NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores

21 de nov de 2011

COF, COF, COF... ENGASGOU A MÁQUINA TRICOLOR NA HORA DA FINAL CONTRA O CRB?

Bem amigos da RIC/Record (ou Record News), e do JECMANIA (porque a RBS há tempos não quer nada com o JEC, mas em 2012 "vão ter de nos engolir" - copyright "zé-gallo").
Antes de começar a falar do jogo propriamente dito, é de se louvar a iniciativa dessas emissoras em transmitir ao vivo para Joinville o primeiro jogo da final contra o CRB (Clube de Regatas Brasil, e Brasil por Brasil, já batemos no de Pelotas), no próximo sábado, às 18h (chega logo, porra!)
Será a oportunidade de todos os tricolores que não puderem viajar à cidade de nome proibido acompanharem nosso tricolor, ao vivo e em cores, pela TV. Espero que logo se definam os locais em que haverá o ajuntamento de torcedores (fala-se no Mercado e na Arena, mas confirmação que é bom, nada), para que possa se repetir a grandiosa festa que houve no jogo do acesso lá em Brasília. 
Eu devo ir ao Restaurante Meurer, porque em time que está ganhando não se mexe, e sempre que fui lá no boteco do Cassiano, no Costa e Silva, além de encontrar uma rapaziada muito legal, e um ambiente de torcida de estádio, não perdemos um joguinho sequer. E pretendo manter o hábito para não dar uruca.


PREPARAÇÃO ESTRANHA: vitória magra contra jogadores encostados!
Desafoga a boneca, Arturzinho!
Mas, começando a falar do jogo contra o CRB, mais propriamente dos preparativos que a antecedem, é inegável que nossa máquina deu uma engasgada no sábado último, quando enfrentamos um "catadão" de jogadores encostados, o COF-COF, e só ganhamos por um a zero (Bruno Rangel), no apagar das luzes, depois de feitas milhares de substituições no time. 
Preocupa um pouco, é claro, pois todos sabíamos que 27 dias de inatividade poderiam ser prejudiciais àquele entrosamento que o JEC demonstrou principalmente na segunda fase da Série C
Nem Arturzinho gostou do que viu!
É óbvio que a uma semana da peleja decisiva ninguém ia botar o pé numa dividida contra uns mortos da fome pra se quebrar contra ex-jogadores em atividade, até porque gato escaldado tem medo de água fria (quem não lembra de o Lima se machucar na semana que antecedeu nossa estreia nessa competição que nunca mais queremos disputar?). Vamos portanto acreditar que esse último treino não é base para o que devemos esperar nas próximas duas partidas.
Olhando positivamente, foram mais de 180 minutos (BAC e COF) de futebol sem sofrer um mísero gol nesses jogos-treino. Os adversários não eram lá essas coisas, mas o fato é que não conseguiram marcar um golzinho sequer nesses jogos que a pegada nem é assim tão forte, o zagueiro não entra pra matar ou morrer. Mesmo assim, sem que nossa zaga entrasse rachando, ficamos sem sermos vazados, o que é bom augúrio.


O CRB, ademais, tirando um jogo em que perigosamente fez, em casa, um 3 a 0 contra o América-RN, é um time com ataque pouco eficiente (o artilheiro deles tem quatro gols, e todo o ataque, em 14 jogos, marcou apenas 14 vezes - nós fizemos 31 tentos). Se nossa zaga confirmar o retrospecto desses treinos, e nosso ataque estiver mais ou menos inspirado, temos tudo pra conquistar o título.


E se até mesmo o Arturzinho não gostou do que viu, como afirmei acima, não duvido nada que Jailton recupere a posição que parece ter perdido para o Ramon. Essa é uma eterna dúvida da imprensa e da torcida - o veterano experiente que cadencia o jogo e dá mais qualidade ao passe, ou o jogador mais jovem (bem mais jovem), que embora não tenha a categoria do Ramon, dá mais velocidade à equipe, corre mais, recompõe melhor o meio defensivamente. 
Eu tô achando que o Arturzinho vai recorrer ao seguro, ao que deu certo durante todo o campeonato. Se tivesse de apostar, apostaria que Jailton sai jogando lá nas Alagoas, na cidade de nome proibido, e se essa aposta for vencedora, digo antecipadamente que Little King Artur terá acertado.


Essa semana tem post todos os dias, pelo menos até 6ª feira, porque como é final, o JEC merece mais atenção do que a habitualmente dispensada por esse blogueiro. Pra tira gosto, deixo a foto da camisa que vai ser usada na final. 
Gostei? - Gostei.
Deve ser usada na final? Acho que não! - Mas se o for, que seja apenas lá no Nordeste. Na Arena, quero ver a Tricolor. AVANTE, JEC!

19 comentários:

  1. No mundo de hoje, tradição é ganhar dinheiro.

    Se o Jec for campeão com essa camisa que eu achei horrorosa, vai vender mais que água.

    Como torcedor acho errado. Tem de usar a tricolor. Muito mais bonito a foto do título com a nossa tradicional.
    Como gestor acho certo.
    E como ninguém vive só de amor e tradição, toca-lhe o pau, Márcio. Bota o pessoal pra jogar com essa preta mesmo.

    Abraços.

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  2. Sobre a camisa de gosto duvidoso para alguns e maravilhosa para outros... o JEC esta usando do mesmos artificio dos grandes, isto é, camisas especiais para eventos marcantes. Quem não lembra do roxo do time de parque Sào Jorge. Como estratégia de marketing e para fins de melhorar o caixa tudo é valido. Eu vou comprar.

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  3. Pois é, concordo com o André e o Sílvio, como o caixa do clube tá naquela pindaíba, inclusive se fala que há dificuldades para pagar a premiação dos atletas, eu apoio a utilização da camisa nesse momento.

    Sobre a questão estética, achei a camisa muito bonita. Mas o preto, vermelho e o branco deveriam estar nem que fosse num detalhe da gola, da manga, sei lá. Mas claro, as opiniões sobre a beleza da camisa vão ser variadas, difícil agradar a todos.

    Quanto ao nosso time ideal, nao sei dizer se Jaílton ou Ramon devem iniciar a partida. Mas as últimas notícias dizem que o Ramon está 100%, se assim for, talvez seja o momento de por ele em campo mesmo. É um cara que chama a responsabilidade pra si. E ainda boto fé nesse bicho fazendo um gol de falta nas finais.

    E o CRB vem, nessa ordem, de uma vitória sobre o Luverdense, um empate em zero a zero com o América-RN em casa (em jogo de comemoração do acesso e para garantir a vaga na final) e um empate no último domingo com o Luverdense lá em MT. Então, se nossa máquina, com essa parada, precisa de uma azeitada, o time deles, mesmo em ritmo de jogo, vem meio folgado pra essa final.

    Por isso, time por time, sou muito mais o nosso. Então que venha o time da terra do Collor, porque nós estamos muito afim de levar esse caneco pra casa.

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  4. Também acho que Jaiton deve começar como titular, Ramon esta em forma, mas é jogador para o decorrer da partida, claro que esta é minha opinião.
    Limatador para cima deles!!
    ST,

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  5. Não que eu tenha achado a camisa feia, só acho que na final deveria usar a tricolor, essa é a nossa verdadeira camisa...arrecadar dinheiro com camisas comemorativas é necessário sim pois o clube precisa sobreviver mas jogar uma final "inédita" de uma série brasileira deveria ser com a tradicional...minha opinião.

    Abraços

    Ivan

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  6. Também acho que o Jec deveria jogar com a camisa tricolor.

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  7. A camisa até ficaria bonita se não fosse esse excesso de patrocinadores (parece macacão de fórmula 1). Porém sei que foi assim com "pequenos" patrocinadores que nossa renda com a camisa melhorou. Tomara que para o ano que vem tenhamos um patrocinador master e uma camisa mais limpa.

    Agora dá licença que meu time tá na B.

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  8. Acho o Ramon uma excelente aposta para o segundo tempo, e explico pq:
    -ja tem a idade um pouquinho avançada, e por isso quando ele começa a partida como titular, os adversários mais jovens e bem mais condicionados fisicamente atropelam ele, geralmente, o JEC com Ramon desde o primeiro tempo é aquele time "nojentinho" que toda bola tem que passar pelos pés dele. Outra coisa, a característica marcante do JEc nessa Série C foi a velocidade e os contra ataque rápidos com os dois laterais e o Capixaba. Com Ramon em campo a equipe fica muito pragmática e fácil de ser marcada. Essa é minha opinião. Prefiro ele entrando na segunda etapa, quando os adversários mais jovens já estão desgastados e com a qualidade que ele tem, acaba sobressaindo sobre os adversários.

    Resumindo: Ramon em igualdade física com os adversários faz a diferença e é muito útil, mais entrando desde o inicio como titular entra muito abaixo dos marcadores e é presa fácil pros xerifões da meiuca adversária.

    Professor Artur, não mexa em time que está ganhando não, por favor! Salvo, a mudança natural de Lima como titular, apesar de eu achar que o Bruno Rangel prende muito bem a bola no ataque e desvia com facilidade as bolas em que o Ivan quebra da defesa. Sou contra as mudanças e até acho um pouco incoerentes com quem vinha jogando.
    O time está na ponta da língua do povo Arturzinho: Ivan, Renato Santos, PP, Fabiano Silva, Eduardo, Glaydson, Ricardinho, JAÍLTON, Gilton, Capixaba e Lima (ou Bruno Rangel, tanto faz, conquistamos o acesso com Capixaba e Rangel e acharia coerente a manutenção dos dois também nas finais).
    Bom amigos, repito, essa é a minha opinião, respeito as contrárias, mas, acho que Lima e Ramon, principalmente o Ramon são muito mais úteis no segundo tempo neste momento. Já o caso do Lima pode até ser analisado para colocá-lo como titular. Se eu fosse o treinador entraria com o time que conquistou o acesso e que está na boca do povo. Acho justo e coerente! Abraços

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  9. Gostei da camisa. Achei ela com teor comemorativo e por isso ficou bonita.
    Mas acho que ela não edveria ser usada nesse momento.

    Poderiamos ter uma camisa comemorativa e ao mesmo tempo tricolor.

    Podemos ganhar um titulo nacional, com visibilidade nacional, aparecendo em varias emissoras e programas esportivos, em varias fotos e posters e nesse momento importante, as cores tricolores são esquecidas? Não acho legal.
    Esse momento deve ser guardado na memória dos torcedores e em todos os arquivos do quarto poder (midia) com as tradicionais cores do JEC.

    Estava muito ansioso por essa camisa. Estava querendo comprar assim que chegasse na loja, mas depois de ver, acabei desanimando.
    Sei lá....poderia ser qquer estilo...mas que fosse tricolor.

    Mas independente disso, a torcida será a mesma.
    Pra cima deles JEC.

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  10. Olá amigos do blog dos blogs. Para mim pouco importa a farda da batalha, quero mesmo é ser campeão, é o nosso tricolor que será lembrado pelo título. Mas e a camisa? essa fará parte da festa. Minha mochila já está pronta, o tempo não passa, chega sábado. Jequeano, alguma info ref aquisição de ingresso? O JEC vai disponibilizar aqui ou teremos de comprar na hora? Grande abraço aos amigos de Joinville. Wanderlei Fodi, de Curitiba.

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  11. Wanderlei, realmente não sei te ajudar quanto aos ingressos. Acho que vais ter de ir lá, no peito e na raça, e comprar na bilheteria.

    Volto à camisa, porque só rapidamente

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  12. Obviamente deu merda no meu comentário... Prossigo:

    A camisa, de que só falei que prefiro a Tricolor.
    A camisa comemorativa - do acesso, mas ainda não do título - não é feia, embora faltem nossas cores e a lista central ser mais grossa que as laterais.
    É claro que entendo a necessidade de arrecadar, e sei que a novidade sempre encontra resistência. A camisa dos 35 anos, por exemplo, no começo teve nego que torceu o nariz (eu por exemplo achei que era uma cópia da camisa do Santa Cruz), mas hoje é super bem-aceita, eu mesmo gosto bastante. A estreamos no dia do aniversário, correndo o risco de perder para a Chape e ficar com uma camiza zicada.

    De qualquer forma, nessa hora importante, ainda gostaria de ver o time com a tricolor. Se ganharmos a final, tudo ficará esquecido, e a camisa será linda. Se perdermos, deu azar. É isso, somos profetas do acontecido.

    Como disse o Sílivo, grandes times fizeram terceiras camisas diferentes (corinthians com a roxa, flamento com uma azul e amarela, ou a verde fosforescente do palmeiras), mas costumam usá-la fora de casa ou contra adversários menos tradicionais (exceto o palmeiras). Acho que seria uma solução intermediária.
    Usa em Maceió, e aqui usa outra. Se perder por lá, aposto que volta a tricolor. E também o time poderia entrar com a preta na Arena, tira, joga pra torcida, e fica com a tradição.

    Tô contigo, Douglas. Minha análise sobre Ramon x Jailton é exatamente esta que postaste. É capaz de levarmos um sufoco lá nas alagoas, já no primeiro tempo se houver a mudança.

    Jonas, concordo contigo que o CRB não é grandes coisas, e mesmo que nos falte algum ritmo, nossos números são infinitamente superiores (vou publicar alguma coisa sobre isso ainda hoje), e por isso acredito no JECÃO. Como disse no post, houve só um jogo preocupante, um 3 a 0 contra o Paysandu, na segunda fase, e um dois a zero contra o Guaraná de Sobral, na primeira fase.
    Tá chegando!!!!
    Ab, ST

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  13. Wanderlei, liguei lá no JEC segunda e perguntei sobre os ingressos, uma secretária atendeu e pelo que entendi ela nem sabia que o JEC jogará na cidade de nome impronunciavel.
    Explique que o JEC está na final e que irei ao jogo nas Alagoas, então as coisas começaram a ficar mais clara à criatura.
    Depois disso recebi a resposta que esperava:
    _Acho que é direto no estádio.
    _Acho!!!
    30 segundos aguardando, então veio a resposta definitiva.
    _É direto na bilheteria do estádio.
    _Muito abrigado!

    Sendo assim meu amigo, como irei na sexta passarei no Rei Pelé para verificar a situação, vou também tentar ligar para o CRB e pedir informação.

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  14. Mario L. Nascimento22 de novembro de 2011 14:17

    É lamentável a falta de atenção com detalhes, mostrando que, em alguns itens, o profissionalismo ainda está passando do Bucarein.

    Na mesma semana em que se vê o Corinthians comprando toda a carga de ingressos do espaço reservado à torcida adversária no Scarpelli, o JEC sequer entrou em contato com o CRB para trazer a Joinville uns 100 ingressos para os tricolocores que quiserem ir à cidade de nome impublicável. Poderiam pedir um espaço menor, mais confortável e mais seguro no Rei Pelé.

    Fazendo isso, poderia ter a contrapartida no jogo seguinte, abrindo espaço para o seu torcedor ocupar também o canto sudoeste, normalmente reservado aos "inimigos". Foi assim contra a Chapecoense e funcionou muito bem.

    Como diz o ditato, "o diabo mora nos detalhes"...

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  15. E não é que o BAC ganhou de 7 a 0 do Oeste, fora de casa, na divisão de acesso. Logo se vê que ganhamos por quatro a zero de um adversário fortíssimo. Ab, ST

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  16. É Mário, com diz o outro, o diabo não é inteligente porque é o diabo, ele é sabido porque é velho.
    Assim, já seria hora de começarmos a acumular as experiências, para não repetirmos pequenos erros. E se já fizemos uma vez e deu certo - contra a Chape - porque não continuar fazendo o certo?
    Ab.

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  17. Mario L. Nascimento22 de novembro de 2011 14:43

    E a polêmica da camisa...

    Não vejo nada demais em não haver o vermelho na camisa. A nova peça é bonita e como marco do acesso é válida. Mas acho que é uma aposta arriscada. Se for campeão com ela, todo mundo vai ficar satisfeito e dizer que foi uma bobagem achar que a troca de camisa ia dar azar. Mas se não for, qualquer iniciativa de uniforme número 3 estará enterrada para sempre.

    Jogar a primeira com a preta e dourada e ver o que dá também pode dar me...leca. Se perde com ela, adeus uniforme número 3...

    O negócio é manter a camisa tricolor tradicional, ganhar a série C e deixar o modelo novo para o estadual ou a série B. Se "der azar" é possível se recuperar no próprio campeonato. Nas finais não há essa chance.

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  18. Mario L. Nascimento22 de novembro de 2011 14:48

    Jequeano,

    acho que ainda dá tempo de negociar com o CRB. Tanto pelos ingressos e o conforto e segurança de quem for ao nordeste, quanto pela garantia de mais espaço para a torcida tricolor no jogo de volta.

    A logística é fácil de resolver. Se não houver tempo de receber por SEDEX (acho que não dá mesmo), pega os ingressos com o CRB quando a delegação chegar à capital alagoana e a torcida pode passar no hotel ou pegar com alguém do clube na porta do estádio. Se algum torcedor for solicitado a ajudar o clube nessa tarefa, não vai se recusar.

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  19. gostei da camiseta do joinville para os jogos finais
    ele merece ter dourado em tudo sou paulistano torcedor do corinthians sp mas tenho o jec no meu coração eu sou corivilense ec.

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