NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

28 de fev de 2012

PESQUISA DE TORCIDAS - A MAIOR, AO MENOS DA CIDADE.

Imagem: Notícias do Dia/Marcelo Duarte
Saiu uma pesquisa no Globoesporte.com, reproduzida no Notícias do Dia, que coloca o JEC como o time de maior torcida da região Nordeste do Estado. Já é alguma coisa, embora tenhamos o Flamengo incomodamente em empate técnico conosco (e isso até explica - mas não justifica - o porquê de tantas vezes saírem notícias de outros times nos alto-falantes da Arena).


Foi o JEC que encomendou essa pesquisa? Se, foi, parabéns ao clube. Se não, que ao menos se saiba utilizar esses dados para a construção do futuro
Pelo que li, a pesquisa é fruto de parceria do blog "Teoria dos Jogos", do GloboEsporte com o citado instituto paranaense, o que para mim denota que não foi o Tricolor o encomendante da pesquisa. Mas, como disse, ainda que o trabalho tenha sido de terceiros, importa é saber analisar estes dados e fazer alguma coisa com eles
O Mário, que conhece das coisas da terra das araucárias, pode nos dizer da confiabilidade dessa "Paraná Pesquisas", que pelo site, parece um negócio sério.


Enfim: o que podemos tirar de proveitoso da pesquisa?
Primeiro, acho importante notar que todos os clubes superestimam o número de torcedores de sua agremiação, esquecendo-se de tirar da conta a grande parcela da população que tá cagando e andando para o futebol - e sim, esse contingente, isolado, é maior do que a torcida de qualquer clube, em nível nacional ou estadual. Então, se para nós o futebol é importantíssimo, tem gente que tá igual a Luka: nem aí.
Por isso, a primeira lição é deixar de lado qualquer mania de grandeza. Achar que somos maiores do que realmente somos, é burrice, é se acomodar num sonho ilusório e não trabalhar sobre dados e expectativas reais, porque essa ideia megalomaníaca de que 500 mil joinvilenses torcem para o JEC é quimera das brabas. Conhecer os limites já é alguma coisa.


Depois, descendo ao nosso particular interesse,  já escrevi, em ago.2010, sobre o tamanha da torcida do JEC (ver aqui), e fui pessimista pra cacete, chutando que nossa torcida efetiva seria é de umas 50 mil pessoas, e até acho que não estimei tão mal assim. 
A pesquisa atual, que estima nossa torcida em 16,25% da população de 515 mil habitantes (logo, em tese, aproximadamente 84 mil torcedores), joga alguma luz, mas não toda a necessária sobre os aficcionados pelo JEC
Esse universo de 85 mil torcedores necessitaria um estudo muito mais detalhado e profundo (ui!) sobre: i) quem freqüenta o estádio e quem tem intenção de ir ao estádio; ii) quais as razões para que o declarado torcedor não freqüente o estádio; iii) dentre os torcedores, qual o interesse em se associar ao clube; iv) por que não o fazem; v) quanto o torcedor pagaria para ser sócio do clube?, entre outros questionamentos possíveis, para que pudéssemos chegar a objetivos tangíveis no que toca à associação. 
É isso aí. Como a pesquisa é apenas um primeiro passo, aqui também não vou ficar conjecturando. Temos de descobrir (o clube, na verdade) como dar o próximo passo. 


A propósito, para maiores esclarecimentos, não deixem de conferir o primeiro capítulo da Trilogia de autoria do Mário Nascimento sobre os Sócios do JEC, lá no meujoinville.net (ler o texto). Além de dados atuais sobre os sócios, e a menção ao JECMANIA - que desde já agradeço - ele deixa no ar o mais importante: Até onde podemos chegar? Resposta que aguardamos ansiosamente para o próximo post de nosso amigo (ao trabalho, então, Mário!), e me parece que a pesquisa agora trazida à luz nos dá um horizonte, um teto ideal (e inatingível) para o número de associados, e que deve servir de base para que cheguemos a algum lugar. AVANTE, JEC!

27 de fev de 2012

VITÓRIA PROTOCOLAR E ÓBVIA. MAS QUE DIFICULDADE!

O JEC poderia ter optado por um procedimento cirúrgico, pegar a faca e rapidamente degolar o marreco. Mas, não! Nosso time escolheu o método tradicional: torcer o pescoço para matar o bichinho. O problema, todos sabemos, é que por vezes, depois de milhares de contorções no pescoço do bicho, que fariam a menininha do Exorcista parecer uma reles iniciante nas coisas do capeta, é soltar o bicho no chão e, ele sai correndo, ainda vivo.
E assim fomos, torcendo aqui, ali, e soltando o bicho no chão, e ele ainda vivo. Nem dá pra dizer que conseguimos realmente matar a marrecada, embora os tenhamos vencido.
Um jogo ruim, numa rodada que nos foi boa. A vitória do Marcílio roubando importantes pontos do Atl-IB (que terá agora 3 jogos fora nas próximas 4 rodadas), o empate entre Chapecoense e Criciúma, a vitória do Metrô, nos deixam na sexta colocação, a três pontos do quarto colocado, situação que já esteve muito pior há três ou quatro rodadas. Temos agora mais dois jogos contra pequenos, e precisamos ir a 18 pontos, para então encararmos o Figueirense com alguma tranquilidade. 
A partida foi um bumba-meu-boi desgraçado. Saímos na frente num gol de oportunismo do Lima, de biquinho, rente à trave do bom goleiro João Ricardo, em jogada de bola parada. O Brusque perdeu de empatar cara a cara com Ivan, e o marreco chutou por cima, com nosso arqueiro já batido. Passamos sufoco no final da primeira etapa, para, aos 4' do segundo tempo, em pênalti, ampliarmos. Lima - já com 98 gols com a camisa do JEC - teve ainda duas boas chances, uma de cabeça, outra de bicicleta. Mas é de ver que aquele time insinuante, de toques rápidos que jogou contra o Avaí, parece não ter viajado a Brusque. Não fizemos gol em jogadas trabalhadas, com a bola rolando.
Aí, com o jogo praticamente ganho, resolvemos complicar a parada. O Brusque poderia ter descontado em pênalti, muito bem defendido por Ivan, que já ia caindo, ainda assim conseguiu deixar o braço e espalmar a bola a escanteio. Não fosse isso, poderíamos ter cedido o empate, pois aos 45' o Brusque fez o seu gol. 
Lima quase 100. 8 gols em 8 jogos.
Resumindo: tá ruim, mas tá bom. Tem de ser assim mesmo. Mesmo jogando mal, somos obrigados a vencer esse tipo de jogo, pois nosso elenco, nosso time, é muito melhor que Brusque e que tais, e o time que ser quer grande, tem de vencer tais partidas, ainda que jogue mal. Fizemos nosso dever, então, e é o que fica deste final de semana.


Falávamos, a respeito da ótima atuação de João Henrique e Tiago Real na penúltima partida, que aquilo não poderia ser uma exceção, uma jornada brilhante no meio de outras apagadas. Não dava para incensá-los demasiado por causa daquela partida, nem para queimá-los por causa desta, em que realmente pouco fizeram de relevante. Vamos ver o que acontece no meio de semana, em Camboriu (que tomou 5 do Figueira). Temos de recuperar aqueles três pontos que eles nos roubaram na Arena, na primeira rodada.
Estamos com poucos meias, e esse é um problema. Ramon não foi relacionado, aparentemente poupado - deve estar à disposição na quinta-feira. Ricardinho ainda leva uns 20 dias para voltar - e estará fora de ritmo. Essa situação nos deixa com poucas opções de meia-cancha, e teremos que enfrentar pelo menos mais 5 ou 6 rodadas desse jeito. Vai ter que ser na raça, na superação, até encorparmos nosso meio campo com mais nomes.
Tudo somado, foi uma boa rodada. Na verdade, são quatro bons resultados em seqüência, e o que era uma quase impossibilidade, hoje já se afigura como uma boa chance. Teremos 5 jogos em casa, e o Camboriú fora. Já seriam 18 pontos suficientes para chegarmos aos 30, sem considerar Avaí, Figueirense e Chapecoense fora. Vai que dá! AVANTE, JEC!
FICHA TÉCNICA: Brusque 1x2 JEC, Augusto Bauer, 26.02.2012
JEC: Ivan, Eduardo, Pedro Paulo, Linno e Badé; Glaydson, Fabiano Silva, João Henrique e Tiago Real (Carlos Alberto); Rangel (Alex) e Lima. T. Argel.
Brusque: João Ricardo, Cleyton, Pereira e Heverton; Marcelo Guerreiro, Guto, Luiz Henrique, Roger Bastos e Rafinha; Felipe Oliveira (Fagner) e Jonatan. T. Joceli dos Santos.
Gols: Lima, aos 16' do 1ºT e aos 4 do 2ºT.

25 de fev de 2012

JEC VAI A BRUSQUE POR TRÊS PONTOS - NECESSÁRIOS.

Depois da sova que demos no time lá de Aririú Pandorga, é a hora de encararmos o Brusque
Time do Brusque tá treinando forte!
Primeiro fato: o gramado de Brusque não é pequeno. O Estádio que é acanhado. Segundo o Blog do Rodrigo, há algum tempo o pessoal do Criciúma foi lá, de trena e tudo, e teve a mostra de que as dimensões do gramado são maiores do que a maioria dos campos de SC. Fui no tal de gugli e medi, e realmente não dá pra reclamar. E acho que por aqui já se parou de falar disso - ao menos na imprensa - malgrado o Argel tenha mencionado isso, uma vez mais. Alguém tem de chegar pra ele e soprar que essa aí não cola.
Segundo fato: a vitória é uma necessidade. O Brusque tá numa draga daquelas. Já demitiram técnico, já contrataram o Joceli dos Santos, que já fez boas campanhas nesse clube, mas o fato é que o Brusque vem numa decadência tenebrosa nesse certame. É de se ver que sua única vitória foi fora de casa, na primeira rodada, contra o Metrô (ou seja, não vence há 7 partidas). No Augusto Bauer, empatou com o Marcílio e perdeu de Avaí, Criciúma e Atlético-IB
O Joceli  já reclamou publicamente do time (e isso que ele chegou há duas ou três rodadas), disse que não adianta exigir nada se o jogador não tem competência para fazer. O presidente, segundo o mesmo blog do Rodrigo - ou o twitter dele, andou escrevendo uma carta dizendo que tá tudo errado, que o buraco é fundo, e que eles ainda nem chegaram à metade dele.
No último jogo, o Brusque colocou 203 pagantes em seu Estádio, ou seja, até a torcida já abandonou. Vai dar ainda menos gente (talvez só dê mais torcedores por lá porque deve haver pelos menos uns 50 tricolores que viajarão ao Augusto Bauer), até porque além da draga futebolística, é fim de mês e ninguém, nem mesmo um MARRECO, em sã consciência gasta o (pouco) dinheiro que resta para se irritar.
Jogando como jogamos na quarta-feira de cinzas, a vitória é certa. Essa é a questão primordial: incorporaremos realmente esse jeito de jogar, ofensivamente, com toques rápidos, e marcação fungando no cangote (ui!) deles?. Tirando pelos últimos momentos (segundo tempo contra o Criciúma e jogo contra o Avaí), dá para acreditar que isso vá acontecer.
O time encorpou. O elenco ofensivamente encorpou. Faltam meias, tem de chegar alguém para o returno já com vistas para a Série B, e devemos ter Ricardinho de volta em uns 20 dias. Mas já tá dando pra acreditar.

Não há outro resultado aceitável que não seja a vitória, até porque 
olharmos a tabela, além da distância que nos separa dos ponteiros, a tábua de jogos, por exemplo, fará com que o Criciúma jogue os três próximos jogos em casa (é verdade que pega Chape e avaí), e possa, com três vitórias, chegar logo a 20 pontos. De outra banda, o Atl-IB jogará 4 das próximas 5 fora de casa. O que importa, no frigir dos ovos, é que façamos o nossa parte.
Brilhante, tenho de reconhecer!
Por isso, temos de jogar o possível e o impossível nas próximas duas partidas fora (Bru e Camb), e trazermos 6 pontos, pra depois vencermos o Marcílio, em casa. AVANTE, JEC!

Em homenagem ao brilhante out-door, duas rapidinhas (ou coelhadinhas):
1. Ramon nem relacionado para o jogo? Hum! Vão rifar o homem?
2. Mesmo na quarta-feira de cinzas, em oitavo no campeonato, uma vez mais o JEC liderou a bilheteria em casa. Podia haver bem mais gente, em considerando que o adversário era a turma da Costeira do Pirajubaé, mas somos, mais uma vez, líderes em público na rodada.
3. Alguém (Cassiano, Guilherme) sabe se o jogo vai passar no Meurer?

23 de fev de 2012

JEC VENCE E "DÁS UM BANHO" NO MAIOR CAMPEÃO DO PRÉ- 2ª GUERRA.

No clássico entre o TIME que desde 1976 ganhou DOZE TÍTULOS contra aquele arremedo que ergueu o caneco QUATRO vezes (hahahahaha) nesse mesmo período, deu a lógica. JEC 3.0, turbo. Vou lhes dizer uma coisa: títulos do pré-segunda guerra já prescreveram, nem deveriam entrar na contagem.


Foi uma grande apresentação do JEC, sem dúvida a melhor deste ano, até lembrando o time rápido que ganhou a Série C. Já tínhamos feito bons tempos em alguns jogos, mas ainda não tínhamos apresentado 90 minutos de bom futebol neste campeonato. Foi um baile. O Ivan não fez nenhum daqueles milagres a que está acostumado, nossa zaga não comprometeu, Linno jogou mais sério do que vinha fazendo, Ênio entrou bem. 
Mas a grande surpresa, para mim, foi o ótimo rendimento desse novo meio-campo do JEC, que penso eu, fará com que Ramon, uma vez mais, volte ao banco de reservas. João Henrique fez, sem dúvida, sua melhor partida no Joinville, e para mim, foi o melhor em campo (e há quem o tenha posto para jogar de atacante, né Gonzagão?). Participação nos gols, dribles, velocidade, raça na ajuda à marcação. 
A mesma coisa pode-se dizer sobre o Tiago Real, que em certo lance até ajudou na marcação tirando uma bola do atacante do Avaí dentro de nossa pequena área. Nota 10 pra nossa meiúca. Glaydson, uma vez mais, fez boa partida. 
No segundo tempo, após o três a zero, o Avaí começou a chegar algumas vezes pelos lados, com pouco perigo, é verdade, e acho que apenas em razão do ritmo que impusemos na primeira etapa, e o time até pode ter cansado de tanto que correu. 
O Ovelha é um cagão. Jogou como jogávamos no começo do campeonato: para não perder. O resultado foi óbvio. Aos 30 minutos do primeiro tempo, quando já vencíamos por dois a zero (aí a ovelha já foi pro brejo, meu caro), resolveu abandonar o esquema 3-6-1 e botar um segundo atacante. E diga-se, que o primeiro atacante deles era o homem que recebeu aquele coro "ei, Capixaba, vai tomatecru, feladaputa", e coitado, não fez nada no jogo, sendo substituído no intervalo. Mas deixemos os derrotados de lado, que é o lugar que merecem!


O Argel venceu (quase totalmente) minhas desconfianças no jogo de ontem. Ainda não entendi a razão de, com três a zero, não colocar no jogo um atacante de velocidade, para abrir ainda mais o jogo e contra-atacar. Aldair e Alex parecem figuras fadadas ao ostracismo do banco de reservas. Cristiano entrou dispersivo, lento (parece ainda fora de forma), é verdade que jogando na que não é a sua, no meio, e até entendo parcialmente tal atitude do Argel, porque não tínhamos nenhum meia no banco. Badé entrou porque vai jogar contra o Brusque, eis que Gilton está suspenso. 
Assim, malgrado minhas desconfianças, não podemos negar que ele pelo menos é um técnico (bastante) mais atualizado que o Miliolli, disso não temos mais dúvidas. E foi ele que treinou e formou essa escalação que deu certíssimo, com Real e João.
E ele assumiu na hora da bucha, para jogos contra Chapecoense, Criciúma e Figueirense, o que no mínimo nos autoriza a dizer que ele tem coragem, além de ter conquistado 7 pontos.


Pensando retrospectivamente no campeonato, é de se ver que contra os "grandes", em quatro jogos fizemos 8 pontos, e contra os pequenos em quatro jogos, apenas 1 ponto. Putaquelamerda! E o Lima, que segundo alguns zé-corneta só faz gol contra time pequeno, meteu gols, no turno, contra Chapecoense, Criciúma e Avaí. Ah, se ele tivesse feito gols nos pequenos...
Não querendo jogar água no chope depois dessa maiúscula vitória: não adiantará nada ter vencido o Avaí se não derrotarmos o Brusque no final de semana, pois nosso objetivo é chegar às finais do Catarinão (e via de conseqüência, estar na ponta dos cascos na estréia da Série B). AVANTE, JEC!

Ficha Técnica: JEC 3x0 Avaí. Arena Joinville, 22.02.2012, público - 7221.
JEC: Ivan, Eduardo, Linno, Ênio e Gilton (Badé); Fabiano Silva, Glaydson, Tiago Real (Tarcísioi) e João Henrique (Cristiano); Bruno Rangel e Lima.
Avaí: Moretto, Patrick, Renato Santos Rafael e Marcinho Guerreiro e Bruno (Nunes); Diogo Orlando, Cléber Santana, Pirão e Robinho (Neílson); Capixaba.
Gols: Rangel aos 17' , Lima aos 21' do 1ºT; Gilton aos 40'' do 2ºT.

22 de fev de 2012

SERVIÇO DO JOGO: JEC x avaí, ÀS 22H, NA ARENA (E NÃO NO PPV)

Argel, não faz assim...
Não vou falar nada antes do jogo, porque continuo achando esquisitas as escalações do Argel, embora reconheça que, com a tendinite do Ramon, nossas opções de meio-campo ficam reduzidas. Vamos de Tiago Real na meiúca. 
Argel colocou três atacantes no banco (Aldair, Cristiano e Alex), e hoje teremos estreias. É torcer para que nestes 7 ou 8 dias de treinos o time tenha encontrado um padrão de jogo. A ansiedade é grande, sabemos que o Avaíbis vem precisando do resultado para não deixar o título do turno cair nos pés de Chapecoense ou Figueirense. 


E, nós, precisamos vencer para não corrermos o risco de, no returno, restar apenas uma vaga em disputa se Avaí, Figueirense e Chapecoense dispararem já nessa primeira etapa. Na pior das hipóteses (toc-toc-toc), poderíamos ao final desta rodada já ter Chapecoense com 19, Avaí com 18 e Figueirense com 17. Com mais algum azar, Ibirama e Metrô com 16. Aí só nos restará vencer o returno.


Eis o serviço do jogo - que o clube deveria mandar por mala direta para todo mundo, até para lembrar os torcedores desavisados, aqueles que não acompanham o time sempre, que hoje tem JEC em campo. Não custa nada, é só um email que pode dar retorno (torcida no campo e mais dinheiro no bolso): 
Joinville x Avaí - Arena Joinville, 22h. 
Abertura dos portões: 20h.
JEC: Ivan, Linno, Fabiano Silva e Ênio; Eduardo, Glaydson, João Henrique, Tiago Real e Gilton; Rangel e Lima. T. Argel. 
Avaí: Moretti - e banda, Patríckia, Renato refugo do JEC, Santana Quantum, Robinho dos pobres, Pirão(?), Ronaldo artilheiro dos gols de pênaltis, e outros menos cotados. T. Ovino (tosqueado).
Compareçam!
Todos à Arena. AVANTE, JEC!

19 de fev de 2012

QUERO SER GRANDE!

Já dizia Raul: "há tanta coisa no menu, e eu nem sei o que comer". Há tanto por fazer no JEC, e eu nem sei por onde começar. Mas, tentemos, mais uma vez.
Meu falecido pai me dizia, lá por 2007 ou 2008: - Um time que só tem 7 jogadores sob contrato não existe, deveria acabar! - e essa era a situação do JEC depois de sequer disputar a Série D. "Eles" (escuso-me de declinar nomes notoriamente conhecidos) tinham conseguido acabar com o JEC.
Ele - meu velho -  estava certo, eu errado, mas a minha teimosia tricolor não aceitava essa certeza, e ansiava por dia melhores. - Nós temos que conseguir sair dessa merda!, pensava. Quatro anos depois, estamos aí, bem diferentes - e melhores.
BMG, ELETROBRÁS, KRONA, TAIPA, RED HORSE, MG ELETRO, CARARA, CRICIÚMA CONSTRUÇÕES, ROMAÇO, ZUM SCHLAUCH, esses aí são nossos parceiros, e espero não ter esquecido nenhum.
Já fizemos diversas estimativas, mas só com a camisa vamos chegar a um milhão mensal de arrecadação. Sócios (uns 400 paus). TV da Série B, uns duzentos mangos. A diretoria trabalha com uma arrecadação estimada em 2 milhões a cada mês.
Nesses poucos anos, saímos de 2,5 mil sócios para 7,5 mil. De 250 mil para 2 milhões de receita mensal. De um time "fora de série" para um time de Série B. 
Pode soar repetitivo, mas já falamos da lição que Peter Parker - não o filósofo, mas o Spider Man (que ao desaviados, não é aquele cara que ganha dinheiro pra chutar a cabeça dos outros, ainda que no chão, em um negócio que pra mim não é esporte nem aqui e nem na PQP) - recebeu de seu tio Benjamin: grandes poderes trazem grandes responsabilidades


Nessa toada, já falei que pessoas financeiramente desprovidas (é melhor ser politicamente correto) quando muito têm, se lambuzam. Mas vejo que nosso clube, ao menos no discurso, tem rumado para o "caminho do bem" (Maia, Tim. Disco Racional). 
MV já mandou avisar! Vai gastar boa parte do dinheiro no time da Série B, mas quer deixar o JEC um CLUBE - E NÃO APENAS UM TIME - MAIS FORTE. Não podia estar mais certo. Já anunciou que pretende quitar as dívidas, que vai fazer mais um campo no CT - repito o que disse em outro post: há dois anos, treinávamos em campos alugados, além de terminar as obras que andam rapidamente.

Não adianta achar que um só ano bom constrói um clube. A gente ganha um campeonato, perde outros (todo mundo perde mais do que ganha), e ano que vem recomeça tudo de novo.  Patrocínios vêm e vão (lembremos que com o dinheiro da Consul não fizemos nada de bom), e confiar para sempre em BMG e Eletrosul seria temerário, malgrado agora sejam patrocinadores tão grandes como nunca vimos.
Por tudo isso, não entrar no século XXI, continuar no passado, treinando em um só campo (lembram que para a Série D nosso campo no CT - só havia um - era inutilizável e treinávamos em campos da primeirona, ou na chácara de sei lá quem, ou em  Massaranduba?), 
O presidente, com seu jeito teimoso, na maioria das vezes teimou pela coisa certa. Disse um presidente americano (não o do Galo da Zona Norte) já morto há muito tempo, uma frase que cabe em defesa do Márcio, : "eu não sei o segredo do sucesso; o do fracasso é querer agradar todo mundo". Também atribuem a frase ao humorista Bill Cosby. Tanto faz, porque a frase é corretíssima de onde quer que tenha saído, e se foi do humorista, eis a prova de que grandes verdades podem ser ditas com grande graça.

Vamos ganhar um ônibus novo? E que tal uma nova visão
sobre a tecnologia?
Vou terminando com uma opinião: não há campo em que estejamos tão atrasados (e que seja mais urgente e fácil de evolluir) quanto o de TI - tecnologia da informação. A despeito do que pensa nosso "anônimo", eu acho nosso site ruim. Nossa comunicação com o torcedor, inexiste. No último post, apontamentos do Jonas e do Bocão (confiram!), remetendo à entrevista do Presidente do CDL- Joinville sobre a importância das compras virtuais e ao texto do "Olhar Crônico Esportivo", lá do Globoesporte sobre a importância de não se gastar tudo (ou mais) do que se tem, dão rápidas pinceladas que conferem certa autoridade ao que escrevo aqui, tanto em relação aos acertos de MV em pensar no futuro, quando na necessidade de fazermos do computador (orkut, facebook, compra e venda de produtos e ingressos, associação de novos interessados) e da internet  uma ferramenta do futebol.
Um técnico em informática, que conheça de internet, criação de sites, e saiba lidar com ferramentas básicas de mala direta, controle de custos, relacionamento clube-torcedor(cliente), pode fazer uma diferença terrível daqui pra frente. 
E é muito mais fácil acertar essa área do que acertar tudo que já acertamos nesses últimos três ou quatro anos. Basta um pouco de vontade, e veremos grandes avanços. É muito mais fácil contratar um técnico de informática do que achar um Arturzinho. É muito mais fácil comprar um computador de 10 mil do que achar um Lima. 
Chega por hoje!

E chega a quarta-feira de cinzas, de uma vez, que eu quero ver JEC x avaíbis. No Carnaval a audiência do blog é baixíssima, por isso só volto a escrever no dia do jogo. Mas nesse clima momesco, vamos de Salgueiro: explode, coração, na maior felicidade. É lindo meu Joinville, etc. etc. AVANTE, JEC!

15 de fev de 2012

JEC: PÚBLICO E RENDA, LUCROS E (MUITOS) PREJUÍZOS NO CATARINÃO.

Em 10 dias sem futebol, vamos discutir algo fora das quatro linhas, esperando que, no campo, Argel acerte o time nesse período.


Após sete rodadas, em que temos alguns times com 4 jogos em casa, outros com três partidas em seus domínios, é hora de fazer umas continhas e mostrar (como se não soubéssemos) por que a torcida do JEC é a de maior presença no Estádio, mas mesmo assim, o prejuízo para jogar esse campeonatozinho é constante.
As médias dos times mandantes são as seguintes:
JEC: 7.391 torcedores.
Figueirense - 6628 manés.
Criciúma - 3869 soterrados.
Chapecoense - 3883 bugres.
Avaí: 4601 - catadores de berbigão (isso com o "crássico").
Metrô - 2290 - boys do subterrâneo
Atlético-HA - 1284 rollmops.
Marcílio - 1149 estivadores
Camboriu - 606 primos-pobres de Balneário.
Brusque - 298 marrecos.


Penso ser importante considerar algo que a torcida raramente pondera: o campeonato, por si só, é deficitário, dá um prejuízo do caralho. E por isso as torneiras fechadas tinham sua razão de ser enquanto os patrocínios não viessem (e ainda não vieram, embora apalavrados). O que aguenta o time, durante o Catarinão, são os sócios, patrocínios, alguma quirera da TV. O dinheiro de ingresso é uma utopia, logo o "faz time que a torcida paga", também me parece de um otimismo exagerado.
Se olharmos os borderôs que estão no site da FCF (vou arrendondar, não me venham com chorumelas), está plasmado que o JEC anunciou arrecadação de 133 mil no primeiro jogo; e, no segundo, com mais gente, 111 mil reais; no terceiro, 84 mil reales. Pode parecer algum dinheiro, mas não é nada! É isso mesmo, nada!


Primeiro: o dado que me deixa mais puto: a incompetente FCF arrecada 10% da bilheteria bruta do jogo, ou seja, pra não fazer nada, exceto indicar os árbitros - que nós pagamos, e por vezes para fazerem merda, igual ao Bender, na primeira rodada - eles levaram daqui cerca de 34 mil, em três partidas. E como se verá abaixo, a FCF ainda por cima arrecada sobre uma renda fictícia.


Segundo: analisando detalhadamente os borderôs, vê-se que o grosso da bilheteria dos jogos do JEC é meramente contábil, não representa ingresso efetivo de dinheiro nos cofres do clube. 
Em resumo, jogar sem encher (ou pelo menos metade) o Estádio Municipal é prejuízo na certa. Explico:
No primeiro jogo, contra o a turma do lado de lá da 101 em Balneário, dos 133 mil anunciados, a renda real - excluída, portanto, a dos sócios, pois se considerou como se cada um dos 5028 sócios presentes tivesse pago 20 reais -  foi de apenas 33 mil, ou seja, só esse dinheiro foi realmente recebido pelo clube a título de ingresso. 
Porém, descontam-se os 10% da federação sobre o total de 133 mil (logo 13 mil e alguma coisa), e outras despesas (arbitragem, seguros, taxas, INSS, Arena), e o total de despesas chegou a 44.800. Resultado efetivo, pagamos uns doze mil pra jogar em casa, na estréia.


Contra o Figueirense, o quadro não foi muito melhor. Dessa vez, a "renda bruta" foi de 111.125,00. Destes, 60 mil são aqueles "fictícios" dos sócios (agora contabilizados a apenas 10 reais), e apenas 51 mil decorrentes da venda de ingressos (ou seja, dinheiro vivo). Mais uma vez, 10% pra federação, e mais 24 mil daquelas outras despesas, montando um total de gastos de 38 mil, tirando daqueles 51, sobraram uns 13 mil (um pouco menos, se colocasse aqui os números exatos). "Puta lucro", não é não?
Contra a bugrada, resumo ainda mais curto, mas não menos triste: receita líquida foi de 52 paus, mas 55 merreis são fictícios, dos sócios. Pagamos, mais uma vez, pra jogar. 
Conclusão básica: o público mínimo para não termos prejuízo em dia de jogo é de 7.500 torcedores, contando que apenas cinco ou seis mil sócios compareçam. Para termos alguma receita considerável com os jogos, precisamos, sempre, da venda de uns 3500 ingressos.
Temos que chegar às finais, pra lotar a Arena, quem sabe duas vezes (semi e final), pra daí sim, pelo menos equilibrar as contas de bilheteria. Jogar dá prejuízo no Campeonato Catarinense
Por isso reafirmo que entendi (embora contrariado) a política de torneiras fechadas. Não tem como querer andar de Ferrari com grana para custear o IPVA de um Fusca. Não adianta ter laptop e não ter dinheiro pra bateria.


Eis o que andamos deixando de fazer pelo JEC: encher a porra do Estádio. "Faz time que a torcida paga" dizem. Têm certeza? Time bom custa caro. Time que custa caro precisa de bastante dinheiro. Sem que o número de sócios aumente significativamente, sem que os polpudos patrocínios entrem nos cofres, precisaríamos de mais torcida para evitarmos aumentar nosso déficit.
Se nós já estamos nessa situação, imaginem Brusque, Camboriu e outros que tais, com público de jogo da terceirona joinvilense.
Não há como negar que nossa torcida é a mais presente no Estádio, a que mais comparece, a que mais alenta seu time. Mas precisamos mais, sempre mais. Todos juntos somos fortes. AVANTE, JEC!

12 de fev de 2012

EMPATE: JEC 2 x 1 DO CRICIÚMA + 1 DO CÉLIO AMORIM

Primeiro tempo foi assim!
Com 5 minutos de jogo, já estávamos atrás no placar, com marcação confusa, chegando atrasada na bola, fazendo faltas. Em uma delas, de PP em cima de Zé Carlos (que levava vantagem sobre nossa zaga), o próprio atacante bateu e Ivan nem viu a cor da bola. A meia-cancha do Tigre jogava fácil. Quatro ou cinco chances de gol criadas pela turma do Sul, em 15 minutos. Tava feia a coisa.
Nós precisamos de um zagueiro rápido. Pedro Paulo não é homem de combate, pra dar o primeiro bote, ele tem de ser o zagueiro mais de sobra, senão fica prejudicado em seu futebol, tá com 30 e muitos anos. Linno entregava bolas, era driblado facilmente. O time estava mal armado, as jogadas laterais do Criciúma saíam facilmente.
Na parada pra tomar uma aguinha, aos 20', PP e Ivan já discutiam, porque nossa retaguarda estava uma porcaria. Ivan até mandou o PP "tomatecru" - claro que é discussão de jogo. Só conseguíamos ir ao ataque em bolas paradas. Não construímos nada, Tiago Real não subia, Gilton cruzava bolas lá da intermediária. Rangel e Lima, enfiados, nada produziam. Só aos 30 minutos construímos a primeira jogada ofensiva, com Ramon chutando fraco para o gol, após passe de João Henrique. Aos 33, uma bola na trave para nós, em cabeçada do Rangel, de novo em bola parada, porque criar alguma coisa era muito difícil.
O jogo começou com 30º, e acho que até por isso o Criciúma não conseguiu manter o ritmo inicial (ainda bem para nós). Fomos para o intervalo perdendo de pouco, pelo que jogamos. Minha impressão é de  que Argel deveria mexer bastante no time. Estávamos sem jogada pelos lados do campo, jogando lentamente, mas o único meia (volante) no banco era Tarcísio
INTERVALO, até pra respirar um pouco. E torcer para nosso hábito de jogar um tempo bem volte a acontecer.


Na segunda etapa, o técnico fez o óbvio: entra Eduardo no lugar do Tiago Real (só na cabeça do Argel a manutenção do Real no time). 
No segundo tempo, nós fomos os fodões!
Aos 6', Ramon bateu falta muito bem, na trave. Aos 10', boa jogada de Eduardo, Carlos Alberto, Rangel e gol de Ramon, que, contudo, fez falta na jogada. 
Aos 11', Gilton chutou para defesa no susto de Andrei. Aos 12', Rangel chutou para difícil defesa do arqueiro dos amarelos.
Fabiano Silva entrou no lugar de João Henrique (que pouco fazia), mas Argel tirou um dos meias (?!). Substituição no mínimo estranha. , mas adiantou Glaydson, o que acabou funcionando. Aos 18, Gilton, que não vinha muito bem, mas já subira de produção no segundo tempo junto com o time, cruzou da esquerda e Lima testou pro fundo do gol, empatando a peleja. 
Aos 22', Rangel perdeu um gol inacreditável. A virada já seria merecidíssima, a esta altura. Aos 23', Carlos Alberto conseguiu ir pra rua, ao fazer duas faltas em dois minutos. Será que nossa reação seria brecada ao ficarmos com um a menos? 
Devolvemos a bola para o Criciúma, passamos a ser dominados mas, aos 36, contra-ataque perfeito, com Ramon, Lima, Gilton (dois passes para gol no jogo) e Glaydson,  que com calma e categoria virou o jogo. JEC 2x1. 
Tarcísio entrou aos 40. Ramon teve chance clara para fazer o terceiro gol, e demorou para concluir em gol.

Nos segurávamos na defesa, enquanto o Renato Semenchato e o bosta do Martinello tavam numa torcida pro Criciúma que era impressionante. Viram uns 18 pênaltis pro Tigre. Só para constar: "Ei, RBS, vai tomar no cu!" 
Aos 49', o Pierluigi Collina de Santa Catarina, o famoso Célio Amorim Monti Dimerda, conseguiu empatar o jogo (isso que uns três minutos antes, só faltou o bandeira tirar o apito do árbitro, querendo marcar um pênalti)! Numa bola que bateu na mão do atacante do Criciúma e DEPOIS na mão do Linno, ele marcou a penalidade máxima, convertida. Fim de jogo.

Vamos para a próxima partida. Na de hoje, jogamos bem 25 minutos, já poderíamos ter virado nesse tempo, mas perdemos alguns gols. Ficamos com um a menos, e no contra-ataque fizemos o gol que deveria ser o da vitória, não fosse o assoprador de apito. Esses poucos minutos jogando bem foram insuficientes para vencer, mas bastaram para roubar dois pontinhos do Criciúma. Contra o avaí, não teremos Carlos Alberto e Pedro Paulo (Tarcísio  e Ênio ou Fabiano Silva ou Charles). O Argel que se vire (e não invente, cacete!). O time deu uma boa melhorada, mas continuamos jogando só um tempo, e já é hora de jogar 90 minutos. AVANTE, JEC!
Ficha técnica: Criciúma 1 x 2 JEC. Heriberto Hulse, 12.02.2012
JEC: Ivan, Tiago Real (Eduardo), Pedro Paulo, Linno e Gilton; Glaydson, Carlos Alberto, Ramon e João Henrique; Rangel (Tarcísio). T. Argel.
Criciúma: Andrei, Capixaba, Nirley, Anderson Conceição e João Paulo; Henik, Tiago Dutra (Anderson Costa), Itaqui (Diego Felipe) e André Gava; Zé Carlos e Valdo. T. Márcio Goiano.
Gols: Lima aos 18' e Glaydson aos 36' do 2º T.

10 de fev de 2012

JEC x CRICIÚMA: CALÇA DE VELUDO OU BUNDA DE FORA! E A "CHUVA DE MILHÕES"

O JOGO DE DOMINGO:
Vamos a Criciúma, e precisamos buscar ponto(s). E mais do que isso, tirar pontos do time do sul, que no frigir dos ovos, deve ser um dos que vão brigar conosco por uma vaga às finais. O Tigre é um time que faz muitos gols (tem o segundo melhor ataque, Zé Carlos está bem), mas também sofre muitos gols (sua defesa só é melhor do que a do Marcílio Dias). Se acertamos defensivamente, temos tudo pra mais uma vez comemorar uma vitória lá no Sul do Estado, lugar em que já demos tantas voltas olímpicas.
É de se ver se nós andamos com problemas em bolas aéreas, o Tigre, em seu último jogo, sofreu três gols em escanteios no Scarpelli. Argel sabe disso, e tem de tirar vantagem.
Não dá pra ficar num chove não molha, e achar que derrotas, mesmo nos "clássicos", seja algo natural nesta altura do certame. Já fizemos nossa cota de cagadas durante o campeonato. Não que perder do Criciúma lá seja o fim do mundo, em CNTP, mas é hora de plena recuperação, de afirmação do time, de garantir três pontos e ter dez dias de calma para que Argel consiga dar seu padrão de jogo ao nosso time, antes de encarar o avaí na quarta-feira de cinzas. 
Imagino que não haverá muitas surpresas, o time deve ser o mesmo que iniciou contra a Chapecoense (até porque o do segundo tempo foi uma bagunça), provavelmente com Eduardo de volta à lateral-direita. 
O JEC tem de ir pra matar, pra vencer, temos de fazer um apresentação decente, não adianta jogar meia-boca. E o Argel disse que o que ele buscará em seu trabalho é dar padrão de jogo ao nosso time, buscar um estilo para o nosso jogo, e não ficar esperando as definições do adversário para aí ver o que fazer. Tá certo. Mas tem de ter um estilo definido, sabermos o que queremos. É calça de veludo ou bunda de fora. 


O DINHEIRO ESTÁ AÍ! 
Depois de muitas idas e vindas, o quê se anunciava desde dezembro parece que nesse mês de fevereiro se consolidou, e em março será realidade - assinada, preto no branco. 
O BMG fechou e assinará em março, e a Eletrosul também deve assinar nos próximos dias, o contrato de patrocínio. 
O valor com o banco mineiro é estimado em R$ 300 mil por mês que, somados aos 250 mil prometidos pela estatal energética, representam uma injeção de 550 mil por mês, dinheiro que nunca antes na história desse Clube se viu por aqui. 
Vamos acrescentar a este montante - e alguns números são estimativos, porque não os tenho exatos (desculpem os que já leram comentário semelhante na postagem anterior) - os seguintes:
1. 180 mil que já arrecadamos atualmente com a camisa - declarados pelo MV, talvez um pouquinho a mais, agora com a MG Eletro;
2. 30 mil dos conselheiros;
3. 370 mil de sócios (6000 mil arquibancadas a 42 reais e mais 1500 cadeiras a uma média de 80 merréis);
4. 400 mil de renda a cada mês. São 19 jogos em casa na Série B, em seis meses e uma semana de competição, ou seja, cerca de três partidas na Arena a cada 30 dias; supondo uma média de 12 mil (na série C foi de 11231) torcedores, descontados os sócios, ou seja, com venda de 4.500 ingressos por jogo, com ingresso médio de 30 reais (tem muita meia-entrada), com receita bruta de 135.000 por jogo, ou seja, por volta de 400 mil por mês.
5. 200 mil de TV/pay-per-view.
6. Arrecadação da Toca do Coelho, que não sei estimar. 
7. Sobras da Timemania (após pagamento do passivo tributário) e É GOL (é pouco, mas é nosso).


Tudo somado, em um rabisco, cheguei a pouco mais de 1,7 milhão por mês de receita bruta. Não nos esqueçamos que ainda estamos recebendo uma grana pra ampliar o CT, e haveria aquele outro numerário -1,2 milhão - para investir na base (liberando dinheiro para o futebol profissional) que viria do governo federal, mas nunca mais se falou nisso. 
Chegamos ao fim das "torneiras fechadas", mas diz a sabedoria popular que novo-rico (ex-pobre, para os íntimos) quando come muito se lambuza. Chegou a hora de sabedoria pra gastar essa grana. Não dá pra contar com o Richard Pryor pra investir nosso dinheiro. Ele tinha de gastar 30 milhões em tinha dias pra receber 300 milhões de herança. Nós temos é que cuidar dos nossos trintinha (ou vinte e poucos milhões por ano), porque "só" temos isso, e fazer com isso um time para brigar pelo acesso à Série A.
Em um ano, saímos de uma situação deficitária, em que éramos os primos pobres de Santa Catarina, para igualar nossas receitas às de Avaí e Criciúma. Se tudo der certo (acesso), ano que vem podemos estar em pé de igualdade financeira com o Figueirense. E aí, com a mesma grana, nossa camisa e nossa torcida nos garantem. "Tamo" chegando.
E temos de reconhecer a competência da diretoria nessa questão. Ao que se sabe, tudo foi fruto do trabalho deles, com alguma ingerência - benéfica e exterior ao clube - de políticos, sem intermediários, sem comissões para "agências", sem atravessadores, tudo pelo JEC e para o JEC. E isso é digno de nota. Fizeram algumas cagadas - nossa posição na tabela exemplifica isso-, mas acertaram bastante também. 


Faço só um pedidozinho modesto: peguem uns cinqüentinha desse montante, e façam um puta de um projeto para angariar novos sócios (no longo prazo é garantia de dinheiro), com mídia, folders, marcação homem-a-homem (ui!) em dias de jogos, com distribuição de formulários para associação na saída das partidas (pode ser no verso do próprio folder explicativo das vantagens de ser sócio (dois coelhos com uma caixa d´água só). Temos de atacar em todas as frentes, começando domingo, contra o Criciúma. AVANTE, JEC!

9 de fev de 2012

JEC 3x1 CHAPE. VITÓRIA ESPETACULAR. JOGO NEM TANTO.

Uma vitória fundamental, pra acabar com essa zica que estava encruada em nosso time. Jogamos bem? Sim, jogamos bem os primeiros trinta e cinco minutos do primeiro tempo quando vencíamos por dois a zero, em dois gols de bola parada, o que talvez mereça ser creditado um pouco ao Argel, um pouco ao Ramon, bastante ao Bruno Rangel. Quando saiu o gol da Chapecoense, descontando o placar, nosso time deu uma assustada, e eles só não empataram ainda na primeira etapa tempo porque Ivan fez uma puta de uma defesa, num chutaço à queima-roupa. É verdade que a bola foi em cima dele, mas o nego tem de ser bom pra pegar aquela bola.  
É de se dizer que o técnico deles tirou o lateral-esquerdo e botou um atacante lá pelos 30', mudando bem o jogo a favor deles. No blog do Badá tem uma análise interessante, dizendo que o técnico da Chapecoense inventou no jogo de hoje, e essa substituição foi só pra desfazer a cagada que armou na escalação, e acho que o "colonista" lá do oeste uma certa razão, pois os silvícolas jogaram muito mais no domingo, contra o Figueirense. 
Fomos pro intervalo vencendo, Carlos Alberto não voltou do intervalo, parece que fodeu o joelho. Em seu lugar veio Fabiano Silva, que esteve mal no jogo, não acertava passes, parece que não entendeu bem o seu lugar em campo - diria meu amigo que tava mais perdido que surdo em bingo. Mateus seria a opção lógica.
Nesse começo de segundo tempo, a Chapecoense dominava o jogo, chegava perto de nosso gol, Linno não vinha bem (infelizmente, uma constante), enfim, eles estavam mais perto de empatar o jogo do que nós de fazermos o terceiro gol. Foi quando, numa jogada boba na lateral-esquerda, perto do meio-campo, João Henrique - que esteve bem - acreditou numa bola vadia, roubou a pelota do defensor verde, disparou em direção à área, e deixou Lima na cara do  gol. Ele driblou Nivaldo e o zagueiro o derrubou. Pênalti, que ele cobrou muito bem, firme, chute forte, sem palhaçada. Esse gol matou a colonada. A Chapecoense que vinha bem, simplesmente parou de nos incomodar, entraram mais um ou outra vez em nossa zaga, impedidos, e nada mais fizeram.
Depois, Argel tirou Ramon - que mais uma vez jogou bem - e colocou Tarcísio. Por fim, João Henrique saiu para dar lugar a Aldair. O time ficou bagunçado pra cacete. Não culpo (muito) o Argel, ele conhece pouco o elenco, mas as substituições confundiram a equipe. O jogo acabou com Rangel na meia (ele é 9 trombador, dominar a bola não é a coisa mais fácil do mundo pra ele), Lima e Aldair no ataque (o col pola realmente não entrou bem - e parece que se meteu em enrascada, como conta o Fronzi em seu blog (veja aqui), resolvendo procurar o seu caminho, e eu não o culpo. Tarcísio ficou sendo jogador de ligação, escolhido para puxar contra-ataques. Não é a dele, convenhamos. Mas, mesmo meio zoneados, vencemos. Fim de jogo, alívio, três pontos na tabela.
A foto é repetida, mas é que esse zagueiro-de-roça
da Chapecoense, que dizem ser artilheiro,
é feio pra caralho! E colono não pode vir pro litoral. 


O fato é que precisávamos vencer, e o fizemos. Não jogamos 50% do que podemos jogar, e mesmo assim foi suficiente para vencer a líder da competição (mas se o Avaí vencer hoje, será líder nos critérios de desempate). Imaginem se estivéssemos voando, como no final do ano passado. Por isso a revolta com os resultados das primeiras cinco rodadas, porque mesmo jogando mal, teríamos a obrigação de ter feito melhores resultados contra Camboriu, Marcílio, Metro, Atlético-HA. Temos um bom time, em potencial. Temos que transformar isso em realidade, e honrar essa torcida, que mesmo com o time na vice-lanterna, pôs 7500 vozes na Arena. 


Vamos pra Criciúma, e vamos ver o que Argel quer da vida. Que ele não vá pra lá cagado, retrancado. O Criciúma não vem bem, seus últimos resultados são empate em casa com o Marcílio e derrota (5x4) para o "melhor time do estreito". Dá pra buscar resultado. 
Temos que fazer uns 5 ou 6 (ou 7 ou 9) pontos nessas últimas três rodadas do turno, pra ficarmos mais ou menos na tabela, e esmerilhar no returno, se realmente ainda queremos algo desse campeonato. 
É ou não é  muito melhor recitar a tabuada de 3 que a de um ou a de zero? AVANTE, JEC!

7 de fev de 2012

DO YOU WANT TO FUCK(S)? INVITE ME TO A DINNER!

Como dizia minha vovozinha, "queres me foder, me convida pra jantar antes"! Pois é assim, sem agrado prévio algum, que tão querendo nos - a nossa torcida - "trumbicar" (para ser ameno). 
Quê que eu tô fazendo nesse disco? - Vô batê pá tu batê
 ( Baiano e os Novos Caetanos)
Sempre que há uma contratação de técnico ou quem quer que seja, fico meio em cima do muro, com a seguinte dúvida: "Pode dar certo?". E a resposta murista, de praxe: "pode, embora não seja lógico que vá funcionar". Então, aqui, vou dar uma de macho (ui!), e cravar: - vai dar errado!
No primeiro governo de D. Luis Inácio da Silva - o Lula, Chico Buarque de Hollanda sugeriu a criação de um Ministério para avisar ao mandatário da Nação, sempre que algo parecesse estranho: "isso vai dar merda!".
Pois essa contratação tem tudo pra dar merda. Mas concordemos que no Joinville Esporte Clube, não foi por falta de aviso, não!
Todo mundo (a torcida, os jornalistas, os blogueiros, os corneteiros, os tuiteiros) afirmou: - vão contratar esse cara e "vai dar merda". 
A torcida foi à apresentação do Argel e fez o seu papel. Reclamou. Xingou. Protestou. 
E estão (estamos) certos. Não nos esqueçamos - ou melhor, não se esqueça a diretoria - de que por falta de marketing, ou o qualquer coisa que o valha, A PRINCIPAL PATROCINADORA DO JEC AINDA É A TORCIDA, PORRA!, e por mérito único da torcida, porque o número de associados só aumenta por causa da própria torcida, não por ações do clube. Então temos sim o direito de protestar.


Falando de torcida, aqui vai um parêntese sobre a divulgação, a promoção da marca JEC, antes de continuar a meter a lenha (ui!), para demonstrar a inércia do Clube: a turma do PORTALJEC patrocina o Natal Solidário, hoje Torcedor Solidário, uma louvável iniciativa para ajudar as pessoas mais simples, mais pobres, com alguma alegria em datas especiais. É um negócio bonito de ver. E o que isso tem a ver com o assunto "torcida"?
Cara, eles expõem o nome do JEC pra ajudar outras pessoas - acho que sem cobrar nada do Clube - divulgam gratuitamente o nome do JEC, e, PASMEM, conseguem mais publicidade (e durante o ano inteiro) para essa ação do que o próprio clube para se divulgar e para arrebanhar associados. Cadê nosso marketing? Fecho parênteses.


Volto ao Argel:
Nos comentários ao post anterior, a maioria das opiniões foi contra o Argel, mas houve quem o defendesse, por ser linha dura, por ter alguns bons resultados em sua curta carreira, e também por acharem que os jogadores tem muita culpa na atual situação do time. Então, nota-se que ele não começa com desconfiança total, mas apenas parcial.
Mas digo eu: preparem-se! É só não vencer a Chapecoense (e pelo retrospecto de ambos os clubes nesse Catarinão, nossa vitória será uma zebra) na quarta-feira, que as vaias serão imensas.
Portanto, se o Argel quiser ter vida longa (ou pelo menos, para não ser demitido ao final do primeiro turno), que ele - nesse primeiro momento - faça exatamente o que a torcida quer. É, sim, hora de jogar pra torcida. Depois ele impõe seu estilo, seja ele qual for.


Coisas que eu acho (como diz o França, "achar" é para os fracos, eu deveria dizer que eu "penso", ou "acredito", ou "opino", mas aqui é achômetro mesmo):
1. Não vai dar certo.
2. Talvez dê certo por algum (pouco) tempo. Vai ter jogador que o Argel vai queimar rapidamente, e aposto que o primeiro a ser queimado, embora isso não a venha a público pela educação do jogador, será o Ramon. É mais velho que o Argel, tem ascendência no grupo e no clube (seu irmão é empregado do JEC), mas não é marcador, vai ser preterido logo, logo. E injustamente, pelo atual momento do JEC
Ano passado, assisti aos jogos do Brasiliense pelo site, e o Gadelha era o jogador mais lúcido. O Ferrugem, era outro bom jogador do time de amarelo. Com a chegada de Argel, ambos foram os primeiros a perder lugar, rifados pelo "professor", depois do empate com a Chapecoense e derrota para o Ipatinga. 
Esse mesmo time que nem viu a bola contra o JEC, logo após a saída do treinador meteu um improvável 4 a 1 no bom time do de Minas Gerais. 
Parece técnico com prazo de validade, até com o elenco.
3. Esse cara aprontou a maior palhaçada que eu já vi um treinador de fora representar (sim, deu uma de ator de segunda) aqui no nosso Estádio. Um papelão de um canastrão (comparável às atuações de Lúcio "cavalo", zagueiro da Chapecoense chutando as bolas para fora do Ernestão). Que nosso time não entre nessa pilha do novo "professor", e finja coisas inexistentes em vez de agir. Eu não quero ser coadjuvante de farsa alguma.
4. O cara chega com uma antipatia terrível por parte da torcida e da maior parte da imprensa. As críticas serão pesadas, e se ele se meter a engrossar com a imprensa, logo ficará sem clima. 
5. O Argel não é o Arturzinho. Os dois parecem técnicos com comando sobre o grupo, com ascendência sobre o elenco à beira do gramado, mas para mim, com uma diferença séria: Arturzinho botava o time pra jogar pra frente; Argel fará um time defensivo. 
O foda é que foi a  passividade do GONZAGUINHA levou a esse caminho, que me parece errado.
Taí meu "achômetro". Tomara que os fatos me desmintam. Vou amanhã pra Arena, para ver o que vai acontecer. Que o Argel pelo menos escale o time que todos nós queremos e que o Miliolli não escalava. 


Fazendo um contraponto ao meu desânimo pela contratação: a entrevista do Argel me agradou bastante (mas falar é uma coisa; fazer, outra). Ele falou em dar sangue, cobrar atitude dos jogadores, que não vai ter caça às bruxas com dispensas imediatas, que não tem esquema pré-concebido, ou seja, vai jogar de 4-4-2 ou 3-5-2, de acordo com o que os jogadores puderem render. Falou bem.
E eu queimei a língua com o Ricardinho (confira aqui), fui contra seu retorno, e ele foi muito bem. Espero, de novo, estar errado e que Argel entre no rol de nossos grandes treinadores.
Além disso, tem mais uma: vestiu a Tricolor, eu apoio. Se o João Acácio vestisse a camiseta do Joinville, eu seria a seu favor (e ele teria a vantagem de saber lidar com uma lanterna). Então, apesar dos senões, entretantos, emboras e contudos, temos de apoiar. E na primeira briga que ele comprar a nosso favor, pode ser até já lá em Criciúma, erradamente vamos vê-lo como o "defensor" do JEC. Apoiemos, então.
Mas todos sabemos que esse apoio será curto e condicionado a bons resultados imediatamente. Argel não tem a luz vermelha, mas começa seu mandato, certamente, sob a luz amarela.AVANTE, JEC!


PS: Se eu sou o Aldair, peço para ser negociado.

5 de fev de 2012

JEC 4X5 METRÔ - QUANDO VAMOS COMEÇAR 2012? SERÁ QUE FOI NO SEGUNDO TEMPO DE HOJE?

E a torcida, ó!
Com menos de dois minutos, gol do Metrô. Alguém chutou, a bola desviou no Rangel e Ivan não pode fazer nada. Não poderia haver começo pior para um time que já anda inseguro. Em quatro jogos, só fizemos dois gols em uma partida. A virada já se anunciava bem difícil. Pior, o prenúncio era de mais uma derrota. 
Aos 8', dois a zero para os boys do subterrâneo. Aos 16', 3 a 0. Aos 19, 4 a 0. 
Acho que já é hora de parar de falar no jogo (eu já escrevera essa frase antes do terceiro gol, mas é que os outros dois saíram muito rapidamente). Nem um time amador toma quatro gols em 20 minutos, e um jogo desse não merece qualquer comentário. O JEC apronta cada uma...
Vamos pensar no futuro próximo, porque a palhaçada tomou conta do JEC nesses primeiros cinco jogos do ano. Acabo de desligar o rádio, e só volto a ligá-lo pra saber de quanto foi a vergonheira. 
Contudo, o segundo tempo foi um pouco menos ruim (quando saiu o primeiro gol tricolor já liguei o rádio de novo, êta falta de convicção), com o Miliolli desfazendo suas cagadas e botando o time pra frente. Mas aí tomamos um gol de chutão do zagueiro, que mostra um time ainda perdido. Perdemos só por 5 a 4 (três do Lima, um do João Henrique), e dizem que o FDP do Bezerra deixou de dar dois pênaltis a nosso favor.


Não perdemos feio, mas vamos adiante. Nereu disse que dois atacantes estão contratados, ainda que esse não pareça ser nosso maior problema, porque onde perdemos jogadores mais importantes foi na meiúca e na zaga a meu ver, mas que venha alguém, e logo.
Mas que venha alguém também pra treinar esse time
Começar o jogo sem Aldair foi de uma burrice tamanha. Linno vem mal, mas não perde a posição. Tá mais do que explicado por que Linno foi perdendo seu lugar durante a Série C do ano passado, em detrimento de Fabiano Silva. 
Então, a primeira providência, qualquer um que chegue, é além de dar uma mijada no elenco, efetivar Fabiano Silva. Depois, Aldair, até que chegue um atacante desses que o Nereu disse serem de Série A. Depois, temos de contratar meio-campistas. Depois (é tanta coisa por fazer que me falta fôlego - e saco, depois de uma goleada).
Os jogadores tiveram a cara de pau de dizer, em dois jogos seguidos, que estavam jogando pelo GONZAGÃO - doravante GONZAGUINHA - primeiro lá em Ibirama; e depois, em Blumenau, os jogadores teriam pedido pro filho de Gonzaga (ou de outra coisa) não sair. DUVIDE-O-DÓ. 
Quem joga um segundo tempo perdido como o da última quinta, e faz uma palhaçada dessas no domingo - 4 gols em 20 minutos - quer mais é que o técnico se foda (e a torcida por via reflexa). E quando põe o time que todos querem, não é que o time (surpresa!), resolve jogar?
Treinador sem identidade! E o time começou a reação?
Eu não posso afirmar que o elenco queira o Arturzinho de volta, mas certamente não querem mais o Gonzaga, que modificou demais o que vinha dando certo, não prestigiou o Aldair, tirou Fabiano Silva do time, mudou o esquema como quem muda de camisa, substitui mal, queimando o boleiro. Jogador quando não entende bem o que tá acontecendo, e mais,  quando o técnico muda demais o time, meio que querendo demonstrar que ele está tentando, mas o time não dá a resposta, já tá bem encaminhado para o cadafalso. Repito a pergunta: porque é que no segundo tempo resolvemos jogar bem? Há alguma possibilidade de resposta objetiva?


Bom, vamos apagar essa merda de início de ano (não quero acreditar que o ano passado foi apenas uma exceção em nosso histórico de recentes fracassos), e fingir que o ano começa amanhã, no dia 06.fev, porque foi isso que a diretoria quis (não que ela estivesse certa, mas esse foi o "planejado"). Não contratou, fez uma aposta errada no Gonzaguinha (mais uma delas, o acerto foi a exceção, ao que parece), o time tá uma merda. 
Dá pra recuperar? - Acho que o Catarinense já foi pro pau! Cha-15, Ava-12, Atl-HA-10, Met-9, Fig-8, Cri-7, e ... JEC-2 (vou escrever por extenso - dois pontos). 
Para chegarmos a uns 30 pontos, mais ou menos o necessário para classificar por índice técnico, já teremos de fazer muita coisa. A última barca, penso eu, será vencer o segundo turno (teremos no returno cinco jogos em casa, quatro contra pequenos). Temos, nas próximas duas semanas, 4 jogos (mas aí estarão Chapecoense e Avaí em casa, Criciúma e Brusque fora) até o encerramento do turno para voltar a termos um time e desde logo não termos de ficar pensando apenas em rebaixamento. 
Quarta-feira, vamos à Arena, ver a estreia do JEC (até agora não valeu). RENASCE - mais uma vez -, JEC!


Ficha técnica: Metropolitano 5 x 4 JEC - Blumenau, SESI, 05.02.2012
JEC: Ivan, Eduardo (Tiago Real), Linno, Pedro Paulo, Gilton; Glaydson, Tarcísio (João Henrique), Carlos Alberto e Ramon; Bruno Rangel (Aldair) e Lima. Técnico? - Luiz Gonzaga Miliolli.
Metropolitano: Flávio, Nequinha, Ribamar, Elton, Rodrigo Ninja; Alex Albert, Andrei, Erlando, Thiago Cristian (Júlio Cesar); Rafael Costa (Pantico) e Maurinho (Nena). T: Cesar Paulista
Gols: Lima, aos 19', 39' e 41', João Henrique aos 34' do 2º T.

AZEDOU! MAS CONTINUA ATÉ AMANHÃ! EXPECTATIVAS PARA HOJE?

Tchau, JEC!
Azedou o time, azedou o GONZAGÃO, e pelo que percebo aqui nos comentários, além daquilo que leio nos outros blogs e noticiários, o mais preocupante é que acabou a paciência do torcedor. 
Mesmo com o time jogando mal, era nossa obrigação a essa altura do campeonato termos pelo menos uns 5 ou 6 pontos, pois pegamos três pequenos. O Atlético Hermann Ratzinger jogou contra os 4 "grandes", em seqüência, e tem 7 pontos (é verdade que três jogos foram em casa). 


Pois bem, depois de um bom primeiro tempo, em que Lima, Ramon (duas vezes), Tarcísio e Aldair tiveram boas chances de fazer gols (e não fizeram), um segundo tempo ridículo decretou nossa derrota por um a zero, em bola alçada na área. Não quero absolver o Lima, mas olhando a imagem na TV, acho que a bola bateu na cal do pênalti, na hora do chute, e desviou. O Gilton, numa baita jogada, deixou a bola bater no seu pé direito, tirando a bola do chute, perdendo também um gol (quase) feito. No finalzinho, Rangel fez um gol, anulado por impedimento, duvidoso, no mínimo.
Mas o fato, esse teimoso, mostra que continuamos em penúltimo, com apenas dois pontos, mesmo tendo enfrentado três pequenos e feito apenas um clássico. Virão ainda muitas emoções nesse final de turno.


Desde 03.12 (ou seja, há exatos dois meses) entramos em ritmo de contenção de despesas. Já chega, cacete! A partir de amanhã temos que finalmente começar 2012. Parece que mesmo vencendo GONZAGÃO volta pra base. Se vencermos hoje, um pouco menos mal, já que com o empate do Marcílio, fora, contra o Criciúma, conseguimos estar empatados com o time das marinheiras, na lanterna. O Avaí já chegou a 12 também, igualando-se à Chapecoense, que enfrenta o Figueira hoje à tarde. 


Expectativas para o jogo de hoje? - Não as tenho. Vai ser a mesma coisa do que em Ibirama, em que jogamos um bom primeiro tempo e uma vergonhosa segunda etapa? Estamos com preparo físico para jogar bem 90 minutos? Não tenho prognósticos, qualquer resultado é possível, até porque o Metrô também não é lá grandes coisas. Se eu ouvir o jogo, volto depois da peleja. AVANTE, JEC (mas pelo jeito, só a partir de amanhã).

1 de fev de 2012

VAMOS JOGAR NO CAMPINHO SEM LUZ, PRECISANDO GANHAR.

Ih, lá vem o JECÃO!
Pois vamos a Ibirama, amanhã, para às 19h30, pra jogar contra o Atlético Hermann Ratzinger, precisando ganhar. Nunca foi fácil vencer por lá, e arriscaria, sem base, dizer que andamos tendo mais maus resultados do que bons na baixada (mas aí fui ao ótimo blog confrontosdojec, e vi que não é bem assim; também lá temos vantagem nos confrontos). Como o jogo começa ainda de dia, dá pra jogar uns bons 30 minutos com luz natural, e se apertarmos o passo nesse tempo, já dá pra ficar em vantagem. 


Falando sério, em casa, o Atlético bateu o Criciúma por 4 a 3, mas tava 4 a 1 até os 42 da segunda etapa; empatou com o Figueirense. Fora, e só perdeu pro Avaí em razão da camisa, pois vendo os melhores momentos do jogo no GE, o time do rafting (rema, rema, e nada) jogou bastante bem, com boas jogadas no ataque. Se entrarmos de palhaçada, vamos voltar com derrota. 
Temos de impor a mesma aplicação (raça, vontade) que tivemos no jogo contra o Fig -  porque essa de que "menosprezamos o adversário", como Gilton disse após perder para o Camboriu, convenhamos, é conversa pra boi dormir - e jogar com dois atacantes, além acertar uma ou outra coisa defensivamente. Parece que desta vez Aldair começa o jogo - pelo menos foi o que aparentou no treino de hoje, e Lima foi absolvido no TJD.


Êta campinho.
Uma coisa de cada vez, mas se buscarmos seis pontos fora (roubando importantes pontos do Metrô, hoje com 6 pontos) - haja otimismo - enfrentaremos a Chapecoense em casa pela 6ª rodada, para, aí sim, vencendo, termos a chance de estarmos melhor nesse turno. Mas tá difícil demais essa primeira etapa, o que conta é somarmos pontos para estarmos, lá no fim do campeonato, entre os quatro primeiros. 


Hoje o Criciúma (6 pts) venceu o Camboriú (que derrota de merda tivemos contra tal time), Marcílio perdeu para a Chapecoense (12 pts). Avaí, fora de casa, como os outros dois ganhadores, também venceu (9 pts). Só a vitória interessa, ou o buraco começa a ficar mais fundo. AVANTE, JEC!