NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

28 de abr de 2011

COMO DIRIA MINHA MULHER: VAMOS ÀS COMPRAS!

Domingo passado, na Folha de São Paulo, uma reportagem de nome "Fim de Ano" mencionava que o ano praticamente já acabou para Paulista, Noroeste, Ituano e vários outros times do interior paulista.
Cada clube paulista (pequeno) recebeu 1,8 milhão de TV para disputar o Estadual (ou seja, para um campeonato de 3 meses, tais clubes tinham um cacife de 600 paus/mês), e com essa grana, nós que recebíamos 200 mil de TV pelo campeonato inteiro, não tínhamos como competir com aqueles clubes.
Daqui pra frente, temos (um pouco mais de) condições para tanto.
Para o futuro próximo - o resto do ano - os dirigentes desses times lamentam queda de arrecadação de, no mínimo, 50%. Cito: "O segundo semestre é muito complicado, não temos receita. Todo jogo dá prejuízo, nós perdemos cotas de patrocínio. A despesa é alta e a receita é baixa".

Essa realidade é a de todos os lugares, não só de São Paulo. Os times que não disputam, no mínimo, a Série D, praticamente não têm o que fazer, salvo copinhas de araque. 
Quantos times do Rio e que fizeram boas campanhas não terão o que fazer? Olaria, Boavista, times que fizeram ótima campanha, não tem ninguém lá que nos sirva? E nesses times paulistas? Pelo andar da carruagem, só o Ricardinho mesmo.

No Brasil todo, somente 100 times tem calendário (60 nas séries A, B e C e 40 na D). Temos que ter mais cacife do que todos os times da D, até porque, salvo raríssimas exceções, são de uma pobreza sudanesa - o JEC ano passado tinha, acho eu, orçamento inferior apenas ao do Santa Cruz. Na Série C, temos que no mínimo empatar na capacidade de angariar recursos com nossos contendores, à exceção de um ou dois times grandes, como o Fortaleza.

Ainda temos as propaladas parcerias com o Coxa, com o Atlético-PR, com o Internacional e com o Cruzeiro.


A hora (de investir, de gastar BEM) é agora. Teríamos de abrir os cofres, se grana houvesse. E ela só vai aparecer por um milagre da multiplicação do dinheiro, esperado para os próximos dias - já estou olhando para o céu, diga-se.
Esperam-se aquelas 200 empresas, espera-se a GM, espera-se a ANDRA, esperam-se mais sócios, fala-se até em patrocínio do Banco BMG. Mas como diria Chico Buarque, num "Bom Cnselho": quem espera nunca alcança. Cada dia que passa a competição se avizinha e não se sabe se os sonhos da diretoria se realizarão.

Outro dia ouvi o Ricardo Freitas (baita corneteiro, de vez em quando dá uma dentro) dizer que a Chapecoense tem 11 (isso mesmo, onze) patrocinadores na camisa, e arrecada mais de 300 mil reais com esses apoiadores. Estão bem à nossa frente, portanto, se for verdade a informação do "jornalista" da RBS.
Contudo, na internet li que em janeiro havia 10 patrocinadores que juntos somavam apenas 114 mil de receita - mais ou menos o que arrecadamos com 4 ou 5 patrocínios.
Ademais, que o clube oestino tem 8 mil sócios (numa cidade de pouco mais de 180 mil habitantes), também nos suplantando. O Rafael Henzel, que é de lá, disse que não se sabe o número certo de sócios da bugrada (isso em 18.04.11). Acho que o nosso "colunista" televisivo anda chutando, mas mesmo assim trago os dados, porque se forem verdadeiros, mais uma vez só servem para demonstrar duas coisas: nossa diretoria não consegue motivar os empresários, e estes, não tem a mínima boa vontade para com o JEC! VAMOS GASTAR (BEM), JEC!

27 de abr de 2011

A QUESTÃO RICARDINHO - VOU TOMAR UM DREHER

Não é bem este, mas o sentimento...
Pois não é que Ricardinho está de volta? Ou melhor, estará de volta nos próximos dias. Que dureza!
Eu particularmente, não me agradei.
Durante o período em que esteve por aqui, escrevi várias vezes sobre suas atuações, pouquíssimas vezes de forma elogiosa.
Tá, é verdade, e foi um dia de felicidade extrema, houve aquele jogo em que ele meteu aquele gol contra o Avaí, no último minuto, para empatar o jogo e nos dar o título do Turno do campeonato do ano passado. Mas mais do que isso não fez.

Acho um típico "armandinho", ou seja, jogador que joga sem profundidade, com passes laterais, e, além de tudo, é lento. Para ser um meia de criação, como dele se diz, falta SÓ a "criação".

O que mais me desesperava é que ele era o dono da bola, o melhor, o senhor da bola parada do Tricolor. Não nego que quando ele batia as faltas diretamente a gol, o fazia bem (olha, nem o Ramon tem acertado mais do que o Ricardinho acertava), mas quando batia os escanteios ou faltas, jogando a bola na área, era mais fácil ser revelado o terceiro segredo de Fátima do que sair alguma coisa de bom dali.
A propósito: acho que em pouco tempo o dono da bola parada do JEC será o Jocinei - se conseguir se manter como titular após a chegada dos reforços. Bate bem muito bem na bola, sem rodeios (eu sou bestial nos trocadalhos).

O falecido treinador LM, quando acabou a Série D declarou que aquele grupo jequeano que encerrara 2010 era um grupo perdedor, e ele queria um grupo de vencedores. E Ricardinho fazia parte daquele grupo.

No final do Campeonato Paulista, Ricardinho chegou a nem ser relacionado para vários jogos do Norusca (veja aqui), time que acabou REBAIXADO. Veja-se que sua sina de não-ganhador ganhou mais um capítulo lá em Bauru (até teria aqui uma rima para educadamente vociferar, mas não seria a solução). Que tenha voltado com um salário menor do que o que já recebia, porque ganhar aumento por fazer quase nada é absurdo.

É isso. Não apóio Ricardinho II - a missão. Torço, como sempre, pelo melhor do JEC e para que eu queime a língua e que Little Richard jogue pra caralho, mas dificilmente, como qualquer um sabe, a seqüência de um filme é melhor do que o original. ESSA FOI FODA, NEREU!

PS: Parabéns ao França, a quem não conheço pessoalmente, mas sempre ouço e leio, por seu aniversário. E ele bem disse sobre nosso "reforço" no twitter: chega de "mais do mesmo".

26 de abr de 2011

ESPECULAÇÕES SOBRE A BARCA: FAÇAM SUAS APOSTAS!

Temos de achar assunto até o dia 04 de maio, quando o elenco Tricolor se reapresenta. Quem vai ficar, quem vai partir? Pois o trem está chegando, tá chegando na estação...

Nosso elenco é o seguinte (não colocarei todos os juvenis, porque estes não serão dispensados):
GOL: Max, Paulo Sérgio;
LAT: Eduardo, Daniel, Gilton, Aderlan;
ZAG: Linno, Souza, Pedro Paulo, Renato Santos, Andrei.
VOL: Júlio Bastos, Zanutto, Mateus, Régis, Ângelo;
MEI: Ramon, Jaílton, Jocinei, Tiago Real;
ATA: Lima, Chris, Aldair, Pantico, Jonatas, Romero.

Tem nego falando que já há 6 jogadores apalavrados e pelo menos outros três serão contratados. Ou seja, 9 jogadores podem chegar.
A Série C é tiro curto, temos pouca grana, ou seja, para chegar essa cambada, vamos ter que dispensar outra. Quem sai? Vamos chutar?

Acho que Max não fica (ou fica pro banco e Paulo Sérgio vaza). Daniel é fraco, deve sair; há boatos de que Eduardo também sai (saem os dois destros, Aderlan já está aí, se contrata outro LD); boatos também dão conta da saída de Souza (acho um erro). Ângelo não vai renovar -mesmo quando esteve são não jogou nada. Não sai nenhum meia - a não ser que não consigam renovar com o Jailton; deve chegar o (PQP) Ricardinho - mais um erro; no ataque, Pantico já está fora, Jonatas deveria sair mas pode ter que ficar se quiserem renovar com Jailton e Mateus. O Chris ainda não sei se vai ou se fica (pode ser que a birra do Márcio com ele não tenha ainda terminado).
Cheguei a 7 dispensas - pura especulação (Max, Eduardo, Souza, Daniel, Ângelo, Pantico, Jonatas). 
Nosso elenco é reduzido, se saírem 7 e chegarem 9, ainda assim nosso plantel não terá muita gordura, as peças sobressalentes serão poucas - ainda que o campeonato seja de curta duração.

Resumindo: precisamos, a meu ver, NO MÍNIMO, um goleiro, dois bons laterais, um zagueiro rápido (PP é lento e poderia ser até dispensado, mas acho que o Giba vai querer mantê-lo), um meia pra jogar ao lado do Ramon, um atacante de lado de campo. Esses para serem titulares, além de outros para comporem o elenco (se chegarem 9 craques, melhor ainda).
São mais dez dias de especulações e até mesmo confirmação de contratações. Mas acho que a barca deve ser mais ou menos a acima descrita, e ficamos na esperança de que os contratados sejam de um nível MUITO superior ao dos que deixarem o Tricolor. ABRE O BOLSO (E O OLHO), JEC!

25 de abr de 2011

CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA (ÊTA TÍTULO CHINFRIM)

Não há título mais surrado para um texto pós-derrota (ou uma não-vitória) já esperada do que esse que dei acima. Não vou fugir do lugar-comum, até porque era lugar-comum que não chegaríamos ao título.
Contudo, só pra sair um pouco da mesmice, cito que o título vem de um romance curto do Gabriel Garcia Marquez, e que assim começa:
"No dia em que o matariam, Santiago Nasar levantou-se às 5h30 da manhã para esperar o navio em que chegava o bispo.Tinha sonhado que atravessava um bosque de grandes figueiras onde caía uma chuva branda, e por um instante foi feliz no sonho...".

Deixando de lado a obra literária, já antecipara ao final do primeiro turno (ler aqui), que dificilmente chegaríamos ao título, principalmente depois da derrota ridícula contra o Metrô que nos tirou um fácil primeiro lugar do Turno, para disputar semi e final com vantagem do empate, e sempre em casa.
Como no livro, por um instante fomos felizes, no sonho de conquistar o campeonato, embora improbabilíssima a realização dessa quimera.

No fim e ao cabo, ficamos em 5º lugar, a meu ver. Perdemos as duas vezes nas semifinais, enquanto Avaí, Figueirense e Chapecoense chegaram cada um uma vez, à final dos turnos, além do Criciúma que já venceu o Primeiro Turno.
Chegamos onde deveríamos ter chegado. É claro que todos desejávamos mais, mas nosso time é pra isso aí mesmo, e não muito mais, não é aquilo que às vezes acreditamos que ele seja. Avaí, Tigre e Figueirense tem orçamentos muito maiores que o nosso. A Chapecoense deve estar no mesmo nível ou um pouco abaixo.
Na verdade, só ficamos à frente dos times pequenos (MAR, IMB, CON, MET, BRU). Preocupante!

SÉRIE C:
É de se ver que a bugrada será nossa adversária na Série C. Precisamos melhorar. Nosso objetivo deve ser vencer as quatro partidas em casa, na primeira fase, e buscar empates (no mínimo) fora, quem sabe, uma ou outra vitória além do Catavento, para poder compensar eventual tropeço dentro da Arena. Treze ou quatorze pontos devem bastar para classificar.
Essa semana é de expectativas - e mais nada - pelas dispensas e contratações. Parece que já há 6 contratações alinhavadas.
Agora só nos resta torcer, nas próximas três semanas, para que o Tigre ou a Bugrada ganhem o campeonato. Melhor qualquer um deles do que o Avaí.
AGORA É SÉRIE C, JEC!

20 de abr de 2011

COELHINHO, O QUE TRAZES PRA MIM?

Eu boto fé na garra desse coelho (eu particularmente não gosto muito do hino do JEC, mas que esse verso se converta em verdade no domingo de páscoa). Mas o que ele trará para nós lá de Chapecó o Coelho Tricolor?

Um ovo, dois ovos, três ovos assim - na bagagem? Espero que não.
Temos de ir dá e deixar nossos ovos (entenda-se mostrar culhões e ganhar o jogo) de presente pra bugrada.

O jogo é dificílimo, a Chapecoense só perdeu um jogo no returno, por 2 a 1 pro Figueira, no Scarpelli, e já nos acréscimos. Em casa sofreu uns empates enjoados, mas de regra vem fazendo os resultados de que precisa, quando joga no Índio Condá - já morei em Chapecó, e ia ao estádio, silenciosamente, secar o Verdinho do Oeste. Tanto isso é fato que, confesso um pecadilho: uma única vez torci para o Caxias, quando no Campeonato Catarinense (de 2002) o Gualicho enfrentou a Chapecoense lá no Oeste, e o time da Cel Francisco Gomes venceu.

A Chapecoense não terá o lateral-direito Thoni e o volante Marcos Alexandre. Em compensação, o bom avante Aloísio, que marcou contra o JEC em ambos os jogos, volta. Thoni jogou todas as partidas, e pela primeira vez estará fora. Talvez seja o lado para o Jailton explorar, pois quem entrar ou estará sem ritmo, ou será um meia improvisado. Estará aí o mapa da mina?

Nós não temos desfalques, só uma renca (gostaram desta) de pendurados. Mas não é hora de pensar em cartões. Tem de ir lá e jogar à morte, se foda se alguém for suspenso. Agora é pensar neste jogo. Na semana que vem, se vencermos, montaremos o time como der pra pegar alguém da capital.

Até pela vantagem do empate, o favoritismo não digo para vencer, mas para conseguir a vaga, é a Chapecoense. Não tenho receio em afirmar isto, como várias vezes, nos jogos em que somos favoritos, afirmo tal fato peremptoriamente (embora me lasque às vezes).
Vamos contrariar a lógica! Tantas vezes o fizemos para o lado ruim (não vencer o América, não vencer o Brusque na Copinha, perder para o Metrô no turno), vamos agora fazê-lo para o nosso lado. Novo post provavelmente só no domingo, após o jogo, porque é feriado, e os ateus, graças a deus, também aproveitam a folga religiosa.  AVANTE, JEC!

19 de abr de 2011

PLANOS PARA A SÉRIE C: A DISTÂNCIA ENTRE A INTENÇÃO E O GESTO

A história recente do JEC bem que poderia dar um fado, desses meio tristes, meio melancólicos, mas com alguma esperança de melhora. É como no Fado Tropical, do Chico Buarque, anunciam-se melhorias, parcerias, patrocínios, etc, etc., mas "se trago as mãos distantes do meu peito, é que há distância entre intenção e gesto".

The Godfather
Pois bem, houve a esclarecedora - no que toca à situação financeira do Clube e essa transparência faz bem - entrevista do Márcio Vogelsanger no AN de domingo, e vejam, só, no caderno de Economia. O que disse, em resumo, o presidente?
- Que o JEC já iniciou tratativas com a GM para o patrocínio master deste ano - na base de 150 mil por mês;
- Que o JEC espera firmar sociedade com 200 empresas em Joinville (em 60 dias), cada uma pagando um barão, e 20 já teriam assinado.
- Que a folha do JEC (jogadores e funcionários) + encargos custa 440 mil/mês. A receita está em 427 mil por mês, e metade disto vem dos sócios (logo se vê que o sócio é hoje o maior patrocinador do Clube).
- Na Série C, gastaremos 700 mil por mês, se arrecadarmos 1 milhão por mês, temos 90% de chance de subir [devo presumir que com 440 mil temos uns 40% de chances?].

Tudo muito bem, tudo muito bom, mas, repito, há diferença entre intenção e gesto.
Digo isso porque estamos há anos patinando nos 5 ou 6 mil sócios, não conseguimos um patrocinador master há um bom tempo, a "parceria" com a AJORPEME fez água, não tem um desgraçado de um empresário que ajude o JEC (tem alguns, mas me permitam a generalização), a antiga agência de marqueting não fez porra nenhuma, ainda não se viu uma evolução clara com a VO2, entre outras mazelas de nosso Clube.
Como é que, em 60 dias ou 90 dias (é quanto falta para iniciar a Série C), tudo isso vai se ajeitar? Não há um pouco de otimismo exagerado do Exmo. Presidente?
Mas quero estar - e muito - errado, e quero ser o primeiro a parabenizar, aqui nesse mesmo espaço, se o Presidente - que acho que vem fazendo uma gestão de razoável para boa - conseguir colocar em prática essas suas intenções.

Passo à segunda estrofe: as mãos distantes do peito.
Tá lá no FUTEBOLSC que o JEC está se aproximando do Luiz Alberto (acho estranho essas pessoas sem sobrenome), da LA Sports. Que o tal empresário esteve na Arena e conversou com o Nereu. Estive olhando o site deles, é só ex-jogador do Avaí (aquele que ficou em 6º no Brasileirão) que agora estão muito bem no Coritiba. Teremos a sobra disso, o que já pode ser bom. Tomaremos emprestados alguns jogadores que não terão vez no elenco de Série A do Coxa, e que segundo a reportagem, estão jogando no futebol paulista. Mais uma boa intenção. Quero ver o gesto.

Há ainda as pendências de negociação com jogadores do Cruzeiro, do Internacional, Coritiba e Atlético-PR (renovação de Mateus e Jailton, principalmente), entabuladas também pelo Moysés Cândido. Como diria Shakespeare, "tudo vai bem quando termina bem". Que todas os capítulos (jogadores, patrocínios, receita, contratações, etc.) dessa novela terminem bem, para que ao final da história possamos encerrar o ano de 2011 com o acesso à Série B. AVANTE, JEC!

17 de abr de 2011

EMPATE EM BLUMENAU - PRECISAMOS DOS OUTROS PRA CLASSIFICAR

No final das contas, acabamos por precisar da Chapecoense, que bateu o Brusque na Fenarrecoland, para obtermos nossa classificação, e apenas na quarta colocação, com 14  pontos.
Como eu dissera, era importante que vencêssemos o jogo para, configurado o milagre de vencermos dois jogos fora na semi e final do returno, fazermos a finalíssima do campeonato contra o Criciúma, com vantagem de resultados iguais.
Agora, mais uma dificuldade para obtermos o título - como se já não estivesse difícil pra caralho.
Augusto dos Anjos é o nosso profeta!
Vencer aquela que nos ajudou a classificar (a mão que afaga é a mesma que apedreja), lá no Velho Oeste, e depois, Avaí ou Figueirense, na Capital, e depois, o Tigre, que terá a vantagem de jogar por empates. Eis o caminho das pedras. E agora José? No meio do caminho, tinha uma pedra!

Ouvindo o jogo na rádio, fizemos uma partida muito ruim, o primeiro tempo vergonhoso, quando perdíamos por um a zero. No retorno para a segunda etapa, em poucos minutos viramos o jogo, com Lima e Jocinei. Daí, segundo a narração, tomamos o gol de empate em novo frango de Max Fivelinha (hoje não tem Maximus Meridius). E assim terminou a peleja.
Eu não acredito no título. Dificilmente veremos o JEC jogando em casa ainda neste campeonato. Já classificamos na bacia das almas, dependendo da Chape. Mas vai que dá! Apedreja esta mão que te afaga, JEC!

Ficha técnica: Metropolitano 2 x 2 JEC, SESI, Blumenau, 17.04.11

Joinville: Max; Daniel, Renato Santos, Linno e Gilton; Diego Zanuto, Mateus, Jocinei (Jonatas) e Ramon; Jaílton (Tiago Real) e Lima. T: Giba.
Metropolitano: Dalton; Téio, Marcus Vinícius e Leonardo; Nequinha, Alex Albert, Mário André, Caio (Danilo) e Rafinha; Matheus e Jairo. T: Lio Evaristo.
Gols: Lima, a 1' e Jocinei, aos 8' do 2º tempo

16 de abr de 2011

XOCO EM PLUMENAU, UM VEZ! E O RESTO DO CAMPEONATO (SE HOUVER)

Programação do JEC para os próximos finais de semana!
Para sermos campeões catarinenses mais fácil seria contratar o Ethan Hunt, do Missão Impossível do que jogar - ocorre que o passe do Tom Cruise deve estar muito caro, vamos com esse time mesmo - que está bem, mas terá de fazer cinco jogos heróicos, e o que é mais difícil, em seqüência.

Olha, nosso caminho é "simples" assim: vencer o Metrô no domingo (podemos nos classificar com empate ou até derrota, se o Brusque não vencer, em casa, a Chapecoense), e aí, GANHAR de Chapecoense ou Figueirense, FORA DE CASA, provavelmente a Chapecoense, e depois, BATER o vencedor de Avaí e CHA ou FIG (provavelmente o FIG), FORA DE CASA NOVAMENTE. Pronto, é só isso para ganhar o returno. Acho que aqui o bicho pega, ganhar esses dois jogos fora de casa é que será o capeta.

Daí viria a decisão do campeonato - contra o Tigre (e aqui reside a maior importância de vencer o Metrô). Se vencermos domingo, independentemente do resultado do Criciúma contra o Marcílio, teremos uma campanha geral melhor do que a do time do Sul e, portanto, se chegarmos à final, o último jogo será na Arena, e jogaremos por resultados iguais. Nessa remota hipótese, dois empates nos dão o título, uma derrota e uma vitória pelo mesmo placar, também nos dão o título.

No domingo, o Tricolor deve aparecer com Max, Daniel, Linno e Renato Santos (Pedro Paulo não treinou hoje pela manhã) e Gilton; Zanutto, Mateus, Jocinei, Jailton, Ramon e Lima.
O Metrô jogará com Dalton; Marcus Vinícius, Téio (deve ter uns 49 anos de idade) e Leonardo; Nequinha, Alex Albert (isso é nome de travesti), Caio, Mário André e Rafinha; Matheus e Jonatas.

Não vou mais chamar esses times pequenos de timecos (embora o sejam) que vinha dando um azar danado. Contra o Concórdia, contudo, já funcionou. Por precaução, contudo, vamos chamar os boys do subterrâneo de um time "modesto", pra ficar no meio caminho entre um time de merda (que é o que são) e time respeitável, e chegar lá no SESI e meter uma bucha nos metroviários.
Tudo que está acima é hipotético (várias vitórias em seqüência e fora de casa), e para fazer isto virar verdade, devemos começar domingo, no primeiro de possíveis quatro compromissos pra lá do Catavento. Não classificar para as finais nos colocará num hiato futebolístico de pelo menos um mês até o início da Copinha (só em 18 de maio) - se é que ela sai, pois só cinco times estão confirmados. AVANTE, JEC!

14 de abr de 2011

NÃO DEU... A SÉRIE C CONTINUA CURTA - E PERIGOSA

Todo aquele verbo que gastei outro dia, sobre a possibilidade de uma nova Série C foi por água abaixo. Também, com uma informação de um jornal de Maceió, queriam o quê? Vamos com uma primeira fase igual a dos dois últimos anos.

Vamos, então, rapidamente, ao nosso grupo (GRUPO D) e os jogos MAIS IMPORTANTES DO ANO DE 2011.
Como era previsível, nosso grupo é JEC, Chapecoense, Brasil cagado em Pelotas, Caxias/RS e Santo André/SP.

Nossos jogos:
  
Folga na primeira rodada (já começamos com zero ponto na 2ª rodada, enquanto outros já terão alguma coisa (em compensação, poderemos mandar observadores para ver os quatro times antes mesmo de estrearmos)


Brasil x JEC - 23.jul
JEC x Chapecoense - 30.jul
JEC x Santo André - 06.ago (aniversário da bomba atômica)
Caxias x JEC - 13.ago
Santo André x JEC - 20.ago
JEC x Caxias - 27.ago
Chapecoense x JEC - 03.set
JEC x Brasil 10.set
Folga na décima rodada (não podemos chegar aqui dependendo do resultado dos outros jogos).

Observem que essa primeira fase dura apenas de 23.jul a 10.set, ou seja, em pouco mais de 45 dias definimos nossa sorte na Série C. Isso significa que o time tem de estar pronto na estréia, focar nesses 45 dias, não deixar nada atrapalhar.
Não dá pra fazer, nesse curto período, qualquer correção de rota. Nossas escolhas serão definitivas, nosso time entrará num caminho sem volta: ou começa bem e vai bem, ou fode tudo.
Houve mudanças na segunda fase, com mais jogos e datas (dois grupos de quatro, em turno e returno), ficando um campeonato um pouco mais longo e interessante para quem se classifica para essa nova fase, mas isso não me importa agora. Agora é pensar e concentrar, sem perder tempo com mimimi, com lero-lero, sem distrações, para fazer uma ótima primeira fase.

Nessa, são apenas 8 jogos que decidimos nossa vida. Em primeiro lugar, buscamos A PERMANÊNCIA NA SÉRIE C. Classificar será conseqüência de um planejamento bem feito. Cair, resultado de cagadas. E a linha é tênue entre sucesso e fracasso num campeonato tão curto. Se o JEC cair de novo seria a completa tragédia.
Então para os menos letrados (ou alcóolicos anômimos): um mandamento: uma dia, um passo de cada vez: 
PASSO 1 - NÃO CAIR PARA A SÉRIE D.
PASSO 2 - CLASSIFICAR PARA A SEGUNDA FASE
PASSO 3 - NEM É HORA DE PENSAR AINDA, MAS, CONSEGUIR O ACESSO.
AVANTE, JEC!

PS: que pague uma multa de um milhão quem lê este blog, e quiser deixar de lê-lo. Pra bom entendedor, meia.

12 de abr de 2011

MUDANÇAS NA SÉRIE C? SEI NÃO, MAS TOMARA!

Sei que já decretei o fim do Catarinense para o JEC umas quantas vezes, já disse que era hora somente de concentrar para a Série C, que era hora jogar a Copinha com a base, depois com o time completo, etc. etc. E agora prego ser hora de voltar a acreditar no Catarinense, dadas as últimas partidas do Tricolor. Não tenho sido muito coerente.
Mas é que como dizia Allan Kardec - o espírita e não o ex-avante do Vasco (um sub-Jardel): "Os fatos, eis o verdadeiro critério dos nosos juízos, o argumento sem réplica. Na ausência dos fatos, a dúvida se justifica no homem ponderado", e por isso, como os fatos teimam em me contradizer, também não vejo problema nenhum em eu discordar de mim mesmo.
Série C pode valer ouro!
Por isso, ATENTAI, como diria o senador Mão Santa: é hora de - sem esquecer o Catarinão - falar de Série C - especificamente sobre a mudança de regulamento, porque sobre esse assunto, ou se faz alguma coisa agora, ou não se faz mais.

Ontem o Hassan Farias (sempre com texto muito bom no FutebolSC e agora também fazendo parte da equipe da AM 1250 - Cultura), no twitter, apontou link (ver aqui) em que se aventa que a Petrobrás patrocinará a Série C, e que em vez de quatro grupos de 5 equipes, haverá dois grupos de dez times. Seria ótimo.

O que poderia melar esse plano é uma alegada proibição de mudança de regulamento da competição, com base no Estatuto do Torcedor.
Olhando a legislação, penso que dá, sim, para mudar o regulamento, e para este ano. Cito a Lei n. 10671/03, com suas alterações:
Art. 9º É direito do torcedor que o regulamento, as tabelas da competição e o nome do Ouvidor da Competição sejam divulgados até 60 (sessenta) dias antes de seu início, na forma do § 1o do art. 5o. (Redação dada pela Lei nº 12.299, de 2010).
(Aí há um tempo para sugestões dos torcedores à Ouvidoria da competição, decide-se sobre as sugestões e publica-se o regulamento)
(...)
§ 4º O regulamento definitivo da competição será divulgado, na forma do § 1o do art. 5º, 45 dias antes de seu início. (Redação dada pela Lei nº 12.299, de 2010).
§ 5º É vedado proceder alterações no regulamento da competição desde sua divulgação definitiva, salvo nas hipóteses de:
(...)
II - após dois anos de vigência do mesmo regulamento, observado o procedimento de que trata este artigo.
Parece não haver dúvida.
Vamos escrever um novo regulamento, nem que seja
psicografado!

No site "Bola na Área" - que recomendo e logo colocarei aqui nos links o relativo à Série C, quando essa competição se aproximar - posso verificar que tanto em 2009 como em 2010, a Série C teve O MESMÍSSIMO regulamento, e portanto, É POSSÍVEL MUDAR O REGULAMENTO para 2011, desde isso que seja feito 60 dias antes do início da competição. Bom, estamos em 12 de abril. Há ainda 45 dias até o prazo fatal - 17.maio - para fazer alterações sem desrespeitar a lei, e jogarmos um campeonato bem melhor do que o até agora programado.

Explico: O Calendário da CBF marca a Série C para o período entre 17.jul e 20.nov. A competição, nos moldes atuais, precisa de 16 datas para chegar ao seu final (10 datas na primeira fase, pois o número de times de cada grupo é ímpar - 5 times, sempre com um folgando por rodada), mais 2 datas para quartas-de-final, duas para a semi e duas para a finalíssima.
Com dois grupos de dez times, são necessárias não mais do que 24 datas (número par de times, por isso 18 datas para a primeira fase - turno e returno; e igual ao campeonato atual, mais seis datas para quartas, semi e final).
Bom, de 17 de julho a 20 de novembro há exatamente 19 datas em finais de semana. Por isso, para fazer o campeonato por essa nova fórmula, seriam necessário apenas encaixar 5 jogos em meio de semana, e isso é fácil, porque o certame é regionalizado. Não é tão difícil jogar final de semana em casa, e na quarta-feira, por exemplo, em Santo André ou Rio de Janeiro.
Tá tudo fechando.
Olha, se isso acontecer mesmo (não tenho certeza da confiabilidade da notícia do jornal alagoano), abre-se uma nova perspectiva para o JEC. Em vez de garantirmos apenas 8 jogos, em caso de não classificação aos mata-matas pelo sistema atual, garantiremos 18 jogos pelo novo sistema, mesmo não classificando. E só caem 2 para a série D, num grupo de 10. Mesmo que não classifiquemos, cair é bem difícil, e ficaríamos, de qualquer modo, ainda que sem o acesso, estacionados numa competição que se não é a melhor possível, se tornaria bem razoável nesses novos moldes.  
Seriam muito mais datas, seria muito mais atrativo para filiação de sócios, pois há mais jogos, maior visibilidade para os patrocinadores, a garantia financeira da Petrobras. O campeonato seria algo nos moldes da "Copa Santander Libertadores" ou "Copa Kia do Brasil", ou seja, a Série Petrobras.
Ademais, a Rede Brasil (TV Pública) promete passar mais de 50 jogos, ou seja, num universo de 188 partidas de toda a competição, quase um terço seria televisionado.
Porra, aí "só" temos que garantir novos patrocínios (tô no aguardo de Andra e GM para ao menos dobrar os 110 mil arrecadados atualmente), uns 10 mil sócios, nem que seja na marra (por baixo 350 mil/mês), 300 - objetivo da diretoria ainda não concretizado - conselheiros (mais 90 mil/mês), mais rendas, para qualificar o elenco e disputar PARA GANHAR a Série C - ou ao menos ascender à Série B.
Afirma-se que a Petrobras dará 5 mil para hospedagem a cada jogo, além de 23 passagens aéreas (dá pra levar 18 jogadores, técnico, gerente de futebol (Moysés), massagista, médico e treinador de goleiros), SEM CUSTOS.
Mudança já!
É, portanto, a hora de correr atrás da CBF para que ocorra a mudança. Os times de maior expressão do certame (JEC, Fortaleza, Paysandu, CRB, América RN, Caxias, Ipatinga, Santo André) deveriam pressionar, em conjunto, pela aprovação do novo certame.
A propósito, em toda a Série C só o Fortaleza e o América-RN e o Santo André (pelo título da Copa do Brasil embora esteja numa draga danada) podem nos meter algum receio. Acho que temos tudo pra subir. Tomara que essa mudança se concretize.
AVANTE, JEC! VAMOS LUTAR PARA MUDAR O REGULAMENTO!

10 de abr de 2011

LIMA (OPS, JEC) 5 X 0 IMBITUBA - E NÃO LEVOU O MOTORÁDIO

LIMA fez 5 gols hoje à tarde, na Arena. Isso mesmo, os 5 gols do JEC foram marcados pelo LIMATADOR. Dois no primeiro tempo, um em rebote após chute de longa distâcia do Jocinei, e um de primeira, após grande jogada e cruzamento de Jailton. No segundo tempo, fez o terceiro após passe do Tiago Real, e dois de pênalti (sofridos por Tiago Real e Jocinei -Rodeio para os íntimos), para fechar a quina.

Aí, na AM 1250, eleição do craque do jogo. Adivinhe quem ganhou? Não, não foi o Lima. Não nego que o escolhido - Jocinei - tenha feito boa partida, mas tão de sacanagem, né não?
Parece que foi só a terceira vez que alguém fez 5 gols num jogo  durante toda a história do JEC, uma vez o Edgar, e duas vezes ele, o Lima. A gente não quer falar mal da imprensa, mas essa de hoje foi, como se dizia lá no Glória, "de trincar os bago".  Na AM 1590 fizeram o óbvio e correto - deram o Motoradio (lembram dessa) para o Lima.

Lima, com esses 5 de hoje, chega a 16 no campeonato e está praticamente garantido como o artilheiro do Catarinense. Dificilmente alguém o ultrapassará, ainda que fiquemos fora das finais. De ruim, só o cartão que tomou ao tirar a camisa no terceiro gol (está pendurado, agora).
Diga-se também que chegou aos 79 gols na sua história no Tricolor, ultrapassando o Paulinho, e encostando no "Agulha" Marcos Paulo - que tem 80. Zé Carlos Paulista tem "só" 84 tentos com a camisa Tricolor. Lima caminha a passos largos para, seguindo no JEC no segundo semestre, ficar apenas do mito Nardela.

Agora (e quem não entende ironia pode parar de ler por aqui!), para os que teimam em reclamar do nosso atacante, uma boa notícia: aventaram na rádio que o Criciúma está interessado em contratá-lo para a disputa da Série B.

Sobre o jogo - é o menos importante hoje, o dia é do Lima - nosso time começou amarrado, e abriu o placar após rebote pós-chute longo do Jocinei (essa opção que o nosso jogador da base dá é muito importante). Daí pra frente, foi fácil.
O tal de Thomas, n. 10 deles realmente parece bom jogador, e o tal de Luan - lateral esquerdo, tantas vezes elogiado pelo alagoano matou uma bola com o nariz que foi coisa medonha, e foi substituído no intervalo. Diria o xará do lateral, de sobrenome Santana, para o Maceió - foi um meteoro da paixão do jornalista.
No mais, botaram um guri de uns 14 anos e canela fina pra marcar o Lima. Deu no que deu!

Agora, só falta fazer o mais difícil - classificar de uma vez por todas, sem pipocar na última hora. Tomara que estas três últimas boas partidas não sejam desperdiçadas com uma cagada lá em Blumenau. As perspectivas não poderiam ser melhores: O Metrô, ao vencer hoje o Brusque por um a zero, escapou do rebaixamento e garantiu sua vaga na Série D. Estarão de sangue-doce, sem qualquer preocupação maior, basta ir lá e jogar a bola que vimos jogando, que a classificação virá, provavelmente em quarto lugar (isso porque não alcançamos mais Chapecoense e Figueirense, e o Avaí, que está em terceiro, pega o fraquíssimo Concórdia, na Ressacada).

É bom que se diga que o JEC pode se classificar ainda que empate, ou mesmo perca o jogo. O Criciúma precisa tirar uma diferença de 9 gols para nos passar. O Brusque, se não vencer a líder Chapecoense - que não pode perder sob pena de ver o Figueira terminar o returno em primeiro lugar - nos deixa classificados.
Acho que já é hora de nos prepararmos para mais uma viagem ao Velho Oeste, e escalpelarmos a indiada na semi.

E se o Lima puder pedir música no Fantástico, tenho certeza que ele pedirá a 5ª Sinfonia do Beethoven. AVE, LIMA! AVANTE, JEC!

Ficha técnica: JEC 5 x 0 Imbituba, Arena, 10.04.11.
Joinville: Max; Daniel, Pedro Paulo, Linno e Gilton (Eduardo); Diego Zanuto, Mateus (Júlio Bastos), Jocinei e Jaílton; Jonatas (Tiago Real) e Lima. T: Giba.
Imbituba: Sérgio; Adriano, Giovani, William e Luan (Roger); Márcio Martins, Anderson, Bruno Sabino e Tomaz; Alan (Natan) e Mateus. T: Müller.
Gols: LIMA(TADOR), aos 27/1º tempo, aos 32/1º tempo, aos 16/2º tempo, aos 24/2º tempo e aos 33/2º tempo. Público: 5.646 (total), Renda: R$ 63.062,00.

8 de abr de 2011

VENDE-SE CHEVETTE 79

"Mim que tocar, mim gosta ganhar dinhero (dinhero). Me want to play, me love to get the money (the money)".  Que ultraje!

Aventa-se a possibilidade de novos patrocínios para o JEC: o presidente do Conselho Deliberativo, João Martinelli, em entrevista que ouvi só parcialmente na AM 1590, mencionou a possibilidade de patrocínio da GM ou da Andra Materiais Elétricos. Vi também a matéria do Elton Carvalho no Notícias do Dia.
Faz-se absolutamente necessário o incremento de nossas receitas. Um patrocínio master de uns 150 mil (no mínimo) seria a medida exatada, para, num primeiro momento, praticamente passarmos a ter déficit mensal zero (estima-se que hoje estejamos por volta dos 170 paus negativos por mês). Um pequeno passo para a patrocinadora, um grande salto para o JEC!

A General Motors deve instalar um fábrica de motores, algum dia, em Joinville. Foram tantos os adiamentos, e mesmo numa fase áurea da indústria brasileira, com crescimento comonuncanahistóriadestepaís, a fábrica anunciada em 2008 ainda não saiu. Que não venha uma crise e foda com os planos. Mas, prossigo.
Essa fábrica a ser aqui instalada (com investimento estimado de 350 milhões de reais) cria para a GM a necessidade de a empresa angariar a imediata simpatia da população local, e nada como anunciar no time de futebol na cidade - time mesmo, só tem um, patrocinando-o, pois a empresa imediatamente passaria a ser identificada como não apenas uma instituição que gera empregos, mas que passa a fazer parte daquela comunidade, daquela cidade.
E, diga-se, que a Chevrolet tem histórico de patrocinar times de futebol, o que é um bom sinal. Veja-se que ontem mesmo fechou patrocínio com a seleção de futsal, e na década de 1990 ( na época em que implantaram a fábrica de Gravataí), patrocinou Internacional e Grêmio.
Vamos esperar que essa perspectiva se confirme, mas que a contretização não seja tão demorada como o início da construção da fábrica. 
Olha a torcida do Caxias aí, gente!

E, de lambuja, poderíamos comprar/ganhar da patrocinadora uma Caravan 77, e deixar na Arena, à disposição de toda a "torcida" do Caxias. No dia em que (e se) chegarem à Primeira Divisão do Catarinão, vamos de Caravan até o Ernestão, botamos toda a torcida deles dentro do carro, e trazemos para ver o jogo na Arena.
Tava pensando que talvez seja necessário adaptar o carro, com aqueles elevadores que há nos ônibus, pra fazer a velharada conseguir subir no carro. Mas esses detalhes deixemos para depois, quando eles estiverem na 1ª Divisão.

Agora, como todos sabemos, não se colocam todos os ovos num só cesto. A ANDRA também tá por aí, sendo sondada. Empresa de materiais elétricos, com lojas aqui em Joinville, em Curitiba e São Paulo, também é uma possível parceira, e que por isso, deve ser cortejada. Acho que nada impede, inclusive, que tenhamos os dois patrocínios.
Embora nossa camisa corra o risco de parecer um outdoor, não podemos desperdiçar receita. Que fechemos esses patrocínios logo, que permitam já a qualificação do elenco para a importantíssima Série C, que se avizinha.

E para os puristas, logo a camisa retrô da Campeã estará à venda, sem nenhum sinal a não ser o nosso glorioso escudo de três letras. MONEY MAKES THE WORLD GOES ROUND, JEC.

7 de abr de 2011

JEC x ZIMBO TRIO. E O PRIMEIRO TRATADO SOBRE A VIOLÊNCIA NOS ESTÁDIOS.

Cara, o escrevinhador tem de ser praticamente um McGyver pra achar assunto em semanas tão paradas quanto esta. Ele, com um clipe e uma caneta construía uma bomba; aqui, com um outro fato sem importância, tem-se que arranjar um texto!

Vou falar do jogo que se avizinha: o Imbituba; e por tabela (e a pedidos), do alagoano.

Quem é o Imbituba? Primeiro, e mais importante de tudo, é o time do Maceió - pelo menos é o que eu presumo ao ler sua coluna em ANotícia - meu ídolo eterno. O presidente Robertinho é, segundo o alagoano, o mais competente dirigente esportivo do mundo. Laporta, Florentino Pérez, Abramovich, Galliani, Valdano, etc, etc, são fichinha perto do grande Robertinho (... mas como é grande, o meu amor, por você...).
Pra se ver o gabarito da administração do Imbituba, perderam uma porrada de pontos, por escalação errada de jogadores. Hoje, o Imbituba está tecnicamente REBAIXADO (tem que ganhar os dois jogos e torcer contra Metrô e Concórdia). Claro que ainda podem lutar nas instâncias jurídicas superiores, mas eles virão aqui com a notícia do rebaixamento fresquinha, e com a moral no chinelo.
Depois, é um timeco da porra. Vai vir retrancado, naquele esquema que por vezes acaba nos complicando aqui na Arena. Temos que abrir o placar rapidamente, e aí golear. Mais não digo. O time está completo, faltando só (só?) o Ramon. Se o time mantiver o padrão de jogo das duas últimas partidas, vence fácil.

A obra do alagoano
é melhor!
Voltando ao Maceió: eis o início da sua quinta-coluna de ontem, um verdadeiro primeiro tratado sobre a violência nos estádios: "a indiciscipla campeia livremente no futebol catarinense. É briga de torcidas dentro e fora dos estádios, provocações via Twitter, agressões até a policiais, como ocorreu recentemente em Joinville...".
Ah, tenha paciência!
Nossa torcida tem comportamento bovino (direitos autorais: Nelson Rodrigues), é calmíssima, malemale empurra o time. Veja-se que após uma série de 5 ou 6 anos de tragédias, vexames, derrotas humilhantes, nunca houve sequer uma rebelião, uma pancadaria. No máximo protestos pela internet, alguns xingamentos contra a Diretoria, uma ou outra "tirada de satisfação" com este ou aquele jogador. Brigas mesmo, isoladíssimas. Até a uniformizada, que arranja confusão vez em quando, na verdade é mais vítima do que algoz (basta lembrar da perda de visão de um torcedor e da morte de outro).
Chegamos ao ridículo patético de a maior manifestação contra o time e o Clube ter sido uma "chuva" de carteirinhas da rapaziada das cobertas, após o empate com o América-AM.
Então, usar o espaço do jornal e dizer que até agressão a policiais houve significa omitir informações importantes, pois a torcida apenas reagiu à truculência policial.
Pedir para que a torcida apanhe quietinha já é um pouco demais. De 1964 a 1985 a turma agüentou (alguns não), mas de lá para cá a população ganhou alguns direitos, e, veja só, até o de não apanhar da polícia.
E afirmo isso, pois, como diria o velho índio de I-JUCA-PIRAMA (não o da novela do Sassá Mutema): Meninos, eu vi!

Se houve algum culpado pela confusão, são dois: a PM e a torcida do Avaí. Esta por não ter avisado que vinha (fácil solução: põe todo mundo no ônibus e manda de volta pra Floripa, por não ter combinado com a Polícia a sua vinda, como era obrigação da torcida; assim vai aprender a cumprir o combinado); aquela por ter descido a ripa na galera (em vez de exigir que a torcida do Avaí tivesse feito sua parte, preferiu reprimir a torcida do JEC), usando de cavalos na rampa do estádio e na entrada deste, imprensando gente contra as catracas da Arena, usando balas de borracha, etc.

No final do jogo, na frente do portão das sociais, do outro lado da rua, onde se pode beber uma cervejinha (porque dentro do estádio vergonhosamente está proibido - Como o Brasil é evoluído, não? Bebe-se na Europa, nos Estados Unidos, mas no Brasil, exemplo para todas as nações do mundo, não), vieram uns 8 policias em dois carros, ops, viaturas, estacionaram onde estávamos, e um samango veio e disse mais ou menos assim: "vamos saindo daqui - não disse por que (mas, de novo, era para "proteger" a torcida do Avaí, por ali sairia) - e vejam que por enquanto eu só estou pedindo". Ah, vai pra PQP! Se eu não sair, vai descer a porrada, sr. policial? É muito despreparo - e truculência.
Achei melhor não discutir! Não se discute com quem tem como argumento a violência. AVANTE, JEC.

5 de abr de 2011

"CADAUMAS" DO LIMA!

Parafraseando o escritor/dotô advogado daqui da cidade, que escreve a coluna/crônica "Cataúchas do Lima", eu falo de futebol, falo de "cada umas" do Lima! Faço um apanhado de breves notas, e não só sobre o nosso avante.

1. O Lima faz gol com a bunda no chão e perde um em pé. Acontece. O homem tá com 11 gols - é o artilheiro!
2. Zanutto jogou bem mais uma vez! Será que o Giba vai voltar com o Júlio Bastos? Parece uma mudança imprudente neste momento, se a fizer. Vai queimar o Zanutto (e eu queimo minha língua, depois de criticar até a sua contratação).
3. Nossos dois próximos adversários estão à beira de um ataque de nervos - e do rebaixamento para a Segundona (hoje em 8º e 9º no geral) , onde, ano que vem, encontrarão o Caxias (que não subirá!).
4. O Caxias (o do RS e não o da Cel. Francisco Gomes) depois de um ótimo primeiro turno no gauchão, onde perdeu para o Grêmio no apito, vem ladeira abaixo no returno. Adivinhe que vem falhando por lá, na zaga? - R: Marcelo Bolacha. Tomara que o Caxias chegue estropiado na Série C. Resultados do returno: empate com o Inter, empato com Lajeadense, ganhou do Universidade, Tomou 5 do Zequinha (aquele que enfrentamos na Série D), empatou com Novo Hamburgo, perdeu do Ypiranga de Erechim.
5. Jailton, que foi o último dos paranaenses adotado por Giba no time, parece ser o melhor deles. O foda vai ser segurá-lo aqui para a Série C!
6. O Filho de Kleber (Kleber-Son, hã? hã? - entendeu?) vai jogar no JEC na Série C? (Boato que ouvi por aí.) Acho que não! Será mais um salário alto na nossa já comprometida folha (segundo Nereu, na rádio ontem, déficit de 170 mil por mês). Embora dispersivo, se viesse, seria acima da média e ajudaria bastante. Só falta grana para pagar.
7. O que houve na reunião do Conselho Deliberativo? Silêncio, por enquanto. Mas acho que na Série C teremos aumento de ingressos e aumento nas mensalidades dos sócios (já disse que ao receber meu carnê de associado só recebi boletos até abril). Em maio já teremos novos preços.
8. E o plano de marketing? Se foi apresentado na sexta-feira, por que ainda não tá no site ou em qualquer outro lugar? No twitter da VO2 nenhuma menção relevante.
9. Essa mudança do esporte da AM 1250 das 17h30 para 17h40 não foi legal. Perdemos 10 minutos de noticiário esportivo - e pra mim, do melhor programa do dial, comandado pelo França.
10. É o Carlos Imperial: DEZ, NOTA DEZ. Mas tem gente mais pilantra que ele por aí.
11. Como vai o nosso camisa 10 - talvez esse item devesse estar logo acima - Ramon? Machucou-se gravemente? Oxalá que não. Só hoje sai o resultado do exame.
AVANTE, JEC!

3 de abr de 2011

CRICIÚMA X TIGRE - TEMPO QUASE REAL (É O DELAY DA SKY)

Aos 3' o Criciúma teve boa chance. Aos 11', bateu o reumatismo no Ramon que teve de ser substituído pelo Jonatas. O bom é que tão logo nosso vetusto jogador sentiu a perna, já pediu pra sair, espero que para não agravar a lesão. O fato é que Ramon, até agora, ficara em campo todos os jogos, durante todo o tempo. Lima, enquanto se procedia à substituição, fez boa jogada e chutou de longe.
Nos dez primeiros minutos o Tigre esteve um pouco melhor. A partir dos dez o JEC teve três boas chances, duas vez com Lima e uma com Jailton.
O jogo assentou, acalmou. O avante criciumense, o tal de Lincoln, segurava bem com o corpo nossos zagueiros, sempre levando perigo. Gilton, quando tinha de ir mano a mano contra o Roni, ia bem, mas às suas costas sempre havia espaço para jogadas do Tigre, pela direita do ataque deste.
Muitos erros simples de passes prejudicavam nossa saída para o jogo, nosso contra-ataque. Jocinei foi quem mais errou passes. Nós não conseguimos entrar dentro da área, e qualquer analfabeto sabe que de dentro da área é mais fácil fazer gols.
O primeiro tempo acabou igual. Vamos para a segunda etapa.

Nossa bola aérea defensiva continua problemática - o primeiro toque na bola sempre era do Tigre. Isso pode dar merda, qualquer hora dessas (mas hoje não deu).

Aos 8', Lima teve ótima chance, mas a bola caiu na perna ruim. Aos 9', resposta imediata. Ótima defesa de Max e, no rebote, bola na nossa trave. O JEC deixou o jogo ficar mais aberto, o que não era interessante para quem estava jogando fora de casa e deveria (mas não conseguia) jogar no contra-ataque.

Aos 15 minutos, depois de quase termos feito três gols na mesma jogada, na batida do escanteio, o Lima, depois de sofrer pênalti e tudo, e mesmo sentado abriu o placar para o Tricolor. 11 Gols no Catarinão (empatado com Leandrinho, que meteu três pelo Brusque, hoje).
Mas PQP, dois minutos depois, empate criciumense. Gol de Roni, de cabeça, sobre o Gilton - que hoje não foi bem (talvez falta de ritmo pós-contusão na asinha).
Pedro Paulo não teve problemas no jogo, pois coube ao Linno marcar o único - e  perigoso - atacante de ofício do CriciúmaLinno que fez ótima partida, uma vez mais.
O Criciúma esboçou uma pequena pressão. Fernandinho entrou - imagino eu que para dar um pouco mais de qualidade no passe - dada a grande quantidade de bolas que o Rodeio passou mal, mas pouco fez o Santa Clara (eterno amor do alagoano).
Aos 31', lance duvidoso - possível pênalti sobre o Lima. Pareceu normal, tanto que nem nosso atacante reclamou (e nisso ele também é especialista - nisso e em fazer gols.
Aos 38' Lima perdeu gol feito - uma injustiça, considerada a ótima partida que nosso atacante fez - após jogada de vontade e sorte do Tiago Real.
Nada mais de importante houve. Empate por um gol. Poderíamos ter ganho.
O JEC, sem o brilho da semana passada, foi consistente. Gostei. Comentários mais elaborados só amanhã. Dormiremos fora do G4, mas só dependemos de nós mesmos. AVANTE, JEC!
Ficha técnica: Criciúma 1 x 1 JEC, Heriberto Hülse, 03.04.11

JEC: Max; Daniel, Pedro Paulo, Linno e Gilton; Diego Zanuto, Mateus, Jocinei (Fernandinho), Jaílton (Tiago Real) e Ramon (Jonatas); Lima. T: Giba.
Criciúma: Andrey; Fábio Santana, Rogélio, Toninho e Fabiano (Diego Felipe); Carlinhos Santos, Mika, Rosembrick (Diogo Oliveira) e Pedro Carmona (Valdo); Lincom e Roni. T: Guilherme Macuglia.
Gol: Lima, aos 15/2º tempo.

1 de abr de 2011

CRICIÚMA X JEC: VAMOS FAZER DE CONTA QUE É A FINAL DO CAMPEONATO

Que VENHA! o Tigre.
Porque é só assim que conseguiremos alguma coisa: jogando pra "conquistar um título" lá na terra do Carvão.

Relembro 1987 e 2001, para dizer que quando fomos lá jogar a final, vencemos.
Lembro também o infausto ano de 2006 em que o Criciúma venceu a Série C e nós demos aquela entregada básica contra o Noroeste (perdemos em casa por um a zero, quando bastava o empate para a classificação à terceira fase da Série C). Mesmo naquele ano filha da puta, ao jogarmos com o futuro campeão, vencemos por 5x1 em casa e 1x0 lá em Criciúma. Puta, como ainda tenho raiva do que fizemos (ou deixamos de fazer) naquele ano.

Nosso time está escalado: Max, Daniel, Linno, Pára Pedro, Pedro Paulo e Gilton; Mateus, Zanutto, Jocinei, Ramon, Jailton e Lima.
O Renato Santos embora não seja um craque (e no Joinville só temos dois que podem assim ser chamados, e para o nível de JEC), é mais rápido que o Pedro Paulo. Espero que o Gilton, ali pela esquerda, compense a lentidão do PP, pois é melhor que Eduardo na marcação. O pênalti que PP se viu obrigado a fazer depois de ser bisonhamente driblado pelo indiozinho lá em Chapecó ainda está na minha cabeça. Se o Souza estivesse com ritmo de jogo eu o escalaria, mas ainda não dá, tá voltando de contusão.

O Criciúma vem meio cagado para o jogo, com três volantes, e sofrerá três ou quatro desfalques, o que não deve enfraquecer o time, que está com um elenco mais caro e qualificado que o do Tricolor, e está pensando na Série B.
O provável time da minerasil vem assim: Andrey; Fábio Santana, Nirley, Toninho e Fabiano; Henik, Carlinhos Santos, Mika e Rosembrick (estréia); Roni e Lincoln.
Vamos ver no que dá. AVANTE, JEC!

PS1: Gostei de ver o contrato do Christhofer renovado. Nessa foto aí ao lado ele tá um pouco mais branquinho do que hoje em dia, mas tenho certeza que isso é efeito desse sol intenso de Joinville, e de nosso clima - há 4 anos, 11 meses e 2 dias, sem chuvas - exatamente ao contrário de Macondo. Acho que nos será muito útil na Série C.

PS2. Não sei se a Copinha vai sair. Se ela sair, não sei se será bom para o JEC. Vamos com o time principal? E se começar a perder? Vamos com juvenis e reservas? E se começar a ganhar?
Olhando por outro lado, com os titulares, em princípio manteríamos o time com entrosamento, preparo físico, ritmo de jogo, aquecendo os tamborins para o mais importante: a Série C. Isso sem contar que teríamos pelo menos mais uns 7 ou 8 jogos para assistir na Arena (caso contrário, ficaremos mais de dois meses na seca).
Ah, sei lá! Digam vocês o que acham. F-O-I, FUI.