NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

10 de dez de 2010

NOVO OBRA NO JEC: O PANTEÃO DOS HERÓIS DO ACESSO

Perdeu, Amaral
Temos três novos "heróis" na história Tricolor.
Na verdade, um é o bode expiatório dos erros da Diretoria do América: o Amaral. O pobre coitado não teve culpa nenhuma na história, mas por sua causa - não inscrição no BID e inscrição no campeonato quando já encerrado o prazo de inscrição para a Série D - acabou se tornando o pivô da eliminação do time amazonense. O fato é que sua escalação como reserva lá em Manaus e como titular aqui no Estádio Municipal, causou a eliminação americana na fase de quartas-de-final, e o acesso do Tricolor.

O outro responsável, o Dr. Roberto Pugliese Jr., nosso advogado, foi quem, a partir da descoberta da irregularidade, fez a denúncia e a defesa do Joinville perante o STJD, foi ao Rio quatro ou cinco vezes para os julgamentos, tratou com o Delfim, com o Virgílio Elísio, com deus e o mundo, e encontrou os argumentos exatos, atuando de forma sóbria, sem espetáculo, e na seara jurídica, foi o responsável pelo acesso. Como disse Henri Robert, "a frase de efeito não vale o argumento bem posto".  Sei lá de onde é essa foto, mas vem bem a calhar. Tudo beleza, dotô!

O último - mas não menos importante, é o tal de Paulo Hoffmann, de quem nunca ouvira falar até esse imbróglio (e esse é um defeito meu, não dele), o responsável pelo setor de registros do JEC.
Ouvi amigos dizendo: ora, o Hoffmann não fez nada mais do que seu trabalho - é até verdade, mas nesses tempos de hoje fazer bem o seu trabalho jé é coisa elogiável. Se considerarmos que nossos jogadores sequer fizerem o seu mínimo, o Paulo Hoffmann, vasculhando BID, site da CBF, escalações dos times nas súmulas, etc., descobriu uma irregularidade que não fora descoberta por ninguém. Para mim, ele fez muito mais do que meramente cumprir com sua obrigação trabalhista - como um jequeano, foi lá e marcou um golaço muito mais difícil que aquele do Ricardinho contra o Avaí, na final do primeiro turno do Catarinense. Gol de placa que garantiu uma possibilidade de futuro mais promissor para o JECAté ouvi na rádio que ele já tem propostas para deixar o JEC - o que indica sua competência.

Esses foram os personagens, que voluntária ou involuntariamente entraram para a História do Joinville. Um dia, lá adiante, quando lembrarmos da retomada das glórias do JEC (espero que isso realmente aconteça doravante), haverá de se dizer que Pugliese, Hoffmann e Amaral foram personagens centrais do acesso e de - quiçá e oxalá - um título nacional para o JEC na Série D de 2010.

Parabéns àqueles que, aproveitando-se da infelicidade (incompetência) que envolveu o Amaral, e buscando apenas o cumprimento da lei, salvaram o JEC de amargar mais um ano perdido em sua história. AVANTE, JEC!

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