NASCEU CAMPEÃO

Tu és a glória dos teus fundadores
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3 de nov. de 2011

O SILÊNCIO QUE PRECEDE O ESPORRO (OU VICE-VERSA) E A ARENA-2012

Pois bem, depois de uma semana sem nada escrever por aqui (vejam só, quem já ficou 179 dias sem futebol, do final do Catarinense até o início da Copinha 08 tá reclamando de uma semana de marasmo), volto a me manifestar.

Não vou falar de futebol, do time, do juvenil (que depois de uma campanha quase perfeita tomou uma traulitada em Fpolis e será a equipe vice-campeã), nada disso. Sobre a final, somente quando chegarmos mais perto e tenhamos o adversário mais ou menos definido.
Vou falar da Arena e da torcida, que parecem ser o assunto mais relevante para esse momento, até porque o assunto - em especial a ampliação do Estádio Municipal - virou tema comentado em editorial do AN, na coluna do Maceió, na rádio, etc.

O SILÊNCIO QUE PRECEDE O ESPORRO!
Pois ficamos 7 anos amargando o silêncio, o opróbrio (toma essa, alagoano!), a miséria dos sem-divisão. Todo esse grito contido está sendo berrado há três semanas, numa felicidade sem fim. Tomara que sempre dure, embora sabemos que isso é praticamente impossível. Por isso, precisamos pensar no futuro próximo, ou seja, em 2012.

... OU VICE VERSA - DEPOIS DO ESPORRO, O SILÊNCIO?
O fato é que passada a Série C, em que comemoramos demais, vem a possiblidade do silêncio (ou um meio-silêncio, se é que isso é possível), e isso me preocupa. Explico.
Acaba a festa, o palco fica vazio, e ano que vem tudo começa do zero. Começaremos o Campeonato Estadual, talvez contra os "grandes" Brusque, ou Metrô, ou Marcílio Dias, ou Atlético-HA, ou Hercílio Luz. Joguinhos mequetrefes pra caralho.
Aí é que eu quero ver se vai haver torcedores que não os sócios do Tricolor na Arena. Eu aposto que não! (tomara que eu me engange). Só os sócios estarão lá - o que, diga-se, será normal.
Lembram-se dos últimos anos, em que Avaí e Figueirense sempre começaram o Catarinão de sangue-doce, e só entravam pra valer no campeonato no final do primeiro turno ou apenas no segundo, e mais para formar o time do Nacional do que propriamente para ganhar o caneco estadual?
Isso pode acontecer com a gente, embora eu ache que seja pouco provável, até porque devemos manter uma base do time que está aí, e já tivemos essa semana de férias antecipadas, o que nos dará um tempinho a mais para preparação antes do campeonato.
Então, há uma possibilidade de um mau começo no Campeonato Estadual (seria um anti-clímax para alguns torcedores de última hora; pra nós, os de todas-as-horas, seria compreensível).
Podemos começar a Série B sem essa empolgação toda que hoje se vê na nossa Torcida.

Depois, vem a Série B. Aí o buraco é bem mais embaixo. Campeonato dificílimo, em que não teremos esse aproveitamento estrondoso de mais de 70%. Percalços na Arena vão acontecer, as dificuldades serão muitas. Vai ser teste pra cardíaco, e eu ficarei bastante contente com uma campanha mediana, que não nos deixe em risco de rebaixamento. Mas não sei se todos pensarão assim.
O campeonato, ademais, é de pontos corridos, e aquela lógica de que todo jogo é uma decisão (embora verdadeira) é muito difícil de ser entendida pela torcida, digamos, modinha. Um JEC x Sport vale tanto quanto um JEC x Icasa.
Um JEC x Boa (ou ASA, ou ABC, ou Bragantino), numa sexta-feira - ou terça - à noite, pode não levar muita gente ao Estádio - ainda mais com o pay-per-view.
Corremos, portanto, o risco de vermos o JEC na Série B com uma média de público inferior a essa, acima de 10 mil, que fizemos na Terceirona.
Acho que nosso público médio será do tamanho do nosso número de sócios, exceto por um ou outro jogo de maior apelo. Tomara que esteja muito errado, ou tomara que cheguemos logo aos 10 mil sócios. 
A Arena já foi assim. Está assim hoje?

Tudo isso me traz então ao ponto principal deste post: A Arena deve ser já ampliada? E haverá a ampliação?

Respondo primeiro à segunda pergunta: não haverá a ampliação em 2012. É a lógica.
Dizem que o Deputado Darci de Matos vai apresentar (ou já apresentou) uma emenda de 20 milhões para o término das arquibancadas, ainda sem fazer a cobertura do Estádio.
Ora, primeiro essa emenda tem de entrar no orçamento - e não sei se a lei orçamentária ainda está em aberto para 2012, se já não foi aprovada na Assembléia Legislativa.
Depois, e principalmente, há uma grande diferença entre a emenda ser incluída, aprovada e, mais importante, EXECUTADA, DESEMBOLSADA (não haver contingenciamento político pelo Executivo Estadual). Vejam o imbróglio que tem sido a liberação e execução de 40 milhões para uma obra importantíssima, o binário da Vila Nova (convenhamos, mais importante do que o Estádio).
Ademais, ano que vem tem eleição para a Prefeitura. O Deputado (e possível candidato a alcaide) - e o Governador Colombo - vão mesmo querer que a obra, embora com dinheiro estadual, seja feita durante a gestão do Prefeito Carlito? - Penso que não.

Até outro dia o JEC era um cão sarnento, todo mundo queria distância. Agora, qualquer político vê 15 mil pessoas juntas, vê a alegria que tomou conta da cidade por causa do clube, certamente tá todo mundo querendo que essa multidão corra pro seu lado.
Em resumo, acho que não sai nada em 2012, no máximo a ampliação da Arena será tema da campanha, todo mundo prometendo maravilhas - como sói acontecer - para 2013.

E à primeira pergunta, eu respondo: a ampliação não é necessária - neste momento, a meu pensar. O que é imprescindível é que o Estádio Municipal reúna CONDIÇÕES mínimas de segurança e salubridade para que não corramos risco de vê-la interditada.
Comecemos por lavar e pintar o Estádio - pra ontem. Depois, fazer o projeto de prevenção a incêndio (isso é sério) e resolver várias outras pendências - plano de evacuação, por exemplo (só as rampas e algumas poucas escadas laterais, convenhamos, é muito pouco) também é obrigatório.
Por fim, se fosse possível, evitar infiltrações, exposição da ferragem ao tempo, etc (chove mais embaixo das arquibancadas do que nelas próprias), evitando ao menos a deterioração do Estádio.

Então, penso, em resumo, o seguinte: façamos uma campanha razoável (se der para ser ótima, melhor) na Série B-2012 e, no decorrer do ano em que o mundo acabará, segundo os Maias (ou Astecas, ou macumbeiros de plantão), que se alinhave um consenso, de forma coordenada, se possível com entendimento entre as esferas Municipal e Estadual, para que em 2013 tenhamos, finalmente, o Estádio tal qual foi projetado - se o mundo ainda estiver por aí.
AVANTE, JEC!

21 de dez. de 2010

JEC, CERVEJA E PAY-PER-VIEW

O Qatar, país-sede da Copa do Mundo de 2022, será obrigado a, dentro dos estádios, permitir a venda de cerveja, em razão de compromissos publicitários e de patrocínio com uma marca de cerveja, de forma que toda a tradição religiosa terá de ser deixada de lado durante o Mundial.

A campanha "we want beer" continuará pra sempre aí
ao lado no blog. Cerveja pra todos é a minha proposta.
Mas aqui, nas terras tapuias, a cerveja está proibida dentros dos Estádios. No Estatuto do Torcedor, está vedada a cervejinha nas dependências da Arena - e de qualquer arena. Vejamos:
Art. 13-A. São condições de acesso e permanência do torcedor no recinto esportivo, sem prejuízo de outras condições previstas em lei:
I - estar na posse de ingresso válido;
II - não portar objetos, bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência;

Primeiro, é absolutamente discutível - para quem for inteligente, o que não é o caso de nossos legisladores nem de quem cuida do futebol, no Brasil - que a cerveja aumente a possibilidade de prática de atos de violência. Já disse outras vezes, em mais de vinte anos de arquibancada, já vi brigas, a cerveja não era (ou poucas vezes foi) a causa das brigas.
Já cansei, contudo, de pregar no deserto, e a cerveja foi banida (acho que definitivamente) dos estádio. Essa onda de "politicamente correto" vai acabando com hábitos comuns, descaracterizando coisas tradicionais.
É de se dizer que um jogo não leva nem duas horas, nem dá pra encher os canecos apropriadamente. Agora, se o cara já chega baleado no Estádio, tudo bem (haja ignorância).
 
Segundo: tendo esse fato como certo, vem agora o que mais interessa ao clube - e não ao torcedor que gostaria de beber sua gelada - o número de presentes ao Estádio e a renda auferida na bilheteria.
Conheço vários "torcedores" que já não vão mais à Arena em razão da proibição de beber cerveja. Haverá, agora, um sério agravante - a transmissão para nossa cidade, em pay-per-view de jogos realizados em Joinville.
Serão 8 ou 9 jogos realizados em Joinville e transmitidos aqui na nossa praça, no pague-pra-ver. Como se vê, o time, nos turnos (antes das finais) fará nove jogos em casa e nove fora, ou seja, praticamente todos os jogos serão transmitidos pra quem quiser ver em casa ou no boteco, e deixar de ir ao estádio.
Não é de se esquecer que uma das razões que levou o Ayres Marchetti a retirar o Atlético-IB das competições do futebol foi a proibição de venda de cerveja. O empresário estimou em 400 mil reais a perda anual de arrecadação.
É bem verdade que aqui em Joinville não era o JEC que explorava a bebida, mas se vê que muito dinheiro deixa de entrar nos cofres de alguém. Se aqui se licitou mal a venda de bebidas, entregando a uma empresa de fora, a discussão é outra - incompetência de quem gere a Arena e permitiu a alguém estranho aos quadros do JEC. Se o Joinville tivesse a administração da Arena o JEC concederia a quem bem quisesse a venda de bebidas - e receberia para isso.
Adianto que já são vários os bares em Joinville os que transmitem, ao vivo - sem cobrar ingresso - os jogos do Tricolor na Arena. Até a padaria da esquina da Arena está pensando em botar um telão pra transmitir o jogo que acontece a 100 metros dali.
 
Por outro lado, serão pagos 220 mil reais (contra 196 mil do ano passado) ao JEC para remuneração da transmissão dos jogos do Tricolor em pay-per-view.
Essa conta - historicamente temos poucos pagantes no Catarinão, e a maioria dos presentes é de sócios - de ver o que é mais vantajoso financeiramente para o Tricolor, cabe à diretoria. De qualquer forma, sempre é importante que a TORCIDA esteja no Estádio.
Mas o fato é que com o ingresso a 25 reais (e não estou pregando a redução do preço, apenas fazendo uma constatação), pode-se beber, vamos dizer, seis cervejas de garrafa no bar. Se o cristão for ao jogo - 25 merréis de entrada mais seis latas (metade do líquido precioso que se degustaria no bar) a quatro reais - o vivente já gastou cinqüenta reais. Fica caro. É foda trazer a torcida pro Estádio desse jeito. AVANTE, JEC; MAS A SECO!

9 de nov. de 2010

ENFIM, UMA ALEGRIA NUM ESTÁDIO DE FUTEBOL

Não, infelizmente não foi o JEC o motivo da alegria, pois "de onde menos se espera, daí mesmo é que não vem nada" - Stanislaw Ponte Preta.
A alegria foi ter assistido ao show de Paul McCartney, ex e para sempre um Beatle.
Vê-lo é como ver algo inexistente, intangível, uma aparição. Quando se vê Paul subindo no palco é impossível não lembrar das inúmeras vezes em que músicas que ali estão sendo executadas ao vivo já foram ouvidas, decoradas por quem as ouve.
Basta observar como essas coisas - as músicas dos Beatles - fazem parte do imaginário popular e da vida de quase todo o mundo, às vezes da forma mais disparatada possível, eu esboçara um post chamado "The Long and Winding Road" para comemorar o eventual acesso do JEC, dizendo que para chegarmos à série C tivemos que passar por um caminho longo e tortuoso, como a canção descreve. O fato é que tal postagem provavelmente não será publicada, a não ser que ocorra um milagre no Pleno do STJD - no que já perdi um pouco a fé.
Enfim, ver um ídolo dessa grandeza, um senhor de 68 anos cantar por quase três horas, entoando 36 canções sem qualquer descaso com o público, com uma banda impressionante, com uma voz firme, dá a certeza de que se está em frente a um mito da música e que, de uma ou outra forma, faz parte da vida de todos.
Essa, com certeza, foi a grande alegria que tive, neste ano, em um estádio de futebol. Espero que 2011 seja diferente. Deixa assim, por enquanto. Let it be, JEC!

28 de ago. de 2010

SÓ PENSANDO NAQUILO - A OBSSESSÃO É UMA COISA TERRÍVEL

Como canta o Gaúcho da Fronteira, eu repito: "já não agüento mais, já não durmo tranqüilo, Sonhando com ela e pensando naquilo".
Naquilo, o acesso à "Série C".
Esses quinze dias (ainda faltam oito)sem jogo do Tricolor só fazem aumentar a ansiedade da espera pelo primeiro embate do mata-mata contra o Iraty.
Quando penso que apenas 6 (seis) jogos nos separam de um futuro melhor, só vou ficando mais nervoso, pois a perda dessa oportunidade pode custar caro demais.
Torço, sinceramente, para que essa ansiedade seja só da torcida (melhor ainda que fosse só minha, porque a nossa torcida já tem surtos psicóticos coletivos com grande freqüência), e que o time esteja tranqüilo e focado. E que jogue bola, também!

Cavalo encilhado não passa duas vezes.
Nos jogos decisivos que fizemos desde a inaguração da Arena, com estádio cheio, muitas vezes (com poucas exceções) nosso time parecia travado, se borrou todo e perdeu. Esse ano isso não pode acontecer. Na hora da decisão temos que crescer e não, ao invés, apequenar.
Temos que a cada jogo, se possível beliscar pontos fora para facilitar as coisas, e em casa, com o apoio da torcida - nossa galera ainda não percebeu a real importância da série D, pois dava mais gente no Estádio durante a Copinha do que tá dando agora - vencer e avançar à próxima fase.
Acredito realmente que somos favoritos contra Iraty e depois contra Metrô ou Operário. Aí, é contar um com um pouquinho de sorte e com mais uns pontinhos na classificação geral, para evitar os adversários mais perigosos na "FINAL", aquele mata-mata que define o acesso (4ª fase).
Mundão do Arruda lotado
Como já disse em outro post, ter que cruzar com um Santa Cruz ou CSA, times importantes, de influência política, e com torcida,  é muito pior do que jogar, por exemplo, com um Brasília (média de 100 pagantes por jogo), ou com um Madureira/RJ ou América/AM, que não põem mais de 400 almas na suas canchas. Não vamos dar sopa pro azar!
Só para dar uma noção da diferença entre adversários, cito que o  Santinha tá com média de público, na primeira fase, de 24 mil por jogo; imagina numa decisão, com estádio cheio - capacidade de 64.000 torcedores corais - e apitador caseiro, o inferno que seria.
Faço todas essas conjecturas porque cavalo encilhado só passa uma vez. Temos que subir agora e disputar a série C no ano que vem, para assim dar os passos indispensáveis ao resgate da grandeza do Tricolor.
Explico o porquê da urgência: reparem na tabela da Terceirona deste ano para dar ainda mais importância ao acesso: Chapecoense e Criciúma, que em 2010 não foram páreo para nós no Campeonato Catarinense e nem na Copinha (só tomaram pau), estão liderando o Grupo 5 da Série C, com 9 e 7 pontos, respectivamente. Acho que um dos dois não classifica (até mesmo os dois podem se lascar). Contudo, consideremos o quadro atual: os dois estariam classificados entre os oito melhores do campeonato e entrariam no mata-mata decisivo - isso mesmo, a segunda fase já decide quem sobe. A Indiada enfrentaria o Luverdense-MT, e os Mineradores jogariam contra o Macaé/RJ, DECIDINDO O ACESSO à Série B. Não é uma moleza do cacete? Podemos deixar passar essa chance de ano que vem disputar tal mumunha?
A hora é agora. Como diria o filho do Jor-El: PARA O ALTO, E AVANTE!

16 de jan. de 2010

ARENA SOB PERIGO II - A MISSÃO


Sabe aquele jogo de videogame que por mais que você atire num monstro ou num fantasma, ele teima em não morrer? Pois é, esse é o fantasma da Arena.
A famosa cabeça de burro – ou um sapo inteiro, com a boca costurada, à escolha do freguês – enterrada na Arena ressurge, na antevéspera do jogo de estréia no Catarinense contra o Criciúma (de fato um campeonato do litoral de SC – podia se chamar Praieirão, com um intruso lá da roça (Chapecó, do tupi-guarani, que significa “lugar de onde se avista o caminho da roça”).
No A Notícia de hoje, uma vez mais se aventa o adiamento do jogo, ou, muito pior, jogo com portões fechados. Confesso não ter lembrança de isso já ter acontecido por aqui. É claro que já perdemos mando de campo, até jogamos a final do campeonato de 1985 contra o Avaí em Itajaí, mas jogar pro vazio será [mais] uma página triste da nossa história.
De quem é a culpa? – Evitando o trocadilho infame, digo que é de todo mundo. Da diretoria do JEC, que aparentemente não pressionou o Município, e principalmente da Prefeitura e da FELEJ, que não atenderam às recomendações de quem quer que seja - como disse, o aviso foi dado há 32 dias, como demonstro abaixo.
A Polícia Militar disse, por um oficial, que não vai fornecer policiamento ao jogo. Se cumprir a promessa, assistiremos a uma vergonha televisionada, porque o jogo vai ser transmitido para todo o Estado.
Agora, com todos os defeitos que a Arena tem, interditá-la é procurar [e achar] pelo em ovo. Na primeira vez que tratei do assunto ARENA - em 14.12.2009, portanto há um mês e um dia - e nada foi feito, disse que estádio, mas estádio mesmo, em SC só tem quatro – Arena (22.000 privilegiados), Scarpelli, Ressacada e Heriberto Hulse. O complexo do SESI, em Blumenau, é legal, passa bem pelo teste (5000 lugares). Mas, convenhamos, Augusto Bauer em Brusque (lotação 5.587), João Marcato – Xaraguá (lotação – 8.000), o campinho de várzea de Ibirama (a iluminação é pior do que a do meu Fusca com bateria de 6 volts – 4.000 testemunhas), o assentamento sem-terra de Chapecó, e o pasto de Imbituba são pura sacanagem (lotação 2.500). A meu ver, a decisão é absurda.
De qualquer maneira, lembram da frase “A Arena não é prioridade” proferida por nosso alcaide, , vulgo prefeito, já destacada no post de um mês atrás? Pois é, quero ver o que vão dizer se ninguém puder entrar na Arena no domingão. Tenho só uma certeza: cada um vai culpar o outro. Avante, JEC!