um monte de gente de preto, branco e vermelho, e bandeiras. Sim, podia haver bandeiras, e muitas. Cada um levava a sua. Era demais. 

Pulo 4 ou 5 anos no tempo. Assisti ao jogo Joinville 1x0 Botafogo, no dia 10.12.1986 (o site bolanaarea.com é ótimo para pesquisas), no Ernesto Schlemm Sobrinho. Não sei dizer o porquê de não ter ido ao mata-mata das oitavas-de-final, contra o Cruzeiro, já em fev.1987, quando fomos eliminados após dois empates em um gol, tanto cá como lá (e segundo reportagem do globoesporte - http://glo.bo/1AgkgBX -, com o JEC melhor). Desde então, perambulamos nas séries inferiores - ou mesmo fora delas.
Taça na TV e não no campo: mas é nossa!

É tempo de matar a saudade. Aquele jogo contra o Bota foi o último jogo de Série A a que assisti com o JEC em campo. Ano que vem, no dia 10 de maio, o Joinville reestreia na Primeira Divisão (oxalá que em casa). Terão sido 10.378 dias sem que eu (e todos nós) tenhamos visto nosso time na elite do futebol brasileiro. É muito tempo. Não são cem anos, mas cumprimos uma pena bastante longa. Que nunca mais se repita, porque não temos tantos pecados assim a expiar. E não irá. AVANTE, JEC!

3 de dez de 2014

UÍ ARE DE XEMPIONS. PASSIONAIS É OUTRA COISA

OLHO DE VIDRO, DAVID BOWIE

Esse blog tá mais parado que o Marcílio Dias, mas, de qualquer maneira, pode ser que volte. Se o JEC levou 28 anos para renascer, porque não posso eu ficar um pouco na Série D?

E isto porque meu pé frio parou de secar o JEC em 2012, quando tive, em razão do trabalho, de mudar de cidade. E a partir de então, parei de escrever. Finalmente, o Joinville Esporte Clube andava por suas próprias pernas. Não precisávamos mais descer a lenha nos erros. Começamos a acertar. A imprensa melhorou (RIP Maceió), a torcida melhorou e, principalmente, o JEC melhorou. 

Agora, minha paixão pelo JEC não atrapalhará mais, pois na Série A, teremos de ter a consciência de que os grandes clubes do Brasil virão a Joinville com a certeza da vitória. Então, perder para Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Galo, Flamengo, etc., não será um resultado anormal. Esse é um assunto para um post bastante sério. Perder em casa será algo bastante comum. Nem o mais alucinado tricolor poderá imaginar que sejamos favoritos contra o Cruzeiro, por exemplo.
Mas, em tempo: loas infindáveis a Márcio Vogelsanger e a Nereu Martinelli, artífices inegáveis da ressurreição tricolor.

PASSIONAIS

Jonathan Cidral é um abnegado pelo JEC. Foi o primeiro seguidor do JECMANIA. Bandeirão (roubado), meujoinville - ótimo site.  Passional do grupo RBS (seu mandato acabou agora). E  espero que volte às suas origens. Não deixe o samba morrer.
Este blog nasceu pra falar mal da imprensa - exceção feita ao meu querido amigo Wilson Leonel - e talvez voltemos às origens, tal qual Jonathan o fará. 
Sabiam que embora finado há um biênio, o blog ainda tem cerca de três mil acessos mensais? Já cheguei a 15 mil. Na série A, o blog pode crescer, se a vontade de escrever não passar.

O FUTURO

Certa vez, Delfim Netto, falando sobre economia, disse: "o futuro é incerto e opaco". Este é o futuro do JEC. Mas cada vez que ouço Nereu falar, me parece que ele sabe muito bem disso. 
Se, realmente for verdade o que ele diz, com uma folha de 1,5 milhão por mês dá pra ficar na Série A, o JEC fará um superávit de aproximadamente 10 milhões no ano que vem, caindo ou não.
Caindo, teremos dinheiro para logo voltar. Permanecendo, seremos cada vez mais fortes.

O RESUMO.

Escrevi coisas desconexas só para postar uma foto. Quando fomos à final da Série C, postei uma frase, às 14h. Dizia: "estou indo buscar uma coisa, e já volto". Era a taça. Pois agora temos outra. Quero vê-la ao vivo. Por enquanto, basta a foto. Nunca mais, enquanto se falar de futebol, poderemos esquecer que essa taça está em casa. O melhor time do Estreito não tem nada disso pra chamar de seu. AVANTE, JEC!

28 de mai de 2014

A VITÓRIA DO CABELO DO ARSCHLOCH!

Lá nos idos de 1991-1993, tive a grande "oportunidade" de estudar na ETT - vulga Escola Técnica Tupy -
Deve ser assim o emaranhado do Arschloch!
e lá tinha um camarada, cujo nome posso até aqui declinar pela evidente falta de exclusividade no batismo, o Sr. Daniel da Silva.

Naquele tempo, havia o famoso - a melhor coisa de estudar lá - campeonato de futebol anual da Escola Técnica - e lhes digo com pesar que essa tradição acabou, porque hoje o importante na empresa que sucedeu a ETT é angariar dinheiro com as mensalidades. Lá não se forma mais nem técnico de futebol, imaginem um técnico-mecânico.
E nem poderia ser diferente, se o "LELA" - apelido "carinhoso" que demos a um professor que não passava de um homem comum mas que tinha uma par de orelhas (ou "LELAS") considerável - hoje galgou cargos impensáveis para tal personagem. Se alguém imaginasse naquela época que esse homem seria importante, certamente teríamos internado esse lunático ali nos altos da rua XV de Novembro, no famoso e hoje igualmente inexistente (tal qual a ETT) Schroeder - o hospício. Mas, divago.

Pois bem, deixando as "orelhas" do livro e adentrando no conteúdo: volto a Daniel da Silva. Nos campeonatos de futebol, quando um time jogava mal, ou com preguiça, dizia o filósofo Daniel que o time por não correr, estava jogando com "os cabelos do cu amarrados". Nunca consegui materializar tal imagem, porque abjeta, mas que a metáfora é boa, disso não há dúvida.

Pensem em alguém com os cabelos do Arschloch - para quem não fala alemão (como eu, mas o google é foda) seria o famoso cu - amarrados. Correria como uma virgem, em passos pequenos, sem vontade de realmente chegar na "parada". Foi esse o JEC hoje. Devagar. 
Na verdade, a justificativa de que o jogo contra o Vasco-versa foi muito pesado, num dia que realmente jogamos bem demais mas não conseguimos vencer, e por isso hoje sentimos o ritmo, e estivemos abaixo da crítica, é plausível.

É bem verdade. Sem jogar porra nenhuma, vencemos o América-RN, por um a zero, com um gol aos 47min e 50seg. Mais difícil impossível. Fernando Vianna, que já começara bem no Estadual até se machucar, decretou a vitória após lindo lançamento de Jael - o irascível. Vianna não  pode ser esquecido. Hemerson Maria, que hoje não esteve bem, teve ao menos esse mérito. A base foi prestigiada. Além do atacante Viana, Gustavo Sauer, de quem se fala muito bem, também foi posto em campo - em detrimento, por exemplo, do medalhão/veterano Xvenk (é assim que se escreve?).

Já escrevi isto várias vezes: não é importante vencer quando jogamos bem (porque de regra, jogando bem, a vitória acontece). O importante é vencer quando se joga mal. E ontem, fizemos isto, apesar dos suportes do "sulampo" - este neologismo cu(ops)nhado por meu irmão é assunto para um outro post, que provavelmente nunca aconteça (pelo menos sobre este assunto) - amarrados.  Pra fechar com chave de ouro, permanecendo no tema, um aforismo que Oscar Wilde ou La Rochefoucauld assinariam, sem hesitar: "quem tem medo de cagar não come". AVANTE, JEC!

25 de mar de 2014

GANHAR DO METRÔ, SIM! POR QUÊ?

Eis que estamos na final do campeonato que desde 2001 não vencemos. Tomara que seja desta vez, pois treze anos sem título já é um período bastante considerável - e incômodo.
Vencemos o Criciúma jogando bem (mais uma vez), mesmo com desfalques, e com a presença de mais de 14 mil na Arena, ainda que com o jogo televisionado para Joinville. E de rebarba, já garantimos a Copa do Brasil-2015.
Não tá lá essas coisas, mas é o Chevette do 1º lugar.
Bruno Aguiar (acho) e Edgar Júnio cavaram o terceiro amarelo. Ivan tentou, mas não conseguiu. Ele e Rafael estão pendurados. Devem jogar ou não em Blumenau? Penso que não, mas entendo perfeitamente as opiniões em contrário, e abaixo há algumas razões pela segunda opção.
E lá em Blumenau, qualquer resultado nos satisfaz, ou é bom que vençamos? Respondo:

Fui ao regulamento para achar as razões pelas quais é MUITO IMPORTANTE vencer o Metropolitano:

Art. 9º A 3ª Fase – FINAIS, será disputada pelas associações que obtiverem as 2 (duas)
primeiras colocações no QUADRANGULAR da 2ª Fase, que jogarão entre si, dois JOGOS DE
IDA E VOLTA, sendo mandante do jogo de volta (segunda partida) a associação que obtiver o
maior número de pontos ganhos somente no QUADRANGULAR da 2ª Fase.
§ 1º Será considerada vencedora desta 3ª Fase – FINAIS, a associação que, após o jogo de
volta (segunda partida), obtiver o maior número de pontos ganhos nas duas partidas (ida e volta).
§ 2º Se, ao final do jogo de volta (segunda partida), as associações terminarem a disputa
empatadas em número de pontos ganhos, será considerada vencedora desta 3ª Fase – FINAIS, a
associação que obtiver o maior saldo de gols somente nos jogos desta 3ª Fase – FINAIS.
§ 3º Caso, ambas as associações terminarem esta 3ª Fase (FINAIS) empatadas, também, no 
saldo de gols, será considerada vencedora a associação mandante do jogo de volta (segundo jogo). 

Para quem sabe ler, a razão para vencer em Blumenau é clara. Além de jogar a segunda partida numa Arena lotada (esse handicap é obviamente relativo, pois levar uma lambada na primeira partida anula tal benefício), o faremos com a GRANDE vantagem dos empates, ou por derrota e vitória com igualdade no saldo de gols para erguermos o caneco. Dois empates: somos campeões. Derrota e vitória pela mesma diferença: somos campeões. 
Temos de ir com tudo em Blumenau, acreditando muito em nosso time, e também que o Metrô possa não estar tão interessado no resultado (não deixam o quarto lugar do quadrangular nem com vitória), salvo se aparecer uma "ajudinha" de algum dos dois times que ainda lutam pela vaga, para que os boys do subterrâneo tirem alguns pontos do JEC e nos roubem a vantagem na finalíssima.

PS, no meio do post: parece que nosso jogo mudou para domingo, às 18h30. Entraremos em campo sabendo quem será o adversário. Dá pra planejar um monte de coisa, até em razão da Copa do Brasil, como se vê no parágrafo abaixo. Voltarei ao tema.

Torço para o Criciúma ser nosso adversário na finalíssima. A uma, pela freguesia de fato e de direito. A duas, pelo fato de que contra o Figueirense lutaremos contra as forças do mal, a Capital, etc, etc., e contra o chororô descabido, mas previsível, de que o maior time do Estreito foi prejudicado no último embate - o que é uma deslavada mentira. Nunca se descarta uma cirurgia do árbitro em ocasiões como esta (até porque, sem dúvida, uma das finais será apitada por Héber Roberto Lopes).

Há um detalhe importante, contudo. O Trige (hehe) fará a segunda partida da Copa do Brasil contra o Londrina, de quem perdeu por dois a zero no jogo de ida, entre as duas partidas da final do Catarinense. Mas o JEC, igualmente, enfrentará o Novo Hamburgo fora de casa nesse período, em sua estreia na competição nacional (já adianto que viajaria com um time meia-boca). O Figueirense, por sua vez, antes da primeira partida da final, enfrentará o Plácido de Castro, lá no Acre. Enfrenta o Criciúma, viaja até o cu-do-judas (acho que vai mandar um mistão), e voltaria pra primeira partida da final. O que seria melhor para o Joinville?

O que realmente importa, é que já estamos lá. Pelamordedeus, vamo ganhá essa porra (em Blumenau e na final). AVANTE, JEC!

10 de mar de 2014

PRESENÇA DE PÚBLICO NA ARENA.

Saiu hoje no blog "Olhar Crônico Esportivo" - do GE (http://migre.me/ifdnj), uma radiografia da presença de público nas cidades brasileiras.


Faça sua parte para melhorarmos nesse ranking. 
A situação da cidade de Joinville é cômoda, mas poderia ser muito melhor. Há de se considerar que tudo que está englobado na pesquisa, para o nosso caso, só diz respeito ao JEC, enquanto em cidades com mais times (p. ex., no Rio de Janeiro, se consideram os 4 grandes, mais Madureira, Bangu, América, entre outros menos cotados), de forma que a boa colocação da cidade não necessariamente reflete as posições de maiores médias de público do clube. 
Nessa pesquisa, a cidade de Joinville ficou em 15º lugar, ou seja, a média de torcedores de jogos em Joinville (ou seja, só do JEC, e não somando, por exemplo, todos os jogos da cidade do Rio de Janeiro, de todos os seus clubes) foi, em 2013, a décima quinta maior do país, com média de 8.987 torcedores por jogo. Em 2012, a média do JEC na série B foi de 9.397 (uma queda de 5% de um ano para o outro).

Quando se considera o tamanho da cidade, para se calcular o percentual de torcedores daquela cidade que vão aos jogos, caímos para o 22º lugar, e o somatório dos torcedores que compareceram aos jogos (305 mil torcedores), representam 55,3% da população da "manchester" que, uma vez ou outra, compareceram às partidas. Para dar um exemplo de como poderíamos crescer, Criciúma, com 202 mil habitantes, levou ao estádio 345 mil torcedores aos jogos, o que representa presença nos jogos correspondente a 170% da população, ou seja, um comparecimento relativo três vezes maior que a dos joinvilenses/jequeanos.

Todos estes dados servem para, a meu ver, demonstrar uma coisa: o apoio ao JEC está estacionado, desde o acesso para a Série B. E a dificuldade em incrementar o número de associados parece enorme. 
Em verdade, quando demos uma arrancada na Série B-2012, tivemos o último salto em número de sócios-torcedores, que chegaram a dez mil, número que hoje tenho dúvidas se existente (basta ver que no site futebol melhor, contamos com 9.288 sócios adimplentes). 

Fernando Kleinmann, gerente/diretor de marketing, vem se esforçando para mudar essa realidade. Procedeu à reformulação das categorias de sócios (mas o resultado está longe de ser um sucesso), com os sócios antigos - e possível até que se atinja 12 mil sócios - com direito a ingresso livre com o pagamento de mensalidade, e os demais, em categorias inferiores, tendo apenas desconto nos ingressos.
Mas essa estacionada do JEC leva a uma (em verdade, várias, das quais faço apenas algumas) pergunta maior:
Chegamos ao teto - exceto por um acesso à Série A? 
Teremos sempre essa média entre 8 ou 9 mil pagantes, que não representam ingresso adicional de receitas com bilheteria, eis que sem dúvidas a maior parte das pessoas que vão ao estádio são os sócios, que não pagam nada no dia dos jogos?
O que é possível - além de subir - fazer para que aumente o apoio ao Tricolor?
A cidade realmente está engajada no "projeto" do JEC?

Não tenho as respostas. Mas as perguntas estão aí! Vamos tomar uma Brahma, que anda muito bem vestida.  AVANTE, JEC!

PS: Ah, e o quadrangular? Péssimo empate com o Metrô, bom empate contra o Criciúma. Necessidade de vencer o Figueira na quarta-feira, na Arena, mais uma vez com "apenas" 8 mil torcedores na arquibancada. Fazer um golzinho, de vez em quando, pode ajudar. Lima já tem 13 lá no Paysandu, neste ano de 2014 - essa é pra ti, Mário - hehe.

27 de jan de 2014

VOLTANDO DEVAGAR? - AINDA NÃO!

Primeiro, tenho de agradecer aos comentários lamentando o fim do blog. Fernando, Ivan, Sandro, Wanderlei,  Emerson, alguém do Itaum, Edson, Dácio, Bocão, Jonathan, Silvio, França, Jonas, Fabrício de Chapecó - o Juventus manda abraço, Moisés, e a todos os outros que leram e que não tenham comentado.

Depois, curto e grosso: o JEC jogou pra caralho ontem, e merecia uma vitória por três ou quatro a zero, mas o futebol é o demonho encarnado, e na única bola do criciúma, em CLAMOROSO IMPEDIMENTO, sofremos o empate.

A nossa tabela é ingrata (tanto que estamos no bloco dos renegados, aqueles que só jogam quatro em casa, e cinco fora). Depois, após um jogo com a entrega de hoje, não seria de surpreender se quarta feira não tivermos o mesmo gás. Se conseguirmos repetir o tesão de hoje, o JEC vai disputar (não digo ganhar, porque principalmente o próprio Criciúma tem muito a evoluir - folha de apenas 1,2 milhão), e bem, o campeonato, embora tenhamos de lutar contra a síndrome de começar bem e depois desandar. AVANTE, JEC.

O blog ainda não voltou, poisa raiva pela campanha frustrada, quando tudo indicava o acesso,  não passou de todo, de modo que não posso me comprometer até a calma voltar.
Se voltar, vai ser como na música: "alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho". Se realmente der na telha, será assim, devagarinho - ao contrário do JEC de hoje.
E um abraço gaúcho (por trás) a todos os filhos da puta que não deram sequer uma chance ao Francis na Série B do ano passado.
E parabéns ao Naldo, que deu duas porradas bem dadas no Eduardo. Apesar do Estatuto da Criança e do adolescente, moleque mal-educado tem mesmo é de apanhar.