NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores
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16 de abr. de 2011

XOCO EM PLUMENAU, UM VEZ! E O RESTO DO CAMPEONATO (SE HOUVER)

Programação do JEC para os próximos finais de semana!
Para sermos campeões catarinenses mais fácil seria contratar o Ethan Hunt, do Missão Impossível do que jogar - ocorre que o passe do Tom Cruise deve estar muito caro, vamos com esse time mesmo - que está bem, mas terá de fazer cinco jogos heróicos, e o que é mais difícil, em seqüência.

Olha, nosso caminho é "simples" assim: vencer o Metrô no domingo (podemos nos classificar com empate ou até derrota, se o Brusque não vencer, em casa, a Chapecoense), e aí, GANHAR de Chapecoense ou Figueirense, FORA DE CASA, provavelmente a Chapecoense, e depois, BATER o vencedor de Avaí e CHA ou FIG (provavelmente o FIG), FORA DE CASA NOVAMENTE. Pronto, é só isso para ganhar o returno. Acho que aqui o bicho pega, ganhar esses dois jogos fora de casa é que será o capeta.

Daí viria a decisão do campeonato - contra o Tigre (e aqui reside a maior importância de vencer o Metrô). Se vencermos domingo, independentemente do resultado do Criciúma contra o Marcílio, teremos uma campanha geral melhor do que a do time do Sul e, portanto, se chegarmos à final, o último jogo será na Arena, e jogaremos por resultados iguais. Nessa remota hipótese, dois empates nos dão o título, uma derrota e uma vitória pelo mesmo placar, também nos dão o título.

No domingo, o Tricolor deve aparecer com Max, Daniel, Linno e Renato Santos (Pedro Paulo não treinou hoje pela manhã) e Gilton; Zanutto, Mateus, Jocinei, Jailton, Ramon e Lima.
O Metrô jogará com Dalton; Marcus Vinícius, Téio (deve ter uns 49 anos de idade) e Leonardo; Nequinha, Alex Albert (isso é nome de travesti), Caio, Mário André e Rafinha; Matheus e Jonatas.

Não vou mais chamar esses times pequenos de timecos (embora o sejam) que vinha dando um azar danado. Contra o Concórdia, contudo, já funcionou. Por precaução, contudo, vamos chamar os boys do subterrâneo de um time "modesto", pra ficar no meio caminho entre um time de merda (que é o que são) e time respeitável, e chegar lá no SESI e meter uma bucha nos metroviários.
Tudo que está acima é hipotético (várias vitórias em seqüência e fora de casa), e para fazer isto virar verdade, devemos começar domingo, no primeiro de possíveis quatro compromissos pra lá do Catavento. Não classificar para as finais nos colocará num hiato futebolístico de pelo menos um mês até o início da Copinha (só em 18 de maio) - se é que ela sai, pois só cinco times estão confirmados. AVANTE, JEC!

21 de dez. de 2010

JEC, CERVEJA E PAY-PER-VIEW

O Qatar, país-sede da Copa do Mundo de 2022, será obrigado a, dentro dos estádios, permitir a venda de cerveja, em razão de compromissos publicitários e de patrocínio com uma marca de cerveja, de forma que toda a tradição religiosa terá de ser deixada de lado durante o Mundial.

A campanha "we want beer" continuará pra sempre aí
ao lado no blog. Cerveja pra todos é a minha proposta.
Mas aqui, nas terras tapuias, a cerveja está proibida dentros dos Estádios. No Estatuto do Torcedor, está vedada a cervejinha nas dependências da Arena - e de qualquer arena. Vejamos:
Art. 13-A. São condições de acesso e permanência do torcedor no recinto esportivo, sem prejuízo de outras condições previstas em lei:
I - estar na posse de ingresso válido;
II - não portar objetos, bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência;

Primeiro, é absolutamente discutível - para quem for inteligente, o que não é o caso de nossos legisladores nem de quem cuida do futebol, no Brasil - que a cerveja aumente a possibilidade de prática de atos de violência. Já disse outras vezes, em mais de vinte anos de arquibancada, já vi brigas, a cerveja não era (ou poucas vezes foi) a causa das brigas.
Já cansei, contudo, de pregar no deserto, e a cerveja foi banida (acho que definitivamente) dos estádio. Essa onda de "politicamente correto" vai acabando com hábitos comuns, descaracterizando coisas tradicionais.
É de se dizer que um jogo não leva nem duas horas, nem dá pra encher os canecos apropriadamente. Agora, se o cara já chega baleado no Estádio, tudo bem (haja ignorância).
 
Segundo: tendo esse fato como certo, vem agora o que mais interessa ao clube - e não ao torcedor que gostaria de beber sua gelada - o número de presentes ao Estádio e a renda auferida na bilheteria.
Conheço vários "torcedores" que já não vão mais à Arena em razão da proibição de beber cerveja. Haverá, agora, um sério agravante - a transmissão para nossa cidade, em pay-per-view de jogos realizados em Joinville.
Serão 8 ou 9 jogos realizados em Joinville e transmitidos aqui na nossa praça, no pague-pra-ver. Como se vê, o time, nos turnos (antes das finais) fará nove jogos em casa e nove fora, ou seja, praticamente todos os jogos serão transmitidos pra quem quiser ver em casa ou no boteco, e deixar de ir ao estádio.
Não é de se esquecer que uma das razões que levou o Ayres Marchetti a retirar o Atlético-IB das competições do futebol foi a proibição de venda de cerveja. O empresário estimou em 400 mil reais a perda anual de arrecadação.
É bem verdade que aqui em Joinville não era o JEC que explorava a bebida, mas se vê que muito dinheiro deixa de entrar nos cofres de alguém. Se aqui se licitou mal a venda de bebidas, entregando a uma empresa de fora, a discussão é outra - incompetência de quem gere a Arena e permitiu a alguém estranho aos quadros do JEC. Se o Joinville tivesse a administração da Arena o JEC concederia a quem bem quisesse a venda de bebidas - e receberia para isso.
Adianto que já são vários os bares em Joinville os que transmitem, ao vivo - sem cobrar ingresso - os jogos do Tricolor na Arena. Até a padaria da esquina da Arena está pensando em botar um telão pra transmitir o jogo que acontece a 100 metros dali.
 
Por outro lado, serão pagos 220 mil reais (contra 196 mil do ano passado) ao JEC para remuneração da transmissão dos jogos do Tricolor em pay-per-view.
Essa conta - historicamente temos poucos pagantes no Catarinão, e a maioria dos presentes é de sócios - de ver o que é mais vantajoso financeiramente para o Tricolor, cabe à diretoria. De qualquer forma, sempre é importante que a TORCIDA esteja no Estádio.
Mas o fato é que com o ingresso a 25 reais (e não estou pregando a redução do preço, apenas fazendo uma constatação), pode-se beber, vamos dizer, seis cervejas de garrafa no bar. Se o cristão for ao jogo - 25 merréis de entrada mais seis latas (metade do líquido precioso que se degustaria no bar) a quatro reais - o vivente já gastou cinqüenta reais. Fica caro. É foda trazer a torcida pro Estádio desse jeito. AVANTE, JEC; MAS A SECO!

18 de abr. de 2010

QUE VENHA O AVAÍ!


Não era a final de nossos sonhos, mas aí está! Assisti a jogos mais interessantes do que Avaí e Figueira (Santos e São Paulo, Flamengo e Botafogo). Fiquei um pouco satisfeito com o primeiro gol do Figueira, e depois, contrariado com o empate dos azuizinhos - de pênalti. Já que está decidido, vamos pensar em como vencer o Avaí.
Um bom começo é repetir o jogo que fizemos aqui, contra eles, no returno. Uma vitória por 3X2, sendo que o jogo era pra mais, até porque o segundo gol deles foi marcado apenas nos descontos.
Assim, a vitória na primeira partida da final, ainda que por meio a zero, é imprescindível, porque ter de ir à Ressacada necessitando a vitória dificultará em muito a nossa missão.
Contudo, temos um ou dois pontos a nosso favor: o Avaí teve que fazer essa partida a mais contra o Figueira, uma peleja sem dúvida desgastante e que lhes tirou quatro jogadores do primeiro jogo contra o JEC (Zé Carlos, Rafael, Batista e Marcinho); além disso, terá o Grêmio pela frente na Copa do Brasil, precisando ganhar por dois a zero, o que não deve conseguir, mas o time vai suar sangue durante os noventa minutos, em frente a sua torcida, para tentar tal milagre. O Queimarrusca não vai poder poupar o time contra os gaúchos. Sávio e Vandinho estão meio baleados.
Eu confio no JEC, inclusive porque tivemos essa última semana, assim como teremos a próxima, pra apurar a forma física do grupo e para que o Ovino corrija os defeitos táticos que ainda apresentamos. AVANTE, JEC! RUMO AO DÉCIMO TERCEIRO TÍTULO CATARINENSE.

24 de fev. de 2010

EU JÁ SABIA (MENTIRA! NÃO ERA POSSÍVEL SABER SEM TER ESTADO LÁ)


Penso que, para mim, realmente eram necessários esses três ou quatro dias após o jogo para pesar o que aconteceu e escrever alguma coisa relevante sobre o jogaço do último domingo, que nos deu o título.
A partida foi tensa o tempo todo. No primeiro tempo, tivemos três chances de gol. Na primeira, o Lima recebeu cruzamento da esquerda, tocou na bola, e o Zé Carlos, o goleiro deles, defendeu sabe-se lá como; depois, o Chris chutou de prima uma bola por sobre o gol e o Lima sofreu um pênalti não marcado. Do lado deles, uma jogada pela lateral-esquerda em que o Fabiano fez a primeira das várias grandes defesas que teria de perpetrar durante o jogo.
No segundo tempo, acho que lá pelos 12 minutos, o Patrick abriu o placar para o Avaí, dando um drible fácil em cima do César Prates e batendo cruzado e forte, longe do alcance do nosso goleiro.
Depois disso o JEC teve uma boa chance com o Lima, outra num escanteio que o zagueiro tirou de cabeça, em cima da linha, e uma falta bem cobrada pelo Ricardinho. No mais, uma abafa despretensioso, balões para a área, e um jogo nervosíssimo com a bola rondando o gol avaiano e os contra-ataques deles nos incomodando perigosamente.
De fato, de uns 30 minutos pra frente o jogo virou só vontade e torcida; o esquema tático já tinha ido pro pau. Como sintoma dessa garra desorganizada que nosso time demonstrou, o Samuel era nosso principal armador.
Aos quarenta e cinco minutos, a meu ver um pênalti sobre o Medina, não marcado pelo assoprador de apito (provavelmente para compensar aquele não marcado no Lima, e porque deve ter pensado: "essa porra já acabou mesmo, e o Avaí tá ganhando, vai ser campeão".
Pois bem, assim fomos, na base do abafa e incentivo ao time, até os 48min57s, quando o Ricardinho (que era impiedosamente achincalhado na FM89,5 - esses mais cornetam do que torcem - bastaria também que simplesmente narrassem o jogo) acertou, de primeira, a famosa ximba, bica, bicanca, ali da alça do balde e estufou a rede, depois de uma bola rebatida do interior da área avaiana.
Foi uma loucura o que se viu então na Arena. Quando parei por um instante de comemorar, vi o Ramirez, os gandulas, os reservas, todo mundo dentro do campo. Se pudéssemos, entraríamos os quinze mil em campo. Os jogadores, os torcedores, todo mundo se abraçando e cantando a grande vitória do Joinville.
Não me lembro de jogo tão emocionante na Arena, principalmente pelo final apoteótico. Gol de título, faltando 3 segundos para o fim da peleja, não ocorre todo dia. O pai de um amigo, certamente torcedor desde os primórdios do JEC, em 1976, disse que nunca vibrou tanto.
De tudo isso, o que me traz mais conforto é que aparentemente aquela zica que o JEC penava e carregava na Arena foi definitivamente exorcizada. Lembremos dos jogos da série C contra Novo Hamburgo, contra o Noroeste, aquele 2 a 2 com o Atl-Ibirama, com jogada do Benson, etc. Acho que tudo isso pode ser tido como passado, e apagado da nossa memória. A nossa retomada em rumo a dias mais gloriosos se consolidou, ao darmos mais esse importante passo. Acho que o que era uma tendência de melhora agora pode ser considerada efetiva melhora. "Daqui pra frente, tudo vai ser diferente", como diria o rei Roberto Carlos. Avante JEC, CAMPEÃO DO PRIMEIRO TURNO!

17 de jan. de 2010

TAÍ O QUE VOCÊ QUERIA


Nada como lembrar das transmissões da TV Bandeirantes (nada dessa palhaçadinha de BAND) nas segundas ou sextas à noite – nas sextas especialmente, com Campeonato Carioca primeiro e depois Cine Privê, apresentando filmes eróticos de quinta categoria. O jogo era comentado por Gérrrrson (sotaque carioca), o Canhotinha de Ouro; narrava Januário de Oliveira (aí do lado, hoje diabético, cego de um olho, porém ainda genial). O brilhante batizado do nome da sessão dupla - futebol + sacanagem) foi, claro, do Januário: Dobradinha Cruel – o cruel era usado pelo narrador quando a coisa era boa. Sinistro, usava pras coisas ruins.
O jogo só começava, pra mim, com as palavras: “Taí o que você queria, bola rolando...”, com uma entonação espetacular. Bordões tais como “sinistro”, “cruel, muito cruel”, “SuperÉzio, super-herói é pra isso – pros mais novos, um ex-atacante do Florminense”, ou o bordão mais apropriado para as páginas policiais “tá lá um corpo estendido no chão”, perfeitamente trazido para os campos de futebol.
Pois bem, tudo isso para dizer que a bola está rolando, hoje, a partir das 17h, na Arena, começando para o JEC mais um Campeonato Catarinense – o Praieirão, com um time da roça como intruso.
Só há, a meu ver, quatro times disputando o título: JEC, Figueirense, Avaí, Chapecoense. O Criciúma está mal, muitos juvenis, outros velhos pra cacete, enfim, uma mistura que não vai dar certo, razão pela qual temos de ganhar hoje o jogo.
Figueirense e Avaí devem se acertar somente no segundo turno, disputando o primeiro para arrumar a casa. O fato é que se classificam quatro para as semifinais de cada turno, logo os da Capital podem ter tempo pra chegar nos “finalmente”. Os melhores – primeiro e segundo – jogam em casa contra quarto e terceiro, respectivamente, com a vantagem do empate. Depois, os dois classificados fazem a final do turno.
A meu ver, o negócio, então, é largar bem, disputar o turno com a Chapecoense, ganhá-lo e ficar de sangue doce esperando pra decidir o Campeonato, já pensando na série D, nosso principal objetivo para 2010. Avante, JEC!

9 de jan. de 2010

SAMBA, SUOR E CERVEJA - MAS NÃO NA ARENA! QUE PELO MENOS TENHAMOS BOM FUTEBOL


Antigamente, assim se fazia samba: “Eu sou o samba, a voz do morro, sou eu mesmo, sim senhor...”.
Agora, vendo a televisão numa dessas madrugadas, deparei-me com os sambas-enredo do Rio de Janeiro (e Zé Kéti revira-se em sua tumba). De repente, aparece o samba da Grande Rio, que obrigou seus compositores a amontoarem no refrão as palavras do slogan de uma cervejaria (“Grande Rio eu sou, guerreiro / Sou brasileiro e faço o meu ziriguidum / Vibra, arquibancada, explode! / O camarote número 1”).
Sobra jabá, falta irreverência e inteligência.
Mas deixando de lado essa palhaçada musical – isso sequer é música, mas jingle da Número Um, gelada que na forma líquida é deveras apreciada por este que escreve – o fato é que neste Campeonato Catarinense não teremos como degustar qualquer loura gelada com respeitável teor alcoólico na Arena (ou em suas imediações) – Kronenbier e Liber não valem!
Aí fica difícil!
PQP, eu freqüento os Estádios (Ernestão e Arena) há pelo menos uns 25 anos e posso garantir que não vi mais de dez brigas em todo esse tempo, e provavelmente metade delas não tinha qualquer relação com o consumo da “mardita” da cachaça. Vá a qualquer boate ou bate-coxa num final de semana escolhido a esmo e as confusões serão em número muito maior – e lá também se bebe.
Essa onda de “politicamente correto” é chata pra cacete.
Quem é que sai de casa, vai pro jogo de futebol e não pensa: “ah, hoje vou pro JEC, torcer, xingar, e TOMAR UMA CERVEJINHA”? Deve ter um ou dois abstêmios, um ou outro do AA, mas que não podem cercear a liberdade de todos os demais.
O JEC, como Clube, deveria se insurgir contra mais essa palhaçada, mas acho que não vai querer afrontar a Federação – uma vez que concordou com esse item do regulamento da competição (art. 15,XXIII, §2º, I e II) – seguindo recomendação (não é lei porcaria nenhuma). Veja o que já se disse no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, nas palavras do eminente Desembargador Pedro Abreu (AI n. 2008.039474-3), em caso parecido:
“O que se necessita não é da proibição do consumo de bebida nem da sua venda, medidas paliativas que atacam a conseqüência, mas de políticas públicas que garantam a segurança dos torcedores e cidadãos, residentes ou não na vizinhança dos estádios."
Ou, ainda mais explícito o Des. Luiz Medeiros:
“A Portaria expedida pelo Comandante Geral da Polícia Militar, que proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas no interior e nas imediações dos estádios de futebol, configura ilegalidade manifesta, seja pela usurpação da função legislativa, privativa do Poder Legislativo, seja pelo vício de forma insanável, uma vez que a Portaria é ato ordinatório e interno, seja pela ofensa ao postulado constitucional da livre iniciativa. (AI n. 2008.040718-1, j. 20.11.08).
Falou e disse! Pelo meu direito a uma cervejinha, à minha liberdade de fazer o que a LEI não me proíbe.
Não transfiram aos torcedores obrigações que não lhes cabem! A segurança é dever do Estado, e os embriagados que tumultuem o Estádio devem ser responsabilizados, sendo absurda a punição antecipada de todos.
Pra finalizar, no tempo que os sambas-enredo eram melhores, a União da Ilha fez o “Hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, eu tô feliz”, e ali está o verso “Minha alegria deu um porre na tristeza”.
Não me venham com babaquice e utilizem a palavra “porre” pra dizer que estou defendendo a embriaguez completa, até porque com a latinha de cerveja a R$3,50 nem dá pra beber muito, já que o dinheiro anda curto para todos.
Mas nem esse “porrinho” pra acabar com a tristeza, será possível na Arena. Avante, JEC!